Capítulo 38 1 mês depois. Devagar, escoro a porta do quarto, viro o rosto e encaro ele dormindo todo entubado, fecho os olhos com força, rogando aos céus para não chorar de novo, como todas as vezes que fiz ao entrar aqui, suspiro levemente e vago minuciosamente até sua cama, beijo sua testa, pousando em seguida, minha bolsa no pequeno móvel do lado, sento em minha cadeira, sim minha cadeira, ela tem sido só minha por todo esse tempo em que ele dorme. Quando ele acordará, meu Deus? Eu não consigo mais, está tudo tão difícil sem ele ao meu lado. Já sentada, pego em sua mão que contém um pequeno prendedor, inevitavelmente sorrio ao perceber que eu m*l sei o nome dos aparelhos, trago sua mão para mais pertinho de mim e esfrego meu rosto nela voluntariamente, eu preciso tanto

