DEISE — Merda, merda, merda! — É Marcelo. Ele grita sem parar — Não fecha o olho p***a, continua falando comigo, merda Anderson... Consigo ouvir de onde estou. O desespero me deixa ainda mais temerosa e, mesmo com dores espalhadas pelo corpo, devido ao impacto quando Anderson me jogou, busco equilíbrio para me levantar e correr até eles. Minha visão está embaçada mas ainda assim eu consigo visualizar a cena assustadora diante de mim. Trago minha mão a boca tentando abafar o grito quando me ajoelho em aflição. O sangue sai sem parar do seu peito, desvio para olhá-lo no rosto o encontrando com a boca entre aberta enquanto faz uma careta de dor e tenta respirar. Ah meus Deus... Marcelo o tem ao seu lado, ele não sabe o que fazer e sua única reação é pedir para que Anderson não feche os

