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Brasa narrando Mano… Essa mulher me deixa doido. Depois que a gente chegou em casa, que eu arranquei aquele biquíni dela com a boca, que ela gemia meu nome como se fosse oração… eu juro, nem lembro o tempo passando. Só lembro do corpo dela no meu, suado, quente, se tremendo inteira debaixo de mim. Agora tava ali… jogada no meu peito, a coxa por cima da minha, os dois pelados, o ventilador girando de um lado pro outro, fazendo mais barulho que vento, e a luz estourando no quarto. O sol entrava pela janela como se fosse intrometido, metendo a cara onde ninguém chamou. Ela passou a unha no meu braço devagar, os dedos desenhando uns círculos bestas, e eu de olho fechado, sentindo a paz depois da guerra. — Posso te fazer uma pergunta? — ela soltou, do nada. Eu nem abri o olho. — Lá vem…

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