— Amor, quando nós tivermos um filho, vamos trazê-lo aqui não é? — ela o encarou.
— Claro, quando ele tiver idade o suficiente. — piscou.
Any sorriu e apertou a mão dele. O passeio na montanha-russa foi incrível, os dois saíram da mesma, rindo como dois doentes.
— Vamos comer, eu estou morrendo de fome. — ele resmungou. — Tem um Mc Donald, bem ali... — apontou.
— Vamos amor. — os dois caminharam abraçadinhos até lá. — Está todo assanhado. — acariciando o cabelo do loiro.
Chegaram ao Mc Donald e fizeram os pedidos, logo arrastaram as bandejas até uma mesa afastada.
— Ai... — ela deu um gole no refrigerante. — Nem nos meus sonhos mais íntimos iria imaginar que um dia estaria em um lugar como esse. — ela sorriu. — É tudo tão incrível. Digo, para quem tem uma vida financeira limitada como eu. — ele sorriu dando uma dentada no sanduíche. — Amor, você nasceu em berço de ouro não é?
Ele encarou a cacheada.
— Pois é... — ele suspirou. — Eu sempre tive tudo o que eu quis. — deu de ombros, como se aquilo não importasse muito. — Sempre tive todos os brinquedos que eu queria, ia pra onde eu queria, tinha tudo o que um garotinho podia querer.
— Deveria ser muito legal. — ela disse.
— Não... — negou com a cabeça. — Apesar de tudo o que eu tinha, eu era uma criança infeliz. — mordeu o lábio com a cabeça baixa.
Any o encarou, confusa.
— Meus pais nunca se deram bem, viviam brigando e brigando... Minha mãe engravidou de mim para prender meu pai com ela, e ela disse isso pra mim quando eu tinha oito anos, que eu só tinha nascido pra ela se dar bem na vida.
Any engoliu o seco, não sabia de nada disso.
— Ela já me pediu desculpas por isso, me pediu perdão, eu perdoei, mas isso ficou na minha cabeça. Minha mãe é uma mulher muito superficial, apesar de eu ama-la muito esse é um defeito dela que eu não consigo tolerar, ela gosta de humilhar as pessoas, é uma pessoa arrogante, fala e faz coisas absurdas. Quando eu era adolescente ela controlava meus namoros e amizades. Queria me obrigar a ficar com a Sofya de todos os jeitos, até que eu cedi e acabamos nos casando na pressão... Bom eu me casei na pressão, Sofya não.
— Por que nunca me contou isso? — ela perguntou, acariciando os cabelos dele.
— Não tem muita importância. — ele riu, sem humor algum.
— É claro que tem Joshua... — ela disse. — É a sua vida e eu quero participar dela.
— Você já faz parte dela há muito tempo. — ele sorriu acariciando o rosto dela. — Amo você. — a encarando.
— Eu também te amo, meu amor. — ela suspirou e os dois se beijaram.
Terminaram de comer e ficaram descansando um pouco por ali, Josh olhou no relógio e já eram cinco e quarenta. Any suspirou, já com desanimo, pelo jeito não veria o Mickey.
— Vamos embora linda, já vai dar seis da tarde. — ele disse.
— Mas eu queria ver o Mickey. — ela balbuciou.
— Vamos andando, talvez a gente encontre com ele no caminho. — disse levantando e a pegando pela mão.
— Ok. — assentiu e os dois foram caminhando. — Sina vai morrer quando eu disser que vim em uma Disneylândia. — disse olhando as fotos que tinha tirado. — Nem eu mesma acredito. — rindo.
— Fico feliz que tenha gostado do passeio. — a abraçou pelos ombros.
— Adorei. — deu um selinho nele. — Oh meu Deus! — separou os lábios. — Olha ali Josh! — ela apontou dando pulinhos.
Josh se virou e viu um amontoado de crianças próximo a uma barraquinha de chaveiros.
— É o Mickey! — disse indo até lá.
Josh sorriu indo até ela. Any se aproximou do amontoado e fez uma careta.
— Dá licença pirralhada, que quem vai tirar foto com o Mickey sou eu! — disse entrando no meio das crianças e abraçando o Mickey. — Photo ! — ela apontou a câmera e ele assentiu.
As crianças reclamaram e Any não deu à mínima, tirou um monte de fotos com Mickey e depois saiu sorrindo.
— Consegui! — disse mostrando a câmera. — Agora sim podemos ir embora.
Joshua riu. Eram seis e quinze quando enfim conseguiram sair do parque.
¨¨¨¨
— O que achou da minha roupa? — Any deu um giro.
Usava uma calça colada, uma blusa vermelha, e um casaco branco, cumprido, que batia no meio das coxas, os cabelos soltos dessa vez estavam lisos, com uma maquiagem regular, nos pés usava um salto preto altíssimo.
— Linda. — ele sorriu abobado. — Perfeita meu amor. Demorou, mas valeu a pena. — disse se levantando.
— Podemos ir agora. — ela disse e ele assentiu.
Os dois saíram do hotel e dentro de vinte minutos chegaram à Torre Eiffel, onde jantariam aquela noite. Joshua a pegou pela mão e os dois subiram até o restaurante Jules Verne.
Assim que chegaram Joshua informou o nome e o mitre os conduziu até a mesa a qual ele reservara, era afastada e tinha uma vista linda. Fizeram os pedidos e o mitre se retirou.
— E então, o que está achando? — ele acariciou a delicada mão da garota.
— Não tenho nem palavras pra dizer... — ela mordeu o lábio. — É tudo de bom. — encarando a vista espetacular que lhes era proporcionado.
— Essa é a primeira de muitas viagens que vamos fazer juntos, meu amor. — ele disse a encarando.
Ela sorriu com os olhos brilhando.
— Isso é tentador. — os dois riram.
O mitre chegou com os pedidos em um carrinho, lhe mostrou uma garrafa de vinho e ele assentiu, o homem abriu o vinho e serviu os dois. Colocou os pedidos na mesa e saiu em seguida.
— Cara, eles mostram mesmo o vinho? — ela riu. — Pensei que era só em filmes.
— Ai meu amor... — rindo. — Você é tão engraçada. — tomando um gole de vinho.
— Eu sei disso. — ela deu uma risadinha dando uma garfada. — Huum, que peixe delicioso.
— A comida daqui é uma maravilha. — ele disse, concordando.
— Como é o nome do cozinheiro? — ela perguntou.
— Chef amor. — ele corrigiu achando graça, Any deu de ombros. — Alain Ducasse. Pelo menos era da última vez, não se se continua sendo. — deu de ombros.
Os dois jantaram em um clima agradável e romântico, terminaram de jantar e Any pediu uma torta de maçã de sobremesa. Joshua pediu um clafoutis de ameixa.
— Any... — ele disse.
— Sim. — ela sorriu, o encarando.
— Quero te dar algo. — ele pôs a mão no bolso do casaco e tirou uma pequena caixinha.
Any sabia perfeitamente que tinha um anel lá dentro, por isso sorriu abertamente. Pegou a caixinha e a abriu delicadamente, era um anel, perfeito na opinião dela, tinha uma pedra minúscula em formato de coração e estava colocada meio tortinha dando um charme especial, ela lindo, apenas.
— Ele é lindo. — ela mordeu o lábio, encantada. — Não vi você comprando.
— Eu comprei no Brasil, um dia antes da gente vir. — disse pegando a caixinha delicadamente, em seguida tirou o anel de dentro e pegou a mão dela. Pôs o anel cuidadosamente em seu dedo anelar.
— Eu adorei meu amor... — deu um beijinho no loiro.
— Any, quando nós voltarmos ao Brasil, eu vou pedir o divórcio para a Sofya. — ele disse firme, a encarando.
Any arregalou os olhos.
— Como é? — perguntou achando que tinha ouvido errado.
— Isso mesmo, eu não aguento mais ficar longe de você. — ele disse decidido.
Any sorriu com os olhos brilhando.
— Isso é sério mesmo? — murmurou e ele assentiu. — AAAH! — deu gritinho e algumas pessoas se viraram para olhar, ela ficou sem graça, e ele riu. — Meu amor, eu não acredito. — rindo.
— Pois pode acreditar... Pra mim já deu.
— Espero que ela não fique com frescuras e encare isso numa boa. — ela mordeu o lábio radiante.
— Com certeza. — ele assentiu. — Vamos torcer.
Any o beijou com delicadeza, m*l podia acreditar que ele enfim iria se separar daquela mulher i****a. Era um verdadeiro sonho o que estava vivendo.
O jantar terminou muito bem, Any tinha adorado jantar ali, era sem dúvidas um lugar muito romântico e requintado, não era a toa que aquele restaurante era famoso no mundo inteiro.
¨¨¨¨
Ao voltarem ao hotel, já era tarde da noite. Tomaram um banho e ficaram vendo TV, abraçados. Enquanto assistiam uma cena erótica do filme, Josh começou a ficar e******o e subir as mãos pela costa da cacheada maliciosamente, depois começou a lhe dar selinhos no pescoço.
— Bebê... — ela riu repreensiva.
— Já é meia noite e dez... — ele disse sem parar de beijar o pescoço dela. — Já é oficialmente segunda-feira.
Any riu.
— Menino esperto. — ela começou um beijo, cheiro de más intenções.
Josh riu, enquanto a beijava com t***o e se arrumava em cima dela. Foi descendo os beijos para o pescoço da cacheada que ofegou. Com muita pressa Any se virou e ficou por cima do loiro, o encarando de forma safada.
— Está doidinho pra me comer não é? — ela sussurrou no ouvido dele e em seguida lhe mordeu a orelha. — Hein?
— O que você acha? — sorriu. — É claro que sim... Tira esse vestidinho, baby. — ele disse acariciando o bumbum de Any, completamente e******o.
— Calminha, seu cachorro... — ela riu, enquanto descia as mãos pela barriga malhada e apertava o m****o de Joshua por cima da cueca. Josh gemeu ao senti-la lhe apertando. — Está e******o amor? — ela mordeu o lábio.
— Sim... Demais. — ele disse descendo a cueca, com pressa, estava subindo pelas paredes.
Jogou a cueca por ali, e viu Any observar seu m****o ereto com a boca seca. A cacheada o encarou e acariciou o mastro de Josh, enquanto o observava passar a língua nos lábios, Any se abaixou e começou a chupar o m****o dele com perspicácia. Joshua fechou os olhos e gemeu.
— Isso meu amor... — apoiou um braço na cama e começou a acariciar os cabelos de Any. — Chupa ele todo, vai... — disse suplicante.
Any sorriu safada enquanto lambia a cabecinha avermelhada, parou e mandou um beijo para o loiro e em seguida afundou o m****o dele em sua boca, engolindo-o. Josh gritou de prazer, Any era muito boa no quesito sexo. Não tinha nenhuma que conseguisse vence-la.
Ela chupava com muita empolgação enquanto acariciava as bolas de seu homem. Alguns minutos se passaram e Josh já pressionava a cabeça da cacheada, para que fosse mais rápido, ele estava prestes a gozar. Ela o tirou da boca.
— Calma bebê... — riu enquanto o acariciava, ele gemeu. — Goza amor... — ela disse dando uma lambida na glande. — Goza na minha boquinha, sim? — voltando a chupá-lo com um olhar safado.
Joshua gemeu alto e em seguida gozou. Any o acariciava enquanto o esperma dele a atingia na boca e em algumas partes do seu rosto. Ela riu, engolindo todo o g**o dele, e o encarou passando a língua nos lábios. Em seguida voltou a chupá-lo deixando-o completamente louco. Josh com muito esforço, a afastou, depois levantou e Any o encarou.
— Vem aqui safada... — a pegou pela cintura e a arrastou até a ponta da cama. — Agora você vai tomar. — levantou o vestidinho delicado que Any usava para dormir até a cintura e tirou a calcinha dela, deixando-a de quatro na cama. Direcionou seu m****o até a entrada da v****a e lhe penetrou em uma única e forte estocada fazendo-a rolar os olhos de prazer. — Toma isso gostosa! — disse metendo nela com força. — Ai... c*****o!
— Ah, ah! — Any gemeu, apertando o travesseiro. — Mete todinho amor... — sentindo a i********e arder. — Onw, que delícia! — murmurou de olhos fechados sentindo seu corpo sendo tomado pelo prazer.
Joshua acariciou as costas de Any, abaixou o vestido da garota e lhe acariciou os s***s com força, sem parar de penetra-la.
— Gostosa... — ele gemeu arqueando a cabeça pra trás. — Que delícia essa sua b*******a. — ele disse com a respiração entrecortada. — Tão apertadinha, meu amor... — lhe deu um tapa na b***a.
Any apoiou a cabeça no travesseiro e o encarou com um sorriso safado, ele a penetrava fundo e forte, deixando-a completamente desorientada. Seus s***s sacudiam pelos movimentos bruscos do homem.
Joshua desceu a mão e começou a acariciar o c******s de Any, fazendo uma massagem circular.
— Ai, que gostoso... — ela fez cara de choro e se ergueu, ficando com as costas grudadas no peitoral masculino, curvou a cabeça no ombro dele, de olhos fechados. — Mais forte amor...
Ele fazia tudo o que ela dizia, murmurava algumas safadezas no ouvido dela e ela sorria, estava demais. Ela ergueu os braços e acariciou os cabelos do loiro, enquanto empinava a i********e de encontro ao m****o dele, para que a penetrasse mais fundo.
— Te amo... — ela sussurrou sentindo o orgasmo se aproximar.
— Eu também te amo... — apertando os s***s dela com força, fazendo-a fazer uma careta de dor. — Merda. — ele sussurrou, mordendo o ombro de Any.
— Está vindo Josh... — disse, pegando a mão dele e levando-a até seu ponto mais sensível.
Ele começou a acariciá-lo, fazendo Any rolar os olhos, completamente aperreada.
— Oh meu Deus! — sentindo-se derreter.
Joshua continuava a penetrar bruscamente em sua i********e, que agora estava lisa e escorregadia, pelo fato dela ter gozado há pouco, aquilo só facilitava a penetração, deixando-a mais gostosa. Any sorriu e gemeu dengosa.
— Está gostosinho meu amor? — ele perguntou e ela assentiu mordendo o lábio. — Vem... — ele coçou o nariz, tirando seu m****o da i********e da cacheada.
A pegou no colo e a carregou até o centro da cama, deixando-a deitada. Beijou-lhe carinhosamente, enquanto adentrava em seu corpo outra vez, Any parou o beijo, emitindo um gemido manhoso.
Joshua voltou a penetrar com força, enquanto colocava a cabeça na curva do pescoço dela. Any entrelaçou as pernas na cintura dele e arranhou suas costas, sentindo o êxtase daquela relação tão íntima, daquele momento que era só deles. Ela adorava isso.
Os dois já suavam muito. Os gemidos de ambos ficaram mais agudos, Josh apertou os s***s de Any, enquanto a cacheada rolava os olhos, em seguida chupou o seio direito.
— Josh... — acariciando o cabelo dele.
Após alguns minutos os dois chegam ao ápice do prazer, ele deitou nos s***s dela, procurando a respiração.