A água também é um bem comumente compartilhado. Não é raro ver pessoas carregando baldes ou galões de água pela favela. A fonte do recurso é a torneira de algum parente ou vizinho ao lado pertencente a mesma rede social. As “borrachas” (mangueiras) ligadas em inúmeras torneiras criam caminhos e desenhos sinuosos no chão da favela, ligando vizinhos num emaranhado de canos maleáveis por onde passa o mais valioso dos bens.
Existe um tipo de mercado local – podemos chamá-lo de “criativo”, “alternativo” ou “colaborativo” – que procura atender, preferencialmente, à população de baixa renda que não tem acesso ao mercado formal nem aos programas governamentais de provisão.
Os moradores de favela me ensinaram a enxergar o que a sociedade do asfalto nunca conseguiu: viver o compartilhamento na sua essência, onde o coletivo se sobrepõe ao indivíduo em muitas situações..
muita gente acha que a favela é só mais um lugar aonde a criminalidade vendas de drocas mais não a favela ainda tem pessoas boas que batalhar para ter sua casa para sustentar suas familias consertesa não a lugar melhor para ficar na favela a gente conhece a realidade brasileira é facil morar na cidade julgar as pessoas sem saber o carater delas eu amo a favela...