Márcia Narrando
Entrei na sala de cinema apertando uma perna contra a outra, sentindo minha intimidadë pulsar. Fechei os olhos por um instante e vi Dimas na minha mente. Já imaginava o que ele tinha me mandado na foto hoje… Roçando dentro da minha boca.
Passei no balcão, comprei pipoca e refrigerante e entrei na sala. Procurei minha poltrona e sentei.
O filme começou. Olhei pros lados; a sala até que tava vazia, e na minha fileira só a minha poltrona estava ocupada. Não demorou muito depois que o filme começou. Senti a presença de alguém ao meu lado. Me virei e, pra minha surpresa, Dimas tava ali. A galera começou a gritar pra ele sentar.
Eu senti o coração acelerar. Puxei o braço dele. Ele sentou ao meu lado, a expressão séria, mas o olhar carregado de desejo. A fileira inteira estava vazia, só nós dois ali, escondidos na penumbra da sala de cinema.
Minha respiração estava pesada, e eu sabia que ele sentia isso. Me ajeitei no assento e, sem desviar o olhar, escorreguei devagar da poltrona, abrindo bem as pernas dele, sentindo o calor subir pelo meu corpo. Apoiei os cotovelos nos joelhos dele, encarando seu rosto, mas minha mente só conseguia pensar no que eu queria naquele momento.
Ele chamou meu nome com aquela voz grossa e rouca, a mão grande deslizando pelo meu rosto.
— Márcia… Você não vai fazer isso, né?
Sorri maliciosa, sentindo a pulsação dele aumentar.
— Larga de ser careta, Dimas.
Balançou a cabeça, meio que negandö, mas já rendido. Minhas mãos já estavam dentro da cueca dele antes que ele pudesse reagir de verdade. Senti o calor, a rigidez.
Puxei o paü dele pra fora, e ele fechou os olhos, soltando um suspiro pesado.
— Você vai me matar, menina…
A adrenalina me consumia, e eu adorava ver aquele homem enorme, sempre no controle, agora ali, entregue, refém do meu toque.
Passei a língua devagar, sentindo o gosto do pré gözo antes de colocar ele na boca quente. Minha mão subia e descia, apertando com firmeza, enquanto eu sugava, sentindo o peso da mão dele apertando meu cabelo com mais força. O cinema não estava cheio, mas as poucas vozes e risadas estavam abafadas pelo som do filme, mas eu só conseguia prestar atenção nos gemidos roucos que ele soltava, quase inaudíveis, mas carregados de desejo.
— Carälho, Márcia… — ele resmungou baixo, a voz rouca e falha, jogando a cabeça para trás enquanto os dedos puxavam meus fios.
Aquilo me fazia querer mais. Queria ver ele perder o controle, queria sentir o corpo dele se pulsando entre as minhas mãos. Desci a boca até a base, sentindo ele pulsar quente e duro dentro da minha boca, e subi devagar, deixando um rastro de saliva. Ele arfou, os músculos do abdômen contraindo, e eu sorri, provocando, olhando para ele com a boca ainda ocupada.
— Porrä… você… — ele tentou falar, mas eu o silenciei o engolimos de novo, ritmando os movimentos, aumentando a pressão.
O perigo de alguém perceber, o barulho do filme encobrindo os sons, o calor das luzes fracas piscando na tela… tudo tornava aquele momento ainda mais eletrizante. Ele puxou meu cabelo de leve, me guiando no ritmo que queria, e eu obedeci, sentindo ele cada vez mais próximo do limite. O corpo dele tremia, as coxas enrijeciam, e quando ouvi ele gemer meu nome de novo, soube que tinha levado ele até onde queria.
— Márcia, putä que pariu, o que tu tá fazendo, menina? — falou, espremendo as palavras.
— Göza gostoso na minha boca, grandão. — falei, provocando ele.
— Carälho, Márcia, tu tem carinha de menina e mente de diabinhä safadä. — ele rosnou, entre os dentes.
Eu continuei me movimentando, sentindo o líquido dele enchendo minha boca, com ele gozändo e tentando abafar o som que saía da boca dele. Ele revezava, olhando para mim e para os lados, tentando ver se tinha alguém olhando.
— Seu leitinho é gostoso, e a sensação é melhor que sonho de valsa por fora e chocolate e leite ninho por dentro. — ele mordeu os lábios.
Eu fui subindo pelo corpo dele com uma mão segurando firme no paü dele e a outra deslizando pelo peitoral. Ele deu aquela escorregada na poltrona eu deitei o meu corpo sobre o dele, selando nossos lábios. Ele levou a mão no meu cabelo e beijou a minha boca.
— Quero sentir seu gosto, quero a sua xoxöta novinha e cheirosa na minha boca. — ele falou, removendo os apoios dos braços da poltrona e me deitando com cuidado.
Ele passou uma das minhas pernas por trás do corpo dele, a outra firme em cima do seu colo, e deslizou uma das mãos. Ele enterrou o rosto entre as pernas, tendo contato com a minha intimidadë, que estava completamente molhada.
— Que porrä de cachoeira é essa? — ele falou, começando a brincar com os dedos.
Ele falou, se referindo à minha própria lubrificação, que já escorria pelas minhas pernas. Começou a me torturar com o dedo como se fosse um DJ, puxando, mas não apertando.
— Aaaaaah... Dimas... — gemi, me contorcendo na cadeira. Ele não teve a mão firme e deslizou os dois dedos do meio para dentro, com a palma da mão virada para cima, com o polegar prensado no meu clitóriis.
— Eu te avisei sobre brincar com fogo... — ele disse, com a voz carregada de tesãö. Levou uma das mãos até seu próprio paü e começou a se estimular.
Ele revezava o olhar entre mim e o filme, enquanto eu apertava os meus próprios s***s, deitada na poltrona.
— Quero sentir o seu gosto, gostosa. Quero xoxötinha novinha na minha boca — ele falou com a voz rouca, puxando meu corpo mais para perto dele.
Dei um impulso nos joelhos, colocando os pés apoiados na poltrona. Ele foi inclinando-se e, de repente, enfiou a cara entre as minhas pernas. Quando sua boca quente entrou em contato com minha pele, um choque elétrico percorreu meu corpo.
— Dimas... — gemi, e alguém lá atrás mandou calar a boca.
— Vai ter que aguentar em silêncio, foi você quem provocou — ele disse, tirando a boca de minha intimidadë e pressionando com o dedo enquanto falava.
Voltando a enterrar a boca na minha intimidadë, ele começou aquela tortura deliciosa, puxando meu clitóriis devagar com os dentes, colocando os dedos dentro de mim enquanto sugava meu clítorïs com um beijo de língua, me fazendo rebolar em sua mão.
— Se eu soubesse que era tão gostoso assim, já tinha feito antes — falei entre gemidos.
Quanto mais eu falava, mais eu intensificava os movimentos com a boca e as mãos, me fazendo explodir de prazer.
— Dimas... e... eu... V-vou... — não consegui falar, só explodi, sentindo o líquido escorrer pelas minhas pernas. Eu fiquei toda molhada, e eu percebi que não foi um orgasmö, percebi que o braço dele estava molhado também.
— Carälho, o que é isso, novinha? — ele falou, com a boca perto da minha intimidadë, e o calor da sua respiração fazia meu corpo contrair, me levando ao auge do prazer ainda sentindo o corpo como funcionando por causa do orgasmö.
— Quero sentir seu paü atolado em mim — falei, me levantando e sentando no colo dele, de costas para ele.....