Capítulo 2

1166 Words
Tonny esperou a filha acordado até às doze horas da noite e nada de sua filha chegar, e depois de conversar com sua esposa eles foram dormir mesmo estando muito preocupado., mais acordou quando ouviu o toque do seu celular e mesmo sendo um número desconhecido ele resolveu atender, ele levantou da cama com cuidado para não acordar a sua esposa e atendeu a ligação tira do quarto. — Alô, quem é? — Quero falar com tonny Duarte.— fala a enfermeira do outro lado da minha — Sou eu, mais com quem estou falando? — Gabrielle sou enfermeira do hospital sol nascente, estou ligando para informa que a sua filha Antonella Duarte está em observação aqui no hospital. — O que? O que aconteceu com ela?— ele pergunta preocupado e nem pensou em mais nada, apenas entrou no quarto e começou a trocar seu pijama por uma roupa e com a movimentação estranha Helena acabou acordando. — Não posso passar nenhum tipo de informação a mais por ligação. — Ok, como quiser, estou indo pra ir agora mesmo.— Ele desliga o celular e tenta se controlar, pois seu coração disparou ao ouvir a notícia de que sua preciosa filha, Antonella, havia sido assaltada. — O que foi tonny? A Antonella já voltou? — Ela está no hospital, estou indo pra lá agora mesmo saber o que aconteceu. — Eu vou com você.— Helena trocou de roupa rapidamente e os dois saíram de casa, entraram no carro e tonny sem perder tempo, ele se dirigiu imediatamente ao hospital, com a preocupação e a angústia caminhando lado a lado. Ao chegar no hospital Tonny e Helena foram até o balcão pedir informações e o responsável de lá disse em qual quarto a garota estava, e chegando lá eles verem Antonella em uma maca, cercada por dois de seus amigos mais próximos, Kelvin e Bernice. O rosto e quando ela viu seus pais alí ela sentou uma vontade muito grande de chorar, com medo e vergonha, porque se ela tivesse seguido as ordens do seu pai talvez nada disso teria acontecido. — O que foi que aconteceu Antonella? Vocês estão todos bem?— Helena pergunta indo até a filha e envolvendo ela em seus braços e olhando para os amigos dos filhos. _ Estamos bem sim tia Helena—fala Berenice — Agente foi assaltados, levaram o carro da Antonella, ela acabou de machucando quando eles jogaram ela para fora do carro.— Kelvin fala. — Meu Deus Antonella, eu não disse que era pra você tomar cuidado, você disse que voltava cedo e já viu que horas são? É por esse motivo que eu falo para você não sair a noite, se acontece algo mais grave com você garota?.— tonny acaba explodindo com a filha, ele estava com tantos sentimentos misturados que não consegui se segurar. Nos olhos de Tonny, misturavam-se a raiva pelo ato violento que sua filha havia sofrido e um alívio profundo por vê-la em segurança no hospital. — Me desculpa eu sinto muito mesmo pai, eu achei me perdendo no horário — Tudo bem Antonella, mais isso não vai mais acontecer.— Tony fala saindo da sala onde a filha estava deixando os demais sozinhos. — O papai agora é que vai ficar pegando no meu pé. — E com razão né querida, voce viu o que aconteceu. Eles ficaram alí conversando mais um pouco até que o médico retornou a sala de Antonella e deu alta para ela, e entregou uma receita também para ela com alguns medicamentos para os machucados. Kelvin ajuda a amiga a andar mais ao chegar no corredor tony que estava em uma ligação guarda o aparelho e vai até eles pegando a filha no colo e leva para fora do hospital, e como ela viu que seu pai estava chateado não disse mais nada. Os cinco entram no carro e tonny leva os amigos da filha para casa deles e logo depois eles vão para a sua onde ele deixa a filha no quarto com a mãe e vai para o seu escritório e liga para a primeira pessoa que iria ajudar ele naquele momento. — Oi pai! Porque me acordou uma hora dessa? São quatro e meia da manhã.— Allan responde do outro lado da linha com a voz um pouco rouca por ter recém acabado de acordar — Me desculpa filho, mais a sua irmã foi roubada e eu preciso de você para cuidar do caso, ela e os amigos já fizeram o boletim de ocorrência — Mais ela está bem? Se machucou?— Allan pergunta preocupado, pois ele é bem protetor com sua irmãzinha — Não precisa se preocupar ela já está em casa, chegamos nestante do hospital, só machucou a perna e o braço, logo logo ela estará bem. — Tudo bem, eu pego o caso dela sim, vários fazer de tudo para colocar esses meliantes na cadeia , eu vou falar com a tina e irei pra ir o mais rápido possível — Tá bom meu filho, venha mesmo que só assim vai me ajudar também na escolha de um guarda costas para ela, não vou permitir que ela ande mais sozinha. — Tá bom pai, pode deixar. — Tchau filho — Até em breve. — Tony desliga a chamada senta em sua cadeira e respira fundo com os olhos fechado, antes de começar a procurar o segurança para sua filha. (...) Horas mais tarde, Tonny, Antonella e Helena se reuniram para tomar café da manhã juntos. A atmosfera estava um pouco tensa devido aos acontecimentos recentes da madrugada, mas eles tentaram se concentrar no momento presente e na companhia um do outro. Enquanto tomavam o café, Tonny olhou para sua filha com carinho e preocupação, ainda processando o susto que tiveram na noite anterior. Por sua vez, Antonella tentava não deixar transparecer o quanto aquele incidente a afetara, mas seus olhos cansados e silêncios ocasionais denotavam uma certa vulnerabilidade, mais mãe que é mãe acabou percebendo que a filha não estava muito bem, ela deixou passar para conversar com ela depois, pois a garota nunca tinha passado por situações tão complicadas como a que aconteceu. Mais também ela conhece sua filha e sabe que ela não vai dizer o que está sentindo, e por esse motivo iria esperar Allan chegar para conversar com a irmã porque os dois se deram muito bem e ela confia muito nele mais do que em seus próprios pais, o que é engraçado para Helena. Depois que terminaram o café da manhã, Antonella se levantou da mesa. — Eu vou subir para o meu quarto — Porque não vai no jardim? Você está ficando muito trancada ultimamente.— fala o pai de Antonella — Me sinto melhor assim no momento — Tudo bem, qualquer coisa me fale.— Helena fal preocupada com a filha — tá bom mãe.— Antonella sobe para o quarto e os pais ficam conversando na sala.
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