— Any, onde você está? — ele disse mais alto.
— Ah, o que você quer Joshua? — ela rolou os olhos.
Do outro lado ele notou que ela já estava muito bêbada.
— Quer t*****r? — gargalhou alto.
— Você deve estar caindo de bêbada. — ele suspirou.
— NOAH, AQUI NÃO p***a! — ela gargalhou. — Motel existe. — vendo os dois quase se comendo.
Josh arregalou os olhos, mas que p***a era aquela?
— O que Noah está fazendo com você Any? — ele disse aperreado.
— Está querendo comer a minha amiga, mas estamos pensando seriamente em fazer um ménage à trois, o que acha? — ela riu e ele arregalou os olhos. — Bye chefinho. — desligou na cara dele.
— Any! — ele gritou. — Que p***a! — jogou o celular pra outro lado.
Amanhã mesmo ele iria resolver essa história, nem que pra isso ele tivesse que ir à casa dela, mas ele iria resolver. Não podia mais ficar sem sua garota, ou ele iria enlouquecer.
— Coelhinho, está tudo bem? — Sofya berrou lá de cima.
— Está Sofya. — ele rolou os olhos.
— Se quiser acasalar eu ainda estou vestida de coelha. — ela disse.
— Mas nem pensar, prefiro bater punheta a ter que t*****r com um coelho. — ele dizia pra si mesmo enquanto subia as escadas, desanimado. — Vida de merda. — choroso.
¨¨¨¨
Any tomou mais um gole de sua bebida enquanto guardava o celular outra vez, depois começou a rir sozinha, Josh deveria estar morrendo de ciúmes, pois que se dane!
— Quem era Any? — Sina perguntou gargalhando alto, também já estava muito bêbada.
— Não era ninguém. — ela riu tomando mais um gole de vodca. — Parem de se comer eu já estou ficando excitada só de olhar pra vocês.
— Não precisa ficar com ciúmes v***a. — Sina a encarou safada.
As duas sorriram maliciosas e foram se aproximando uma da outra, depois iniciaram um beijo lésbico fazendo todos se assustarem. Sabina arregalou os olhos, Any era maluca.
Noah ficou sem palavras, aquelas duas eram demais, além de gostosas eram super safadas, ele não pode evitar de sentir um t***o monstruoso ao ver a cena.
— Eu preciso de ar... — Sabina disse se abanando assustada.
— Vamos dar uma volta, eu te acompanho. — Pepe levantou.
— Eu agradeço. — ela sorriu e os dois foram, Sabina estava perplexa.
Sina e Any continuavam se beijando fazendo Noah enlouquecer.
— Viu como não precisa você ter ciúmes de mim? — Sina disse quase caindo da cadeira, de tão bêbada que estava.
Any não ficava pra trás, estava embriagada ao extremo.
— Vocês fazem isso aí... — Noah soluçou, esse era outro que estava alterado pelo álcool. — Sempre?
— SEMPRE! — Any gritou rindo.
— Vamos então nos divertir melhor, o que acham? — o loiro sugeriu. — Eu estou louquinho aqui.
— Quer comer nós duas? — Any o encarou com um sorriso safado.
Noah assentiu, levantando. Estendeu as mãos pra elas. As duas se encararam e depois começaram a gargalhar. Assentiram e deram a mão para Noah, que quase não aguenta com elas, por pouco não vão ao chão.
Os três cambalearam até a parte detrás do salão, onde estava quase deserto. Ao chegar lá ele pega Sina e a beija com muito t***o, enquanto Any tenta desabotoar a calça dele, depois de muito esforço a garota consegue.
— Nossa, eu sou o cara mais sortudo da face da terra! — ele berrou. — Vem aqui Gaby... — a puxando para um beijo, enquanto a cacheada acariciava o m****o dele por cima da cueca. — Eu sabia que você era safada, mas não imaginava que fosse tanto. — todos riram.
Sina desabotoou o colete que usava e mostrou seus s***s cheios, Noah caiu de boca, enquanto Any puxava o mastro dele pra fora, era menor do que o de Josh, mas era tão grosso quanto. Aff, o que importava aquele p*u mandado agora? Deveria estar comendo aquela retardada da mulherzinha dele.
Sem pensar mais caiu de boca no m****o de Noah fazendo o rapaz urrar de prazer.
— Caralho... — disse parando de chupar os s***s de Sina. — Assim você me mata, Gaby...
Any sorriu safada sentindo sua i********e ferver, continuou a melecar o m****o de Noah com sua saliva, sentia a cabeça rodar por conta da bebida, mas ela não se importava, estava excitada, bêbada e iria curtir sua solteirice haja o que houvesse.
— Deita aqui Noazinho... — a cacheada forrou a grama com o paletó de Noah, ele deitou em cima. — Vem v***a. — disse ajudando Sina a tirar o resto das roupas. — Nós somos duas safadas mesmo!
As duas riram e se beijaram outra vez.
— Nos somos jovens... Vamos ter muita história pra contar quando estivermos velhinhas. — a loira sussurrou, cambaleando.
— Com certeza... — riu. — Tem camisinha? Não é por que estamos bêbados que somos irresponsáveis concordam?
— Eu tenho camisinha! — Noah disse olhando para o céu, rindo como um retardado. Parecia que a maconha que Sina tinha lhe dado estava estragada. — Na minha carteira.
Any engatinhou até a calça dele e pegou a carteira tirando de lá um preservativo, o abriu e desenrolou no m****o de Noah com a boca, fazendo o loiro gemer.
— Eu primeiro! — Sina berrou indo pra cima de Noah com pressa, coitada deveria estar na seca. — Hmm, é disso que eu estou falando... — ela gemeu ao sentí-lo preenchendo-a.
Any mordeu o lábio e sorriu safada, enquanto Any atiçava o fogo do casal, fazendo massagem nas bolas de Noah, Sina cavalgava com pressa.
— Delícia! — Noah gritava, não estavam nem aí se alguém podia ver. Ninguém ali era santo.
Any fazia carinho nos dois enquanto assistia a transa de camarote, não era a primeira vez que dividia um cara com Sina, mas isso só ocorria quando o álcool as dominava.
— Vem aqui Gaby... — Noah chamou.
Ela engatinhou até ele com um sorrisinho.
— Deixa eu ver esses seus peitinhos deliciosos.
Any desceu as alçar do vestido e tirou junto com sutiã e tudo, Noah arregalou os olhos, eram maiores do que ele imaginava.
— c*****o que t***s enormes. — ele sussurrou com água na boca, enquanto ela se aproximava mais.
O loiro começou a chupar os s***s da cacheada com agilidade, fazendo a garota se contorcer. Ele não estava acreditando naquilo, tinha uma loira deliciosa montada em cima dele é uma morena mais gostosa ainda lhe dando assistência.
Noah levou a mão até a calcinha dela e acariciou a i********e da cacheada. Botou a mão por dentro da calcinha e pode senti-la completamente molhada.
— Está excitada gata? — ela mordeu o dedo assentindo. — Vocês são muito lindas sabia? — ele riu. — São o sonho de consumo de qualquer homem. — as duas riram. — Quica mais loirinha... — acariciando o bumbum de Sina. — Assim... Isso. — ele arqueou o pescoço, deixando-se levar pelo prazer. — Vem aqui baby... — ele disse penetrando dois dedos na i********e de Any.
A cacheada suspirou. Noah penetrava dois dedos e acariciava o c******s dela com o polegar. Any gemia como uma gata, quando ela estava bêbada se colocassem um cotonete em sua i********e já era o suficiente pra ela sentir prazer. E isso estava acontecendo, beijou Noah na boca enquanto ele aumentava o ritmo dos dedos e dos movimentos em Sina que também gemia muito.
Noah abriu os dedos e foi arranhando a cacheada por dentro, fazendo ela gritar e gozar nos dedos dele em seguida. Sina e Noah também gozam e caem deitados na grama. Any começou a rir sozinha, fazendo os outros dois começarem a rir também.
— Eu nem dei a minha buceta... — ela disse sem parar de rir. — Mas eu não estou aguentando nem ficar em pé, quanto mais trepar.
— Se você quiser esperar... — Noah interrompeu a frase e soluçou. — Eu me recuperar aqui, eu te como bem gostoso. — ele disse isso e Sina o beijou em seguida.
— É melhor não. — ela disse com os olhos quase fechando. — Eu e você somos apenas amigos. — disse com a voz grogue. — Eu estou com sono. — vestiu sua calcinha com dificuldade, depois arrumou o vestido, subindo-o novamente.
— Que horas são? — Sina perguntou, ainda deitada em cima dele.
— Quatro e dez da manhã. — disse olhando no relógio. — É melhor irmos embora.
— p**a QUE PARIU! — Any reclamou colocando a mão na cabeça. — Eu tenho que... — soluçou. — Acordar cedo pra ir trabalhar. — ela disse com uma voz de bêbada.
— Hoje não tem trabalho. — Noah riu.
— Ali estão eles! — ouviram a voz de Sabina que vinha escandalizada com a cena. — Oh meu Deus... — pôs a mão na cabeça. — Any Gabrielly! — vendo o estado de Any ao lado dos dois pelados. — O que vocês estavam fazendo aqui?! — a morena disse com desespero.
Any ria.
— Eles estavam transando. — ela apontou os dois que agora se vestiam.
— Você não brinca em serviço hein Noah? — Pepe disse o ajudando a pôr as calças, Noah estava tão bêbado que m*l se aguentava em pé.
— E você estava aqui fazendo o que Any? — Sabina pôs a mão na cintura. — Tenho certeza que não estava só olhando né?
— Não enche Sabina. — Any disse se virando para tentar dormir ali na grama.
— Vamos para casa agora Any, a sua sorte e que eu e Pepe não bebemos tanto, imagina como voltaríamos pra casa, você está deplorável! — a ajudando a levantar. Any tentou reclamar. — Psiu! — pôs o indicador nos lábios. — Não quero ouvir nem um piu seu!
— Piu... — a cacheada disse rindo audaciosa.
Sabina rolou os olhos e ignorou, agora já sabia o que Any aprontava nas festas.
Os três são arrastados até o carro de Noah, José foi dirigindo e Sabina no banco do carona. Os três bêbados foram atrás, completamente desmaiados.
— Está chocada? — José perguntou sem tirar os olhos da pista.
— Pra falar a verdade nem estou... — ela deu de ombros. — A Any nunca foi santa, desde pequena ela sempre foi atirada para o lado dos garotos, então não vi nada que tenha me espantando tanto, ainda mais com a Sina, as duas se juntam e é isso que dá.
Pepe sorriu, Sabina era uma pessoa bastante madura pra sua idade, ele tinha gostado muito dela.
Deixaram Sina em casa, Mari a pegou na porta e entrou com ela, já estava acostumada com as bebedeiras de Sina, por isso nem falou nada. Depois chegaram na casa de Any e Sabina.
— Estão entregues. — ele estacionou enquanto saia, para ajuda-la a tirar Any.
A cacheada acordou enjoada, vomitando tudo.
— Bem eu adoraria ver você outra vez. — ele pôs a mão no bolso enquanto ela abria o portão
— Eu também... — ela sorriu timidamente. — Bom anota o número do meu celular, podemos marcar algo talvez.
— É claro, por favor, diga... — ele pegou o aparelho e a morena deu o numero. — Prontinho, eu te ligo!
— Obrigada pela carona, e desculpa pela minha irmã. — apontou Any que cantava uma música do balão magico.
— Imagina. — ele observou as duas entrando em casa, quando elas fecharam a porta ele foi embora.
Sabina entrou com Any.
— Para de cantar, quer acordar nossos pais? — ela bufou.
— Está bem, eu canto baixinho... — ela sussurrou. — Super fantástico, no balão mágico... — cantando super baixo.
— Chega Any, vamos, sobe, você pesa muito. — se esforçando para subir as escadas com a irmã.
— Esta me chamando de gorda? — ela disse com um bico. — Eu não sou gorda, gorda é sua irmã, aquela vaca.
— Ótimo agora você mesma está se xingando. — ela rolou os olhos.
Com muito esforço subiu as escadas, ajudou Any em um banho e depois a ajudou a deitar na cama, a garota caiu na mesma e em seguida apagou totalmente.
¨¨¨¨
No dia seguinte, pela parte da tarde. Joshua estava preso em seu escritório. Sofya estava na sala conversando com as amigas um assunto interminável e completamente ridículo. Preferia mil vezes o escritório a ficar no mesmo ambiente que elas.
José e Noah entram sem bater.
— E aí cara! — Pepe disse. — Beleza?
— Fala aí, que milagre vocês por aqui... — Josh abriu um sorriso, glória a Deus, alguém pra lhe tirar do tédio.
— Viemos lhe trazer esse humilde presente. — Noah riu mostrando o dedo do meio.
— Ah que engraçado. — ele suspirou rodando na cadeira.
— Não vai nos convidar para tomar uma xicara de café? — José disse desconfiado.
— Não seus folgados. — ele se virou para os dois. — E então como foi a festinha de ontem? — disse curioso.
— Foi boa, muito boa. — ele encarou Noah. — O Noah que o diga... Não é Urrea?
— Pois é, foi bastante divertida... — ele coçou a nuca. — Fiquei bêbado como um gambá, mas faz parte.
— Não vai contra para o Beauchamp como foi sua noite? — José cruzou os braços.
Noah abriu um sorriso.
— Não fiz nada que nenhum de vocês já não tenha feito. — ele riu e Josh ficou sério.
— O que você fez Noah? — o loiro disse travando o maxilar.
— Nada demais, só um ménage. — deu de ombros.
Joshua arregalou os olhos.
— UM MÉNAGE ? — berrou. — Com quem você fez essa p***a?!
— Se acalma aí parceiro. — Noah disse assustado. — Não foi bem um ménage, eu só transei com a amiga da Any e ela ficou fazendo uns carinhos em mim, você sabe não é? — sorriu convencido.
Joshua voou em cima dele, fazendo Noah se assustar mais ainda com a atitude do loiro.
— Que é isso Josh?
— O que você fez com a Any? — ele disse nervoso. — FALA! — segurando Noah pela gola da blusa.
— Se acalma parceiro... — encarando Josh como se o amigo fosse louco. — O que você tem p***a? — olhou para Pepe, como se pedisse ajuda com os olhos.
— DIZ LOGO!
— Eu não fiz nada com ela! — Noah disse tentando se soltar. — Ela só fez um oral em mim e eu fiz uma s******a pra ela gozar, que merda Josh me solta!
— Ela o que? — Joshua disse nervoso, soltando Noah aos poucos. — Não posso acreditar. — disse choroso.
Noah não estava entendendo nada.