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Sol narrando O quarto tava um silêncio bom. Daquele silêncio que a gente respeita. A respiração do Brasa batia no meu pescoço e eu tava quase pegando no sono quando o celular vibrou do meu lado na cama. Achei que fosse notificação boba, i********:, alguma besteira… mas quando olhei a tela, meu coração travou. “Dr. Eduardo — Advogado” — Ih, c*****o — murmurei, já me afastando do Brasa e sentando com o lençol enrolado no corpo. — Que foi? — ele perguntou com a voz baixa, ainda meio mole da transa. — Meu advogado. Atendi na hora, levando o celular pro ouvido. — Fala, doutor… A voz dele veio séria do outro lado. Séria demais. — Sol, preciso te atualizar sobre o que tá acontecendo lá em Florianópolis. Situação tá se agravando. Minha coluna gelou. — Que que houve? — A Letícia entrou

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