Preto Narrando Ver minha mulher daquele jeito, entregue, toda melada, me fez sentir um orgulho do caralhö. Passei os dedos no meio das pernas dela, sentindo aquele líquido quente escorrer, e levei à boca, olhando nos olhos dela. — Caralhö, Raquel… olha isso, porrä… isso tudo é meu, né? — passei a língua nos dedos, sentindo o gosto dela, enquanto ela me olhava com aquele fogo que só ela tem. — É teu, amor… tudo teu… — a voz dela saiu manhosa, carregada de tesãö, me deixando ainda mais duro. — Então fica de quatro pra mim. Quero ver essa porrä tremendo quando eu meter. Ela obedeceu sem pensar duas vezes, empinando a bundä daquele jeito que me deixava doido. Passei a mão firme, apertando a carne macia, sentindo ela se arrepiar inteira. Encostei a ponta do meu paü na entrada dela, só pro

