PONTO DE VISTA DE ELIZA Depois da nossa conversa sincera, Alexander olhou fundo nos meus olhos. Não foi até ele estender a mão e passar o dedo suavemente pelo meu braço que segui seu olhar e notei o sangue seco manchando minha pele. Seu maxilar se apertou. "Você não deveria ficar nesse estado," ele disse suavemente. Antes que eu pudesse protestar, ele se virou para o servo mais próximo e pediu que preparassem água quente. A autoridade tranquila em sua voz me provocou um arrepio, embora eu não soubesse se era de conforto ou algo mais profundo. Quando chegamos à sua tenda, a água já estava pronta. "Eu posso fazer isso—" comecei a dizer, mas ele me lançou um olhar que me fez calar. Não era por imposição, mas por outra razão. Uma necessidade de cuidar de mim. Uma necessidade que

