CAPÍTULO 001 – ÁRIES (Parte 01) – “O Bilionário Excêntrico”
Protagonistas:
ADOLFO
ARIANO
Personagem do Signo:
LETÍCIA
Características do Signo: Paciente, Interesseiro, Persistente, Bon Vivante (gosta de viver bem, comer, dormir etc.), Obstinado, Força de Vontade.
Elemento: Terra (Racional)
Outros Personagens:
HELENA
KEYLA
Observação: Se tiver interesse em ver as imagens dos personagens, consulte as notas do autor
Iniciando ...
♈️ SIGNO 01 – ÁRIES (Parte 01)
[ADOLFO (POV)]
Eu adorava vê-la por aquele ângulo. Ajoelhada, com a minha røla na boca, sempre me olhando nos olhos. Eu sentia um tesãø tão forte que, naquele momento, peguei o celular e decidi gravar a cena. Ela protestou, como sempre fazia, mas eu adoro rever depois as nossas gravações íntimas.
Como de costume, ela tentava esconder o rosto com as mãos. Eu ordenava que ela parasse e chupasse direito. Ela ficava put@, ameaçava morder o meu pénis, mostrando os dentes, mas logo voltava a fazer aquele bøquete babado e bem-feito.
Apoiei o celular no porta-retrato com a foto do nosso casamento e posicionei-a de quatro em cima da cama. Coloquei a bund@ dela no sentido da câmera, porque eu também adorava ver minha mulher naquela posição. Abri as bandas da bund@ com as mãos e comecei a beijar, lamber e chupar o seu cu e a sua bucet@, que eram rosados e depilados.
Seu traseiro era empinado e firme, graças aos anos de natação e treino. Como sempre, dei um tapa, arrancando um gemido dela. Ela me pediu para ir com calma, porque iria ficar marcada e teria que usar maiô no fim de semana. Eu respondi que até lá a marca já teria sumido e, enquanto isso, fui ajeitando o meu p@u em sua xøxøta, que já estava bem molhada.
Só para torturá-la um pouco, eu ficava colocando e tirando a ponta da cabeça, esfregando o meu membrø por toda a extensão da sua bucet@. Ela choramingava e me pedia para enfiar de uma vez, enquanto eu repetia a brincadeira, fazendo com que ela jogasse o quadril para trás, ansiosa por ser penetrada. Eu também me movia para trás, provocando-a.
Fiz esse movimento mais umas duas vezes, até que ela virou a cabeça para trás, com cara de enfezada e eu achei que era a hora de parar de brincar. Empurrei tudo o que podia, avançando mais da metade da minha røla para dentro de sua gruta. Ela gemeu gostoso e me chamou de bruto. Segurei-a pela cintura e continuei penetrando-a até chegar mais fundo e alojar praticamente todo o meu c@cete dentro dela.
Mais gemidos e xingamentos foram proferidos e isso me dava cada vez mais tesãø. Não resisti e dei outro tapa em sua bund@. Ela reclamou novamente, pedindo para eu parar. Peguei naquele rabø de cavalo, feito às pressas em seu cabelo, e comecei a føder com força aquela mulher que eu tanto amo.
Ela dizia que me amava, e eu respondia de volta, até que ouvimos vozes bem conhecidas e diminuímos o barulho que estávamos fazendo. As vozes eram de nossos filhos, nos avisando que haviam chegado. Era uma pena ter que acabar com a brincadeira, mas eu tratei de acelerar os movimentos, aumentando o barulho que nossos corpos faziam com ela me pedindo para ir mais rápido e para fazê-la gøzar.
Percebi que ela estava com a mãozinha dela na xøxøta, se tocando porque estava atrás do próprio ørgasmo, desesperada em não conseguir no mesmo tempo que eu, pois a nossa brincadeira teria que se encerrar.
Acabou, que ela chegou ao clímax antes que eu e gøzøu baixinho, quase choramingando, novamente dizendo que me amava e que seria minha esposa até o fim de nossas vidas. Tirei o meu p@u de dentro dela e chamei-a rápido para tomar o “leitinho especial” que ela tanto adorava.
Olhei novamente a minha linda esposa com a boca aberta e a língua para fora, esperando meu gøzø, que chegou farto, com três jatos iniciais mais fortes, indo para sua boca, bochecha e nariz, enquanto ela tentava sorver o máximo que conseguia, colocando o meu c@cete na boca e bebendo os jatos restantes que percorreram o caminho até a sua garganta.
Maravilhoso, como sempre.
Eu estava olhando para a tela do meu celular, vendo aquela cena de sexø que fiz no dia anterior com a minha esposa, quando o piloto me chamou a atenção.
(Piloto) — A partir daqui tudo é propriedade do Sr. Flores. É de perder de vista.
Olhei para baixo e vi aquela quantidade de terra que não acabava mais. Era muita terra … E tudo pertencia a uma só pessoa. O Sr. Flores era um dos homens mais ricos do Brasil. Bilionário. Tinha mais ou menos a minha idade.
Eu tenho 41 anos e me chamo Adolfo Bandeira Neto. Sou caucasiano, loiro, olhos azuis, com 1,76 m de altura. Tenho um corpo atlético, graças à minha intensa rotina de treinos, e me considero um homem muito bem-dotado, com 21 cm de røla com uma boa grossura. Trabalho no setor de segurança, criando projetos para tornar a vida dos ricos mais segura.
Sou casado com Diana, de 37 anos. A nossa união já dura quase 20 anos e temos um casal de filhos: Suzy, a mais velha, com 17 anos, quase 18, e Jonathan, com 16. Diana é uma mulher maravilhosa, tem 1,72 m de altura e, quando coloca sapato de salto, fica mais alta do que eu.
Ela já foi nadadora da equipe brasileira durante alguns anos, o que, além da rotina de exercícios em academia, garantiu a ela uma forma física invejável para mulheres mais próximas dos 30 anos. Hoje trabalha como Diretora de Marketing numa empresa e, aos sábados, é treinadora de natação no CRVG, como uma espécie de voluntária num projeto social.
Ela sempre se manteve em forma … e que forma! Os seus seiøs tamanho “M”, siliconados para manter aquela sustentação que desafia a gravidade. Passar pela gravidez, duas vezes, deixou marcas, que ela conseguiu reverter com muito treino e alguns tratamentos estéticos.
Seu cabelo loiro estava sempre com um rabø de cavalo que eu adorava puxar na hora das transas. Solto, chegava quase na bund@, que era durinha e empinada. Sua bucet@ sempre foi um pouco carnuda e até lhe causava alguns constrangimentos quando competia, porque marcava muito no maiô.
(Piloto) — Estamos chegando, Sr. Bandeira. Se o senhor olhar à sua direita, irá ver a residência principal do Sr. Flores.
(Adolfo) — Residência? Você quer dizer mansão, né?
(Piloto) — E essa nem é a maior … você precisa conhecer a que o Sr. Flores tem em Brasília.
Fizemos um pouso tranquilo e, no hangar, havia um carro com motorista me aguardando. Eu fui sozinho, porque o piloto disse que teria que reabastecer o avião e fazer uma manutenção de rotina.
O motorista me levou para a mansão do Sr. Ariano Flores, também conhecido como o Sr. Midas, pois, diz a lenda que, tudo o que ele coloca as mãos “vira ouro”. A casa, ou melhor, mansão, era impressionante. A porta de entrada devia ter de 4 a 5 metros de altura e o pé-direito da casa acompanhava essa estrutura.
Uma governanta estava na porta me aguardando, e a primeira coisa que eu notei nela foram os seus olhos. Eram de uma cor totalmente fora dos padrões. Com certeza eram lentes, pois eu nunca tinha visto na minha vida olhos de cor violeta. Sei que são muito raros e a atriz Elizabeth Taylor também tinha, mas eu nunca tinha visto pessoalmente.
Ela tinha a pele parda, cabelo negrø até a altura do pescoço, e suas roupas, perfeitamente alinhadas, lhe conferiam um ar imponente.
No entanto, me surpreendi quando ela conversou comigo. De um jeito bem informal, disse que o Sr. Flores estava finalizando uma reunião e perguntou se eu desejava beber alguma coisa. Eu disse que, naquele momento, eu não queria nada, e ela me convidou para me sentar no sofá, dizendo que ele logo viria se encontrar comigo.
Fiquei admirando os quadros que havia na sala. Eu não entendia quase nada de arte, mas sabia diferenciar um Monet de um Dali. Olhei para o outro lado e vi mais quadros, mas, dessa vez, não fazia ideia de quem eram os artistas. Talvez Tarsila do Amaral, pelas características peculiares.
Eu escutei vozes se aproximando e vi duas mulheres conversando em trajes de banho. Uma loira e a outra morena. Elas me olham e acenam para mim. Eu, imediatamente, acenei de volta, e as duas desaparecem pelo corredor até que suas vozes diminuem e cessam.
(Ariano) — Sr. Bandeira, é um prazer recebê-lo aqui na minha humilde residência. — Disse aquele homem alto e encorpado, vestindo um robe dourado, e me estendendo a mão para um cumprimento.
(Adolfo) — O prazer é meu, Sr. Flores. É uma bela residência.
(Ariano) — Estamos fora do ambiente de trabalho. Pode me chamar de Ariano. Eu prefiro.
Sorriu aquele homem com os dentes mais perfeitos que eu já tinha visto na vida.
(Adolfo) — Tudo bem, Ariano. Você também pode me chamar de Adolfo, porque quando escuto alguém falar “Senhor Bandeira”, eu fico procurando pelo meu pai.
(Ariano) — Ótimo! Excelente! Fez boa viagem, Adolfo?
(Adolfo) — Foi bem tranquila!
(Ariano) — Vamos até o escritório conversar um pouco e eu aproveito para lhe mostrar um pouco da minha casa, já que você disse que é uma bela casa.
Ariano levantou-se, ajustou o robe dourado e começou a caminhar até a porta do escritório. No caminho, porém, fez uma pausa, olhou para mim com um sorriso que parecia cortês, mas nos olhos tinha algo mais intenso, quase calculado.
— Antes de qualquer conversa … me deixe te fazer uma pergunta. — Ele baixou a voz, como quem compartilha um segredo. — Até onde eu sei, você é casado, certo?
Fiquei um pouco surpreso com a pergunta, mas logo pensei que ele deve ter pesquisado sobre mim. Coisa normal nos dias de hoje, quando se contrata alguém para algum serviço. Principalmente quando o assunto é segurança.
— Sou. Aliás, muito bem-casado.
— Você é feliz com a sua esposa, Adolfo? — Perguntou o bilionário, com um olhar entusiasmado.
Eu estranhei o tom, mas respondi com naturalidade.
— Claro que sou. Estamos há quase vinte anos junto.
Ariano deu um leve sorriso, quase imperceptível.
— Interessante. — Ele fez uma pausa, como quem escolhe as palavras. — Então, talvez você não esteja preparado para algumas coisas que vão acontecer aqui.
Ariano então abriu a porta do escritório e, com um gesto convidativo, disse:
— Vamos! Não quero que você fique mais ansioso do que já está ... e não se preocupe com contratos, documentos, ou coisas do tipo. Eu sou ... digamos ... excêntrico. Quero que você se preocupe só … comigo.
Continua ...