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c*****o… A Sol saiu correndo pro mar igual uma doida e eu nem pensei. Só dei dois passos e fui atrás, com a p***a da canga aberta tentando cobrir aquele rabetão que ela resolveu soltar pra todo mundo ver. Mano, eu juro por Deus… eu quase enfiei o dedo no olho de um marmanjo que olhou tempo demais. — Vai olhar pra p**a que pariu, irmão! — gritei já entrando na areia quente, o pé afundando, o coração batendo igual tambor de escola de samba. Ela tava rindo, rodando a mão no ar, sacudindo aquele corpo molhado de suor e protetor solar, e eu atrás, igual um cachorro no cio, cangando voando, short enfiando no rego, mas com o olho cravado nela. Quando ela entrou na água, eu fui junto. Nem esperei dar tempo de respirar. Só entrei. A água tava gelada, mas meu sangue fervia. Ela virou de costas,

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