Pietro Ricci era um jogador italiano frequentador de varias festas, renomado e prestigiados por todos os italianos, era mulherengo não podia negar. Mas dessa vida ele já estava a cansar, queria algo maior, um motivo para voltar para casa.
Queria alguém que o visse, conhecesse sua alma, quisesse está perto dele pelo o que ele é não pelo o que ele tem, pois ele sentiu as pessoas se aproximando dele por isso, desde que ele era pequeno. Mas o que ele estava procurando? Perguntava-se para ele mesmo.
Um amor? Talvez! Ele não sabia ao certo, nunca se apaixonou.
Em mais uma noite, após um jogo bem-sucedido, e 3 gols feitos por ele. Pietro está em uma festa sem sentido, e cheio de pessoas, mas era ali, mesmo rodeado de pessoas, ele se sentia só.
Seu celular tocou, normalmente ele não atenderia, mas parecia coisa do destino, ele estava pensando em atender. Ele se afastada e sai da boate, e atende o celular.
— Alô? — Respondeu se encostando em seu carro.
— Oi Pietro, aqui é a Cibele? Se lembra de mim? Da noite dá festa da...
Ele completa sua fala. — Da festa da Agnes, é claro que lembro. — Olhou para cima enquanto segura o telefone na orelha e com sorriso de canto. — Sabe, sua voz é música para os meus ouvidos agora...
Ela fica em silêncio.
Ele volta a falar. — Alô? Cibele? Tá ai?
— Sim, escuta Pietro a gente precisa conversar, e algo sérios. — Ela disse pondo o cabelo atrás da orelha.
Suas irmãs a olham fazendo sinal positivo, a ligação estava em viva voz.
O moreno, responde: — É claro que precisamos, onde você mora?
— Bom, no momento eu estou na Grécia, mas vou para... — Ela disse com meio sorriso no rosto.
— Não tem problema, já que é sério, me manda seu endereço por mensagem, amanhã cedo chego aí pode ser?
— Sim, claro, seria ótimo! Bom eu vou desligar gora, tchau. — Falou, deligando o telefone.
O Rapaz sorrir para o vento, ao lembrar da noite que teve com Cibele, foi diferente, embora ele não lembra-se de ter dado o número para ela. Parecia destino...
Dois dias se passam, e nada de Pietro ligar, ou dar noticia, isso deixava Cibele aflita...
Cibele acordou um pouco tarde andava mais sonolenta do que o normal por conta da gravidez, gravidez essa que não contou a ninguém além de Apolo, bom suas irmãs sabiam, mas ela implorou para não dizerem nada, não sabia como reagir, nada daquele parecia real.
Ela se espreguiça ao se levantar da cama, e percebe seu cabelo todo bagunçado. Ela toma um banho demorado, mas ao sair do banheiro percebe uma voz conhecida vindo da sala, ''n******e ser'' Ela pensa, põe o pé no chinelo rapidamente desce as escadas, tão rápido fique fazem as escadas de madeira, fazerem um barulho alto.
Arregalou os olhos e não acredita no que vê, Iris sua prima estava lá e todos reunidos na sala para recepciona-la.
— Iris, o que tá fazendo aqui? — Perguntou com a sobrancelha erguida, se aproximando delas.
— Scusi? Non posso visitare la mia famiglia. — Indagou com um ar superior, e logo faz uma cara de deboche, inflando o canto da boca. — Scusi, as vezes eu esqueço que não estou em Milão, e acabo falando italiano, mas vim visitar minha querida família! — Suas bochechas se erguem um pouco, mas os lábios ficam pressionados, como se você não pudesse sorrir naquela hora de tanto deboche que segurava.
Isso era por que Iris sabia que sua prima estava gravida, e conhecendo Cibele bem, e sua avó também sabia que ela não queria contar, sabia que poderia usar isso contra ela caso ela contasse o ''Pequeno incidente na prova de Milão'' Como Iris gostava de pensar o que aquilo foi.
(Tradução do que ela disse: Desculpa? Não posso visitar minha família!)
— Pensei, que estivesse muito ocupada com o novo emprego. — Cibele diz apertando os olhos, e subindo as sobrancelhas e com as mãos na cintura, esteva preste a explodir.
— Ah, minhas duas netas aqui! Isso merece um almoço especial, eu já me vou por a mesa. — Diz sua avó ajeitando o avental pendurado em sua cintura, ela sorrir largo e vai até a cozinha pegar os pratos.
Sua mãe e sua tia a acompanham, deixando apenas as duas na sala, Cibele se aproxima dela e seus olhos a queimavam, seu sangue fervia de raiva, mas ela se contem.
— Não acredito que tem coragem de me olhar na cara depois do que você fez. — Ela disse apontando para a prima de forma firme.
— Cibele, pela última vez, eu não roubei suas peças, muito menos seus desenhos, e não foi essa a razão que vim... — Juntou os punhos.
Mas, é interrompida por Atena que entra na sala acompanhada por Sebastian seu noivo. A irmã interrompe para dar tchau, almoçar fora com seu noivo.
— Enfim, eu vou chamar o Apolo para almoçar conosco hoje. — A loira ajeita o batom, com as mãos.
Ela recuou a cabeça para trás. — O que? O Apolo?— Cibele pergunta com o rosto franzido, confusa com o que a prima acabará de dizer.
Ela juntou as mãos. — Ah eu não te disse? Então, é que eu voltei ontem a noite, mas o Apolo acabou me dando as boas vindas, se é que me entende.— Ela dá uma piscadinha.
Cibele fica sem entender nada ao ver a prima agir daquela forma, não há reconhecia mas, e isso a deixou bastante triste, ela checa o celular mais nada de mensagem ou sinal de vida de Pietro, ela senta no sofá esperando o almoço.
Paolo irmão de Apolo e melhor amigo de Alexia. Entra perguntando por Alexia, que ainda esta em seu quarto, o menino sobe, até o quarto dela.
Ele bate na porta, e enfrente a porta. — Alexia sou eu, abre a porta! —Ele encosta a cabeça na porta.
A menina abre a porta, fazendo com que ele caia um pouco Ele a olha. Ela tenta abrir um sorriso trêmulo , mas não foi bem sucedida.
— O que está fazendo aqui? — Ela revira os olhos. — Ao menos que tenha terminado sua pesquisa não me venha conversar besteira! — Sentou na cama, fazendo o colchão ceder.
Ele entra em seu quarto, e olha ao redor, e sorrir. — Bom, de acordo com os registro que peguei na gaveta do meu pai, na época que ele era gerente do navio, só tinha dois homens trabalhando naquela noite, mais ambos casados e velhos. — Ele olha a parede cheia de fotos em poraloid, e se apoia no móvel ao lado da cama.
Ela o olha com um olhar baixo. — Tem que ser alguém que era hospede. — Ela anota em seu caderno de rabiscos, e logo morde a tampa da caneta.
— Por que não tem nenhuma foto minha ? — Ele aponta para as fotos, e ergue uma sobrancelha olhando para ela.
Ela se levanta da cama, — Por que você não é muito fotogênico. — Ela ajeita a blusa.— Mas como agradecimento pela pesquisa, te convido para almoçar você quer? — Perguntou juntando a sobrancelhas grossas, e abrindo a porta.
Ele rio. — Uau, esse rostinho aqui não ser fotogênico? Você tá louca. — Subiu o ombro.— Mas sim eu aceito almoço, almoços com a sua família sempre são emocionante!
— Ei, isso não foi legal? Sei o que quer dizer com ''emocionante''! E aposto que não vai ter nada demais, ok? Os dias de barraco da minha família já acabaram. Vamos descer.
Os dois dessem as escadas, e veem a mesa posta, todos sentam a mesa, Paolo e Alexia. Apolo ao lado de Iris, em frente a Cibele com sua avó na ponta, e sua mãe e sua tia ao lado.
Tudo estava em silêncio até que Tereza pergunta, enquanto mexe o cabelo:
— Então, minha filha, conta tudo, como é o novo emprego? — Ela pergunta olhando ao redor, segurando o garfo.
Iris engole seco, não queria tocar no assunto — Bom, mamãe, bom! — Ela diz com a voz baixa olhando diretamente para o prato.
— Ah, não seja tímida ! Havia só uma vaga, e a minha Iris foi a vencedora. — Tereza começa a falar sem parar.
Cibele não aguenta e fala alto: — Ela só conseguiu isso por que roubou de mim! —Ela solta a colher no prato.
Todos olham para ela, se sente enjoada, com um bolo na garganta que ela engole logo. — Ela roubou os meus desenhos e então acabou ganhando a prova, mas esse emprego era para ser meu... — seus braços permaneceram pendurados ao longo do corpo.
Iris encolheu os ombros, não sabia o que dizer. Paolo tosse, e suas veias ficam expostas em seu pescoço enquanto ele prendeu o riso com a situação, Apolo olha para duas discutindo de olhos arregalados. Alexia prendeu os pés ao redor das pernas da cadeira, e fica de boca aberta ouvindo as duas discutirem.
Ele sente que não deveria está ali, e as duas gritam uma com a outra, e sua avó sente-se m*l, Júlia se levanta e vai até a mãe.
Tereza grita se levantando da mesa. — Mas que disparate, minha filha jamais faria isso, você está chateada por que não é o centro das atenções Cibele?
— É, Por que você foi desclassificada por ter feito aquele escândalo. — Iris disse ainda com a voz baixa, seus lábios se transformaram em uma linha.
Sua avó põe a mão no coração e diz com a voz tremula: — A mi netas calma, oque se passa aqui, Cibele isso é mesmo verdade? — Ela franzi o rosto.
— Giagia, você acredita nela? — Iris pergunta se levantando na mesa, jogando a cadeira para longe com a perna.
(Tradução de Giagia= Vovó em grego)
— Não é questão de acreditar Iris, conheço minhas netas, e se tem uma coisa que eu sei é que elas não são mentirosas, quero saber a verdade em... — Disse com os olhos estreitos se ricocheteia na cadeira.
— Pois saiba que a Cibele não lhe contou tudo. — Ela balança a cabeça e olha para todos a mesa. — A Cibele tá grávida Giagia, ela melhor parte é que não é do Apolo.
Cibele fica sem reação e seus olhos ficam baixos, ela cruzou as mãos no colo e sua raiva era tanta que ao encarar o copo de suco ela pega e joga na cara de Iris.
Nessa mesma hora, Paolo engasga com uma espinha de peixe, seu rosto fica vermelho e todos nem tiveram tempo de absorverem a noticia, ele colocou as mãos na mesa, com as palmas para cima, pedido ar.
Alexia bate em suas costas, desesperada, Iris se limpa e Apolo corre para chamar ajuda.
Mas Paolo consegue cuspir a espinha, ele se senta na cadeira aliviado, Alexia pergunta se está tudo bem, Agnes sua avó oferece água.
Ele segura o riso e pega o copo de água e diz baixo apenas para Alexia: — Eu disse que o Jantar na sua família era algo emocionante, ele dá uma piscadinha. Alexia bate em seu peito, e olha franzindo seu nariz.
Cibele sai correndo para o seu quarto, subindo as escadas sentindo um misto de raiva e tristeza, não queria que sua avó soubesse de sua gravidez assim.
Ela entra em seu quarto e começa a chorar, seus lábios tremem de tanto chorar, ela ouve um bater na porta, ela abre e sua avó entra.
— Minha querida, por que subiu assim?— Sua avó indaga limpando seu rosto.
— Eu não queria, eu, eu não quero decepcionar você. — Ela diz entre soluços. — Simplesmente aconteceu vó, eu não ...
— Xixixi, não precisa se explicar ok? Eu não estou decepcionada com você, respira, respira! Eu tô aqui com você, diz sua avó lhe dando um abraço. — Me contas tudo, e não me escondes nada em?— Sua avó diz subindo as sobrancelhas.
Cibele conta como conheceu Pietro, e de como foi tudo. Ela coloca a cabeça no colo da avó que está sentada na cama, ela faz cafuné nela.
— Eu me sinto sozinha sabe, liguei para ele esses dias ele até foi simpático mais não ligou até agora. — Cibele explica de olhos fechados.
— Sozinha? Mas sozinha tu não estais nunca! Tem eu, tem tua mãe, e criança é benção. — Ela pega na mão da neta. — E como dizia nossos antepassados, ''O começo já é metade da tarefa inteira'' — Ela dá um sorriso largo. — Esse é um proverbio Grego, e sabes que a mensagem, quer dizer que o início é a parte mais difícil de qualquer tarefa, mas acredite de mãe para mãe. — Sua avó leva a mão em seu coração. — Não a nada mais gratificante do que ver o rostinho quando nasce, de compartilhar da vida com um filho, ela aperta os olhos enquanto sorrir.
Cibele sente seu coração quentinho, e enxuga suas lágrimas com os punhos, e se levanta para abraçar sua avó. Se sentiu tão apoiada.
Naquele momento seu celular toca e era Pietro, disse carinhosamente que ficou preso por alguns dias mais estava livre para uma conversa.
Ela segura o celular entre os p****s e respira fundo, iria contar que estava grávida.
FLASH BACK.
Apolo se viu cheios de lembranças, sua mente o levou a uma memória de anos atrás no dia da viagem de Cibele para Itália.
— Vou sentir saudades suas! — Ele sibila com um sorriso triste, enquanto a ajuda a fazer as malas, sentando na cama.
— Eu sei, eu também, muita... — Arregalou os olhos, e fez biquinho, dobrando a roupa.
Ele faz um carinho em suas bochechas, e a beija na testa, fios de cabelo colam em sua boca.
— Mas, não vou sentir saudades dessa mecha roxa no seu cabelo não. — Ele balança a cabeça e sorrir.
Ela revira os olhos. — Ei, ela bate em sua testa, e estiloso ok? Ainda mais que todo mundo tá fazendo agora. — Ela o empurra na cama, e sobe nele.
Seus lábios se aproximam e suas respirações parecem estarem sincronizadas, ele a beija mordiscando seus lábios inferiores. Seu coração bate forte, ele está feliz, não parecia um adeus ali, e de fato não era. Vai sentir tanta falta disso.
— Você bem que podia vir comigo ? — Ela beija o pescoço dele. Ele põe a mão em suas costas e desataca seu s***ã, e beija seu ombro devagar.
Ela se arrepia e com um sorriso bobo no rosto. — Tem curso de biologia lá, poderia se inscrever...
— Amor, aqui na Grécia eu posso fazer oceanografia junto com biologia. Os dois cursos.— Ele beija sua mão. — Mas sabe que vai ser bom isso, a gente nunca se viu longe assim um do outro, e daqui a duas semanas eu vejo você de novo.— Indagou olhando nos olhos dela.
Ele amava os olhos castanhos dela.
Ela respira fundo e dá um sorriso. — Ok, ok, não tem como te conversar, e olha mas quem disse que você vai esta sozinho? A minha avo, minha mãe e minha irmãs tem uma ordem para ficar de olho em você. — Ela brinca e enquanto olha para ele seus olhos brilham. —você e incrível demais para deixar solto assim.
— Ah ciúmes, senhorita Georgiou?— Ele diz beijando seu pescoço.
— Em breve Galanis. — Ela diz seu sobrenome, baixo em seu ouvido, — Por que se você não se lembra, eu vou me casar com você. — Ela ajeita o cabelo no ombro.
— É claro que vai. — Ele morde seu pescoço, e a olha e suas pupilas dilatam no mesmo instante que ele a olha. — Nao esquenta sabe que eu sou todo teu.
Mas isso agora era so uma lembrança dolorida para ambos, não só para ele.
Atualmente:
Apolo caminhou a para fora da casa de Cibele, saindo do almoço mais estranho de sua vida, Iris corre atrás dele passando pelos pequenos becos, ainda cheirando a suco de maracujá.
— Apolo, espera aí. — Iris o chama alto.
Ele se vira e se aproxima, e respira fundo. — Aquilo, que a Cibele falou era verdade? Ele cruza os braços.
— Apolo, por favor, minha prima só tá com ciúmes! — Ela bufou, e revirouos olhos.
— Iris, se tem uma coisa que a Cibele não é é ser mentirosa, muito menos ela gosta de fazer barraco. — Ele coça a barba olhando para Iris.
Ela senta no banco e olha o por do sol, o vento forte bagunça seus cabelos, e rompe o silêncio.
Ela jogou as mãos para o ar e olhou em volta. — Eu confesso, eu peguei uma ideias da minha prima, mas eu juro que foi sem querer. — Ela junta as mãos, e olha para ele.
— Por que fez isso Iris? Você é capaz de criar tanto quanto. — Ela diz passando a mão na boca.
— Você precisa, esclarecer as coisas, as pessoas estão pensando que sua prima é uma mentirosa! — Ele abre os braços.
— Eu me apavorei e as Ideias dela pareciam tão melhores, só queria me certificar que eu iria ganhar esse emprego. — Jogou as mãos no ar, Iris respira fundo, e o encara.
— Eu não acredito nisso. — Ele levantou as sobrancelhas, e se vira, dando as costas para ela e da alguns passos curtos.
Ela esfregou as palmas das mãos, e tirou o cabelo do rosto. — Apolo não, não vai embora, por favor, e e tudo que conversamos hoje cedo, tudo aconteceu rápido eu sei, mas eu quero ter uma chance com você...
— Oque é que você quer que eu faça, agora? Se eu ficar sabendo disso e fica de papo com você, sentirei que sou conivente. E eu nao sou! Oque você fez foi muito errado. E ontem a noite também foi um erro... — Falou fechando suas mãos, enquanto fechas seus olhos enquanto o vento forte corte seu rosto.
Apolo se senti m*l, ontem Iris apareceu em seu barco do nada, e eles acabaram ficando, porém foi apenas um beijo. Mas, ele sabe que não sente nada por ela, talvez tenha feito por vingança, ou descontar, mas tudo parecia muito errado agora...
Ela pega no braço dele, e o olha com os olhos juntos. — Escuta, eu sei mas agora não da para voltar atrás. — Ela mantém seus olhos fixos, nós dele. — Se eu falar alguma coisa meu chefe certamente vai me demitir, e duvido muito que encontre emprego em outro lugar. E por que se importar com Cibele? Ela traiu você.
Ela morde os lábios, tentando ser sensual, mas falha tristemente. Ele olha para baixo, e volta a olhar nos olhos dela.
— É como dizem, um camelo não vê a própria corcunda. — Ele apronta para ela toda, e junta os lábios e solta os braços. — Não importa o Cibele tenha feito, isso não está certo com ela.
Ele tem seus olhos vermelhos e pensa o quão confuso e estranho aquele momento era...
— Nossa, você tá parecendo minha avó falando esses provérbios. — Ela franze a testa, e coça seu nariz, e cruza os braços.
Ele dá meia volta e aponta seu dedo indicador para ela, e em tom firme. —Seja honesta! vai esta fazendo o que e certo, ele ergue as sobrancelhas, e volta. — Se quer mesmo numa chance comigo. Va e diga a verdade, sua prima mao merece isso.
Um pouco mais tarde, Atena chega de seu almoço com Sebastian seu noivo. Ela vai até o porto Apolo. Ela o vê, sentado no cais com os ombros para frente, com o corpo bastante encolhido, olhando o mar.
— Oi, oi. — A ruiva disse com um sorriso amigável no rosto, ela estourou as bochechas. — Soube como foi o almoço hoje, vim saber como você está? — Ela pergunta com os olhos estreitos, e se aproxima, sentando ao seu lado.
— Bom, eu tô bem, eu me viro. Sua irmã sabe que você está aqui? — Ele pergunta mordendo a maçam em sua mão.
— Apolo? Sou sua melhor amiga a anos, e claro que eu entendo a delicadeza da minha situação. Porém, vou sempre está aqui para ouvir.
Ele fechou a cara e bateu na testa dela de leve, esse era cumprimento deles. Ela riu e o encarou.
— Sua amizade me mostrou que um amigo, pode sim se torna um irmão...— Ela assenti com a cabeça, e o olha com os olhos espremidos, ela brincou com seu brinco. — Então anda, desembucha.
— Eu beijei a Iris ontem, e eu sei péssima decisão, mas decidir que vou seguir em frente, chega de pensar na sua irmã. — Ele move as mãos fazendo um sinal de basta, e termina de comer a maça.
— Bom, eu acho que a historias de vocês foi linda. Foi um ciclo entende? Não sei quando se ama alguém você sabe, se minha irmã parou de te amar, eu não sei! Ela não parou de falar sobre o termino de vocês ontem, e de como foi difícil de ver partir. — Atena pegou um pedaço de fiapo da manga e ficou brincando com o mesmo.
— É que alguma coisa me faz acreditar em destino, achei que fosse ela. Até por que o que eu senti, sinto, é tão forte... mas, obrigado por está aqui. — Disse com um dando sorriso sem mostrar os dentes, ele beliscou a ponte do nariz dela.
— Bom, quando estiver pronto para namorar me diga, tenho ótimas amigas para apresentar para você. — Ela dá uma piscadinha e cai na risada.
— Você sabe que eu moro na mesma ilha minúscula que você num é? —Ele deu um t**a na testa dela.
Um t**a na testa era o ''cumprimento'' Dos dois, desde de crianças.
Ela sorrir e puxa o fiapo de vez, se levantando apoiando as mãos para se levantar. Ela deu um t**a na testa.
— Preciso ir, não tomei o remédio da minha rinite. — Ela suga o ar e espirra.— E já vi que vou precisar. Tudo bem?
Ele assente com a cabeça, fazendo sinal positivo e a ver indo embora, ele respira fundo fica ali observando a imensidão do mar.
Mas tarde Cibele senta novamente no balanço e sua mãe chega abrindo o portão.
Ela se senta ao seu lado e tira a bolsa dos ombros, a pondo no colo. — Vou ser avó? — Ela pergunta entusiasmada, dando um sorriso largo em seu rosto todo maquiado, ela encara a filha.
— Sim, sim mãe, e a melhor do mundo... — Ela disse erguido as sobrancelha e pegando em sua barriga.
Sua mãe não aguenta de felicidade. — Confesso que fico triste por não ser do Apolo. Me conta tudo, como ele, e como se conheceram, ele já sabe? É alto? — Ela fala rapidamente.
Cibele segura em seus ombros. — Mamãe, calma! Respira, eu o conheci na Itália, e...
—O que? Ele é Italiano? Como pode? — Sua mãe tem o terror ultrapassado em seu rosto, enquanto se benze rapidamente.
Cibele, fica sem entender essa reação dá mãe, até que ela se lembra. Ela entortou a boca.
— Ah! O pai da Alexia, mãe tem que parar com essa superstições, homens italianos não são amaldiçoa-os. — Cibele revira os olhos, e brinca com seu colar, e sorrir pro ar.
— Xi, fala baixo! Sua irmã n******e saber que você sabe, não quero ela metida com ele. —Júlia disse colocando o dedo medinho na boca, roendo as unhas, e sobrancelha junta, ela balança as pernas sentada no balanço.
Parecia nervosa! Cibele logo nota, e olha para sua mãe, fixamente com seu rosto franzido.
— É eu só sei o nome, Giovani Santoro, mas não sei por que você fica assim quando falamos dele. — Se encostou no balanço.
Júlia coça os cabelos ''Preciso mudar de assunto logo'' Ela pensa, ela puxa o ar.
— Mas, e você em? Nunca me perguntou quem era o seu pai. — Ela ergue as sobrancelhas.
Cibele lambe os lábios, e ainda de olhos fechados. — Não quero conhecer alguém que nunca me quis na vida dele, além do mais eu tive um pai, o vovó! — Ela abre os olhos e balanças os pé. — Mas é diferente mãe, o pai da Alexia não sabe da existência dela! Deveria di...
— Cibele, já chega, vamos mudar de assunto ok? — Júlia retruca dando meio sorriso, ela logo abre abolsa e mostra as fotos que tirou de sapatinhos de bebê, entre outras coisas.
Júlia tinha medo que Alexia descobrisse a verdade sobre seu pai e se aproximasse dele, Júlia sabia que ele não era boa coisa, não é atoa que ela pensará nele como o maior erro da vida dela... Segundo Júlia, quanto mais longe Aleia ficasse dele, melhor para ela...
— Gente, a Iris tá chamando todo mundo para sala agora. — Diz Alexia saindo para ora enquanto masca chiclete.
Cibele respira fundo, para não pegar Iris pelos cabelos, sua mãe ela entram e sentam no sofá. Atena entra pela pronta e se junta a elas no sofá. Todas á encaram.
— Entao, eu quero dizer a todos que a Cibele não estava mentido quando disse que robei duas autorias, eu não sei o que dizer, eu sinto muito, lágrimas de desespero caem no rosto do Iris ela limpa, mas seus olhos continuam vermelhos.
Sua avó põe a mão no coração, Agnes de sente triste e tenta entender o por que.
Mas Cibele de levanta, e olha com o rosto um sorriso verdadeiro suas bochechas levanta. — Que bom que admitiu Iris! — Ela sente seu coração aliviado...
— Você me perdoa? — Iris leva os punhos aos olhos enxugando as lágrimas, cabelos passeiam pelo seu rosto. — Eu não sei o que deu em mim.— Ela soluça pondo os braços sobre os ombros de Cibele em um quase abraço — Eu ja mandei um e-mail para eles dizendo a verdade, acho que o emprego e deu! — Ela força um sorriso.
— Ei, eu te vejo, te entendo, te amo... — Ela sorrir, naquele momento cercada por sua família Cibele. — E eu também tenho anuncio a fazer, como todas sabem eu estou gravida, mas o que a vovó me fez perceber e que eu mao estou sozinha. Eu irei criar essa criança aqui, eu quero ela correndo pelas ruas de Santorini e nadando no mar e vivendo aqui...
— Isso e ótimo! — Diz sua mãe ainda em choque com a confissão de Iris, mas Júlia é tomada por lágrimas ao lembrar de Cibele pequena, sua menininha iria ter um bebê.
Ela começa a chorar, elas se unem no abraço, eram mulheres choronas devo confessar.
Tereza se espreme no sofá queria nao esta ali, ela foca se cabeça baixa absorvendo tudo. Atena logo estende a mão chamando a tia para o abraço. Ela entra no abraço e Ali elas ficam, sua avó tem a ideia de jogar baralho, e elas aceitam jogam a noite toda.
Cibele realmente queria ficar em paz com sua prima, embora ainda não entendesse por que ela agiu assim, mas a perdoou de coração, tinha coisas mais importante para pensar. Não para de pensar que pela manhã ela iria ver Pietro...