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Sol narrando Eu acho graça do Brasa, de verdade. Aquele homem grandão, cheio de marra, falando grosso com todo mundo, mas na hora que me vê sair correndo pro mar, ele vem atrás igual um pitbull largado da corrente. Só faltou latir. E correu mesmo. De canga aberta no ar, short atolado no r**o, igual um desesperado. E pra quê? Pra me embrulhar inteira depois, igual frango assado de padaria. i****a. Mas não vou mentir, na água foi uma delícia. E eu nem tô falando do mar, não. Tô falando do dedo dele entrando em mim daquele jeito, devagarinho, com o corpo dele colado no meu, e aquela voz rouca no meu ouvido me mandando ficar quietinha. p**a que pariu. Aquilo ali não se faz com uma mulher. Principalmente no meio da p***a da praia, com criança nadando a dois metros de distância. Mas ele fez

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