🩸Testes de Confiança🩸

1348 Words
oi a partir de agora será Segunda, Quarta e sexta Aproveitem o capítulo {=======================================} Autora [Algumas horas antes] Taeyhung entrou em seu quarto após verificar Yongui, que, do ponto de vista dele, estava muito fofo com os olhos miúdos e um bico nos lábios, o que mostrava o quanto estava cansado. E não era para menos. Taeyhung viu o quanto Yongui m*l dormia completamente na cela, pois tinha certeza de que, assim que entrasse em um sono profundo, correria perigo. Fechou a porta e não viu ninguém no quarto. Ouviu o barulho do chuveiro e logo se dirigiu ao banheiro, encontrando o parceiro tomando banho, totalmente alheio ao mundo… ou era isso que ele pensava. — Pensei que irias dormir lá — disse Hoseok, sem se dar ao trabalho de olhar para trás, assustando o companheiro. — Claramente eu não sou louco o suficiente para trocar meu girassol por nada — respondeu Taeyhung, tirando a roupa para se juntar a Hoseok. — Eu sei que ele não é nada… — disse, deixando as palavras no ar. Taeyhung suspirou e entrou no box, abraçando sua cintura enquanto sentia a água molhar seus cabelos. — Não vamos pensar nisso agora, está bem? — disse, virando Hoseok de frente para si. — Agora eu quero sentir o meu mozinho. Deu-lhe um beijo antes que ele pudesse protestar. Hoseok até tentou se afastar, mas seu lobo sentia muitas saudades do Alfa. Ele não podia mentir que também havia sentido. — Essa conversa ainda não acabou — disse Hoseok, abraçando seu pescoço e se entregando ao prazer de sentir seu companheiro novamente. Os dois tiveram uma noite muito prazerosa, cheia de saudades. --- No dia seguinte, como sempre, Hoseok acordou antes do sol nascer. Por mais que tivesse dormido apenas três horas, estava muito feliz. Olhou para o lado e encontrou Taeyhung dormindo pacificamente, como há muito tempo não dormia. Aproximou-se mais do Alfa e o abraçou. Instintivamente, Taeyhung também o abraçou, liberando feromônios para marcá-lo, o que fez Hoseok rir da possessividade do Alfa. Mas logo sua felicidade foi por água abaixo quando se lembrou do que aconteceu no dia anterior. O ômega chamado Yongui era muito bonito e, pelo pouco que conseguiu perceber, também era inteligente, calculista e perigoso… muito perigoso. Era estranho admitir, mas Hoseok se sentiu intimidado pelo ômega. Ainda mais quando Taehyun disse que Yongui era o ômega de Taeyhung. Mesmo que Yongui tenha afirmado não gostar de Alfas, Hoseok ainda ficou com um pé atrás. De repente, pensamentos estranhos começaram a surgir em sua cabeça, criando paranoias: "Ele está te traindo." "Ele não gosta mais de você." "Ele só está contigo por obrigação." "Ele não te ama." "Você não vale nada." "Ninguém nunca precisou de você." "Se mata logo." — Para com isso. Hoseok foi tirado de seus pensamentos pela voz lupina de Taeyhung, que sempre funcionou como calmante em sua vida. — Não achas que é cedo demais para ficar alimentando esses pensamentos ridículos? — perguntou, agora com sua voz natural, meio rouca por ter acabado de acordar. — Desculpa ter te acordado — disse Hoseok, aninhando-se mais em seus braços. — Não faz m*l. Ainda bem que acordei antes que algo acontecesse, como da última vez — respondeu, abraçando-o mais forte e aproximando-se de sua glândula de cheiro, seu lugar favorito no mundo. — Ah, como senti saudades do seu cheiro de girassóis… minha flor favorita. Hoseok riu, pois era o que Taeyhung sempre dizia quando passavam algum tempo separados. E, de fato, girassol era a sua flor favorita. — Precisamos nos preparar para o pequeno-almoço — disse Hoseok, levantando-se. Mas logo foi puxado de volta para a cama por Taeyhung, que o abraçou novamente. — Eu não quero… quero ficar com o meu ômega — fez birra como uma criança. — Onde já se viu um Alfa desses fazendo birra para levantar? Hoseok se divertiu ao ver um bico crescer nos lábios do companheiro. Bico esse que logo foi beijado por ele. — Bom dia — saudou Hoseok. O sorriso de Taeyhung cresceu ainda mais. — Só com isso meu dia melhorou cem por cento — disse, sentando-se na cama e se espreguiçando. — Ainda bem que pude ver seu sorriso agora, porque daqui a pouco vai ser só carranca nessa cara — brincou Hoseok. — Anda, vamos tomar um banho e aproveitar que ainda ninguém acordou para dar um chamengo gostoso no banheiro. — Olha que o dia está lindo! Taeyhung levantou-se rapidamente e correu para o banheiro, fazendo Hoseok soltar sua famosa gargalhada escandalosa. — Vamos! Está esperando o quê? Hoseok percebeu então que ele já estava completamente nu. --- O começo da manhã deles foi tranquilo e carinhoso. Mas logo estavam preparados para enfrentar o mundo. Dirigiram-se à sala de jantar, encontrando Namjoon já sentado à mesa com seu habitual jornal nas mãos. Cumprimentaram-no e se sentaram em seus lugares. Não demorou muito para Jenny aparecer também, sentando-se à mesa em silêncio. Cerca de cinco minutos depois, Yongui apareceu acompanhado de um empregado beta. O homem tinha marcas vermelhas no rosto, o lábio cortado e a roupa amassada. Enquanto isso, Yongui permanecia intacto, como se nada tivesse acontecido. Ele apenas se sentou em uma cadeira próxima a Namjoon e o encarou fixamente. O empregado se abaixou e sussurrou algo para Namjoon, que suspirou e olhou para Yongui, que continuava a encará-lo como se quisesse matá-lo. Namjoon dispensou o empregado, dando-lhe alguns dias de folga até que se recuperasse. O homem curvou-se em respeito e saiu da sala. Antes que alguém pudesse dizer algo, Taehyun apareceu. — Bom dia, amados irmãos, cunhados… e cascavel. Deixou o último comentário para Jenny, que apenas deu de ombros. Taehyun sentou-se ao lado de Yongui e lhe deu um beijo na bochecha, deixando-o desconfortável. Instintivamente, Yongui limpou o local. — Não é para limpar. Taehyun repetiu o beijo. Antes que Yongui limpasse novamente, segurou suas mãos. — Se voltar a limpar, eu coloco batom e beijo seu rosto inteiro, para você ficar marcado pelos meus lábios para sempre. Sentindo-se derrotado, Yongui desistiu e voltou a encarar Namjoon, esperando explicações sobre o ocorrido mais cedo. — Primeiro vamos comer, porque o dia vai ser longo — disse Namjoon. Assim, o pequeno-almoço foi servido. Não demorou muito para que a mãe de Jenny e o filho de Namjoon também se juntassem à mesa. [...] No escritório estavam reunidos Taehyun, Taeyhung, Hoseok, Yongui, Jenny e Namjoon, sentado atrás de sua mesa. — Antes de mais nada — começou Namjoon — devo minhas sinceras desculpas, Yongui. Todos olharam para ele. Yongui apenas cruzou os braços, sinalizando para que continuasse. — Desculpas pelo quê, Oppa? — perguntou Jenny. — Por ter mandado alguém atacá-lo. Todos ficaram em choque. — Mas eu precisava confirmar algo — continuou Namjoon. — Claro que você não precisava exagerar. O coitado vai ficar de cama por um bom tempo. Yongui apenas deu de ombros. — Então é por isso que Clay estava todo destruído e mancando como se tivesse sido atropelado por um caminhão? — perguntou Taehyun, misturando surpresa, incredulidade, medo e admiração. — Sim — confirmou Namjoon. — Eu só precisava testá-lo um pouco, para confirmar algumas dúvidas que estavam na minha cabeça. Isso também era necessário para decidirmos se podemos ajudá-lo. Ele olhou diretamente para Yongui. — Então… estamos bem? Yongui apenas assentiu. — Sendo assim… a reunião começou. [...] A cena muda para um hospital psiquiátrico isolado no sul de Seul. Um lugar que abriga pessoas que nem mesmo a polícia quer arriscar lidar. C.S.P.S. Era para lá que Yongui seria enviado… se não fosse pela intervenção do promotor e deputado Choi. Apesar de parecer um hospital psiquiátrico comum, a segurança funcionava como a de uma prisão — feita para impedir as pessoas de sair. Mas não para impedir que alguém entrasse. Essa era a falha. Na verdade, entrar ali seria fácil. O verdadeiro problema começava quando alguém tentava sair… ainda mais levando consigo um paciente que deveria permanecer ali para sempre. E é exatamente nesse momento que tudo vai começar. {=======================================}
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