— O que foi amor? — ela perguntou mordendo o lábio. — Não vai me dizer que ainda está bolado com essa historia do seu pai? Eu já disse que eu... — ele a interrompeu.
— Não meu bem... Relaxa. — ele sorriu de canto. — Lembra da segunda vez que a gente saiu que eu disse que eu iria te levar a um lugar que você nunca esteve antes e que você iria adorar?
— Bom, sim. Mas você naquele dia disse que só demoraria uma semana e até hoje estou esperando esse tal lugar. — ela sorriu entrelaçando os braços no pescoço dele.
— Meu pai foi no meu lugar, e não deu de a gente ir. — ele sorriu.
— Josh... — perguntou, mordeu o lábio. — Que lugar é esse? — intrigada.
— Na sexta-feira, você e eu vamos para Paris.
Any arregalou os olhos e ficou branca. França? Não podia ser. Aquilo só podia ser um sonho!
— Como é que é? — ela pareceu não entender.
— Vamos viajar para a França. — ele a encarou. — Nós dois.
— Oh meu Deus! — deu um gritinho voando em cima dele. — Eu não posso acreditar! — dando vários selinhos nele. — Tem certeza? — disse com um sorriso enorme.
— Absoluta. — ele sorriu a abraçando pela cintura. — Ah não ser que você não queira ir... — fez um biquinho.
— É claro que eu quero seu i****a! — disse com os olhinhos brilhando. — Nossa, eu nunca sai do Brasil! — mordeu o lábio.
— Ah então você vai adorar a viagem. — ele a encarou. — A primeira vez a gente nunca esquece.
— Mas, só vamos nós dois? — ela o encarou, ansiosa.
— Sim, apenas eu e minha secretária. — ele piscou.
— Mas bebê, eu não sei falar francês. — ela engoliu o seco. — Acho que não vou ser muito útil como secretária.
— Pois isso não é importante. — ele deu de ombros. — Eu quero que você se organize, compre muitos casacos, por que lá faz frio. — ela o abraçou com dengo. — E quero que você se prepare para um final de semana francês, comigo. — beijando o pescoço dela, que se arrepiou.
— Eu vou me preparar. — sussurrou no ouvido dele, sensualmente. — Mas e a sua mulher? — ergueu a sobrancelha. — Ela vai odiar saber disso.
— Com a Sofya eu converso, e ela não vai ser um problema.
— Assim espero. — murmurou.
Joshua a beijou com malícia.
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— O QUE? — Sofya berrou, assim que Josh disse o disparate.
— Isso mesmo que você ouviu. — ele disse abaixando o volume da TV, já estava com a cabeça cheia, tinha que entregar projetos e a maioria estavam atrasados e não fazia questão de ter Sofya berrando no seu ouvido. — Na sexta eu vou fazer uma viagem de negócios para Paris.
— Isso eu não posso conceber! — ela indagou, furiosa. — Não permitirei isso NUNCA Joshua, jamais você viajará com essa c****a! — gritou amassando o travesseiro entre os braços.
— Olha lá como você fala com a Any! — ele disse irritado acariciando as têmporas. — Ela não é nenhuma c****a, é minha secretária e merece respeito!
— Pois eu não respeito vadias! — ela gemeu. — Quer saber, se você for levar essa mulher pra França eu faço questão de ir junto.
— Pois você não vai Sofya. — ele disse sem paciência.
— E por que eu não vou Joshua? — disse ficando em pé na cama e encarando o marido com cara de poucos amigos. — O que essa mulher tem que eu não tenho?
O meu amor, inteligência, tem um corpo delicioso, ela é safada, engraçada, me entende, não me irrita com futilidades e não tem frescura na cama. Ele pensou sozinho, respondendo a pergunta da esposa. Em seguida prendeu o riso. Any e Sofya eram completamente diferentes. Era até engraçado tentar compará-las.
— Por que eu vou trabalhar! TRABALHAR! — enfatizou soltando uma mentirinha.
A única coisa que iria fazer a respeito do trabalho, era o congresso na sexta à noite, teria o fim de semana e mais a segunda-feira inteira para aproveitar com sua cacheada as belezas da capital francesa.
— Pois eu não entendo o motivo de eu não poder ir também! Enquanto você trabalha eu posso fazer compras, sei lá Josh. Eu não vou ficar aqui sozinha enquanto você está em Paris com essa p*****a vagaba! — esbravejou.
— Sofya, quantas vezes eu vou ter que dizer que não quero ver você faltando com o respeito a Any? Para de xingar a minha secretária, ela só está fazendo o trabalho dela, não seja paranoica! — impaciente. Sua cabeça iria explodir ali, ele podia sentir.
— Não paro! — puxando os cabelos. — Eu quero que essa garota suma logo! Quando a Cecília vai voltar hein?
Joshua engoliu o seco, voltando à realidade. Faltava pouco mais de um mês para que Cecilia voltasse a ocupar o seu cargo na empresa, ótimo, agora mais isso. E ele sinceramente não estava preparado psicologicamente para se separar de Any desta forma.
Ele tinha que acelerar as coisas com Sofya, não estava mais aguentando aquele casamento de fachada e nem a esposa. A única coisa que queria era ficar com Any. Sofya era apenas um estorvo do qual ele tinha que se livrar o mais rápido possível.
— Em breve. — disse por fim. — Logo ela voltará. — se levantando.
— Pra onde você vai Josh? — ela perguntou.
— Vou espairecer Sofya. — suspirou.
— Você não vai encontrar com essa garota Joshua! — disse se levantando e ficando na frente da porta. — Só se passar por cima do meu cadáver.
— Sofya sai dá frente, larga de ser i****a pelo amor de Deus... — pegando a carteira e as chaves do carro.
— NÃO SAIO! — berrou.
— Sai da frente. — disse sentindo a paciência acabando.
— Não saio, não saio, não saio... — ficou repetindo a frase inúmeras vezes, fazendo Joshua explodir.
— JÁ CHEGA p***a! — gritou. — EU NÃO TE SUPORTO MAIS SOFYA! SAI DA MINHA FRENTE AGORA, ANTES QUE EU PERCA A CABEÇA DE UMA VEZ POR TODAS!
Sofya engoliu o seco e saiu da frente dele com o coração aos pulos. Ele nunca tinha falado daquela forma com ela.
— Vê se você cresce! — disse saindo sem olhar pra trás. Estava extremamente irritado e chateado. Sua cabeça estava cheia e Sofya conseguia tirá-lo do serio.
Entrou em seu carro e foi atrás de Any, provavelmente ela estaria no apartamento e levaria um susto ao vê-lo lá em uma segunda-feira, já que era o dia que ele mais tinha coisas pra fazer no trabalho e ficava até tarde no escritório de sua casa.
Mas ele dessa vez mandou tudo pra merda, precisava t*****r com ela antes que enlouquecesse.
¨¨¨¨
—Ai Sina, que bom que você chegou! — Any disse assim que a amiga atravessou a porta do apartamento. — Nem acredita!
— O que aconteceu? — sorriu. — Dá pra falar? A minha curiosidade já está saindo pelo meu cu.
Any gargalhou.
— Amiga, vou viajar com Josh! — disse com os olhinhos brilhando.
— Sério e pra que cidade? — sentando no sofá, bastante curiosa.
— Cidade não... País! — Sina arregalou os olhos. — Vamos para a França! Ahh!
— OH MEU DEUS! — a loira pôs a mão na boca, completamente em choque. — PRA FRANÇA? — Any assentiu. — Sua c****a, você nasceu com a b***a virada pra lua! — voando em cima dela. — Que f**a! — sorrindo.
— Sim é demais! — disse afobada. — Ainda não estou acreditando.
— Pois acredite! — Sina piscou. — Você tem um homem rico nas mãos! Segura com força p*****a!
— Estou tentando segurar. — mordeu o lábio. — Estou muito feliz, você não tem noção.
— Mas vão apenas vocês dois? — Any assentiu. — Mas será que o tio Silvio e a tia Priscila não vão embaçar?
— Que nada. Meus pais já se deram conta que eu cresci. Além do mais, qualquer coisa eu digo que é uma viajem a trabalho, nada demais, ainda bem que meus pais não fazem os tipos controladores ao extremo, senão eu teria muita dor de cabeça. — pensativa.
— Ai amiga, mas nós temos que fazer umas compras. Essa coisa de viajem requer organização... Ainda mais uma viajem para Paris. Nossa senhora, eu quero muitas fotos Any Gabrielly, senão eu mato você! — com os olhos brilhando.
— Eu sei, eu vou organizar tudo como tem que ser. — disse se levantando e indo até a cozinha. — Quer Rufles ? — gritou de lá.
— Ainda pergunta? — disse olhando pra TV e vendo um trocinho feio.
Any voltou com os dois pacotinhos e entregou um para Sina, sentando ao lado da amiga.
— Any que coisa feia da p***a é essa? — apontando a TV.
— É o Rango. — começando a rir. — É muito legal Sina, já é a segunda vez que eu vejo.
Sina começou a rir também. Era um filme infantil que Any tinha alugado chamado Rango, só o personagem principal era de rachar o bico, de tão feio e esquisito que era.
— Se for legal o tanto que esse lagartinho é feio, vale super a pena ver. — Sina disse comendo as batatas.
— Ele não é um lagarto, é um camaleão. — Any explicou olhando a TV.
— Que seja... — a loira deu de ombros.
Depois de um tempo, rindo como duas crianças, o filme já estava quase acabando quando a porta abre e por ela entra Josh.
— Bebê! — Any sorriu.
— Oi linda. — ele foi até ela e lhe deu um selinho demorado. — Oi Sina. — sorriu.
— Oi boy.
— Que p***a é essa? — ele perguntou olhando a TV.
— É o Rango!
— Não tinha um menos feio não? — zoou.
— Ah seu chato... — deu outro beijinho nele. — Vem cá, que milagre é esse você aqui hoje? Pensei que estivesse atolado de trabalho.
— Na verdade eu mandei tudo para o inferno hoje. Vamos lá pro quarto? — ele disse diretamente. — Eu estou afim. — sussurrou no ouvido dela.
Any engoliu o seco e assentiu.
— Beleza. — ela levantou. — Vai indo lá que eu vou beber um copo de água.
Ele levantou e foi em direção ao quarto.
Any foi até a cozinha e tomou água. Sina se aproximou.
— O que foi Any? Está tudo bem?
— Claro. — ela deu um sorriso de lado. — Fica a vontade aí Sina, eu vou dar atenção para o meu amor. Ele parece estar muito estressado.
— Beleza. — riu maliciosa. — Nada de preservativo, se ele não lembrar também não lembre. Vou ficar vendo o filme tosco se não se importa.
— Claro que não, fica aí, se quiser pegar qualquer coisa na geladeira, enfim, eu acho que não vamos demorar.
— Ok. — prendendo o riso.
Any foi para o quarto e ao abrir a porta ele já estava completamente nu, enquanto olhava a TV e acariciava o m****o, que já estava ereto, ela mordeu o lábio sentindo sua i********e se molhar aos poucos com a visão.
— Vem aqui... — ele disse se sentando.
Any se aproximou e Josh lhe tirou a blusinha de algodão que ela usava, os s***s ficaram expostos e ele prontamente sugou o esquerdo, fazendo Any gemer. Enquanto sugava o seio dela sugava o resto das roupas.
— Deita aqui meu amor, eu não estou com muita paciência hoje. — ele disse a ajudando a deitar na cama.
Any muito obediente, como sempre, deitou abrindo as pernas e se apoiou no travesseiro. Joshua deitou em cima dela, penetrando-lhe a i********e com força fazendo-a gritar de dor, ela não estava cem por cento molhada e ele estava indo tão forte que parecia que iria rasgá-la ao meio.
— OH! — apertando o travesseiro. — Vai mais devagar!
Ele não ligava, estava cego de t***o e de raiva, tinha raiva de sua vida ser uma droga, tinha raiva de Sofya, tinha raiva dos seus pais.
— Está doendo... — com lágrimas.
— Cala a boca, eu sei que você gosta... — sem parar de meter na garota. — Assim p***a! Ah ah, delícia! — ele gemia, enquanto apertava os s***s dela.
Ela mordeu o lábio, tentando esquecer a dor que estava sentindo e tentando se concentrar melhor. Ele penetrava nela com força tentando se livrar do stress que estava sentindo. Apertava a coxa dela e tirava todo seu m****o para depois afundá-lo outra vez com toda a sua força.
— Vem aqui... — ele saiu de dentro dela e a ajudou a se levantar.
— Josh...
— Não fala, por favor. — ele disse deixando-a de quatro para novamente a penetrar com força, Any apertou o travesseiro enquanto olhava para a parede com o olhar perdido. — c*****o! — disse com os movimentos precisos. — Isso, vadia... — apertando os s***s dela. — Delícia!
Ele saiu da i********e dela e foi direcionando seu p*u até o cu dela, Any mordeu o lábio.
— Não Josh... No cu dói muito. — disse começando a chorar.
— Relaxa. — forçando a cabecinha pra dentro.
Any abafou um grito, pelo jeito ela teria que aguentar.
— Relaxa gostosa. — ele arqueou a cabeça para trás, enquanto sentia o cuzinho dela engolir seu p*u.
— AAAAI. — ela gemeu com aperreio apertando o lençol.
Assim que ele conseguiu empurrar tudo, começou com as estocadas que faziam Any rolar os olhos de dor.
— Que cuzinho apertado neném... — mordendo o lábio sentindo o prazer dominando seu corpo. — Você é muito gostosa. — sem parar de meter.
Ele vendo que ela estava chorando tirou o m****o do cuzinho dela e meteu na v****a outra vez, a penetrando com força até gozasse tudo, ergueu a cabeça para trás e se sentia relaxado enquanto gozava, se sentia aliviado, se sentia desestressado e se sentia revigorado.
Any caiu na cama e se embrulhou com o lençol enquanto ele vestia a cueca, estava suado.