Ele então se afasta de mim, forçando uma distância maior entre nós. — Você não é o pai dele, Isaak. Você é o doador de esperma. Nada mais. Então eu agarro o seu braço e a puxo para mim. — Você deveria ter me contado, droga. Ela se solta do meu aperto. — Você não ganhou o direito a esse segredo. — Eu posso protegê-la! Eu rugo fortemente, a minha voz ecoando na pequena sala. Camila é toda fúria. — Eu não quero você perto dela. Ela grita de volta. — Não se eu puder evitar. — Você não tem mais o direito de tomar essa decisão. Digo a ela. Os seus olhos se estreitam. — O que você quer dizer com isso? — Eu sou seu pai, Camila. Você não pode me tirar da vida dela. — Não. Ela diz com firmeza. — Claro que não. Não permitirei que envolva a minha filha neste mundo. Não quero a Bratva para ela.

