Capítulo 79 — LIA A luz do sol que entrava pelas frestas da cortina da mansão parecia mais brilhante hoje. Ou talvez fosse apenas a sensação de vitória que ainda corria nas minhas veias. Me espreguicei entre os lençóis de seda, sentindo cada músculo do meu corpo cobrar o preço da noite passada. Ter o Morte dentro daquele carro foi... transcendental. Não era apenas sexo; era uma colisão de poder. Eu via nos olhos dele a necessidade de me domar, de reafirmar que, apesar de eu comandar o morro, ele ainda comandava o meu corpo. E eu? Eu adorava deixá-lo acreditar nisso enquanto o levava ao abismo. Sentir a força dele, a urgência bruta de quem não queria carinho, mas sim posse, foi o clímax perfeito para a noite em que dobrei o Estado. O Morte não sabe ser sutil, e naquela escuridão do acosta

