Capítulo 32

840 Words
Ele estava deitado, virado de lado para Rebeca. Fez carinho no cabelo dela, deu um selinho e perguntou se era o que ela queria mesmo. Ela falou, chegando mais perto: — É, eu quero tentar. Já te disse que gosto de você? Ele sorriu e respondeu, ficando em cima dela: — É, já disse sim. E eu já disse que seu sorriso me deixa feliz? Você é toda linda, mesmo enferrujada! Rebeca deu risada e falou que pelo menos tinha cor, ao contrário dele, que era todo desbotado, pálido. Ele foi beijando o pescoço, clavícula, indo até os s***s, começou a sugar as auréolas rosadas, enquanto a tocava cada vez mais rápido, seus dedos estavam encharcados. Ela já estava sem fôlego. Beijaram-se. Estava quase rolando, ela o sentiu no meio de suas pernas, duro e quente, sorriu e falou, muito tensa, com medo: — Tô pronta. Ele respondeu, aproximando-se para beijá-la: — Eu vejo você! Ele sabia o que aquilo significava para os dois, muito. Era como dizer “eu te amo”, só que menos superficial. Rebeca fechou os olhos. Ele começou a tentar penetrá-la, a invadiu lentamente com dificuldade. Ela ficou imóvel sentindo doer, ele a beijou e foi indo mais fundo, ela parou de beijar e perdeu o ar, cravou as unhas nos braços del. Ele estava nervoso também. Falou, todo preocupado com ela: — Se estiver r**m, me fala. Tá doendo? Vamos parar! Ela respondeu, puxando-o para beijá-la: — Não para, pode continuar, só vai devagar. Ele voltou a estocar, e a beijou lentamente. Ela começou a gemer baixinho, agarrada a ele, arfando contra sua pele, beijando os ombros e pescoço. Ele se empolgou um pouco, aumentou a intensidade, metendo mais rápido. Ela falou com um misto de dor e prazer: — Aiii… Ele parou de beijá-la, parou com tudo e perguntou se estava tudo bem. Ela respondeu rindo ofegante: — Me beija! Não fala nada, só me beija. Ele fez o que ela pediu. Não demorou muito para acabar, completamente unido a ela. Ela sentiu um alívio imenso quando ele parou e saiu de cima. Ela estava com o rosto vermelho, ofegante, toda descabelada. Respirou fundo e olhou para ele, que já estava olhando para ela. Ele sorriu contente, satisfeito. Ficaram se encarando em silêncio. Logo ela falou, envergonhada: — Agora eu tô com sono. Ele respondeu com deboche: — Eu te dou sono? Nossa! Não esperava ouvir isso. Ela falou rindo, que não era o que quis dizer. Ele deu um beijinho e respondeu: — Tudo bem? Quer tomar banho comigo ou sozinha? — Espera aí, vou te limpar. Ela falou que preferia sozinha, pediu uma toalha. Ele pegou papel higiênico também, e foi tomar banho, ela se limpou sozinha. Quando ele voltou, ela foi para o banheiro enrolada, cheia de vergonha por ter sangrado. Ficou embaixo do chuveiro pensando no que aconteceu, vendo as marcas que ficaram em seu corpo, chupões nos s***s. Demorou um pouco. Ele chamou na porta e perguntou se estava tudo bem. Ela já estava saindo do banho, abriu a porta enrolada na toalha e falou, rindo: — Eu estou do mesmo jeito que estava nas três últimas vezes que você perguntou. Relaxa um pouco. Ela até ficou surpresa com ele, com o comportamento tão fofo, protetor. Deduziu que, na outra noite, deu errado também por ele estar bêbado. Ele falou, apreensivo a olhando fixamente: — Tá brava comigo? Eu te machuquei? Ela falou, tirando o lençol da cama: — Não tô brava, acho que isso é normal, né? Tá doendo, mas logo passa. Vou pôr tudo pra lavar! Ele disse que ia pôr. Ela se vestiu enquanto ficou sozinha no quarto. Colocou outro lençol. Ele voltou e disse que ia preparar o café da manhã. Ela respondeu cabisbaixa: — Tá bom. Vamos pra minha casa? Dormir um pouco? É bem cedo ainda! Ele aceitou. Ela falou que ia na frente. Foi logo se trocar, já lavou suas roupas. Sentiu-se um pouco culpada, com medo de o tio descobrir de alguma forma. Ficou na sala esperando pensativa. Quando Neto chegou, foram deitar na cama dela. Ela deu apenas um beijo e se ajeitou para dormir abraçada. Ele falou, mexendo no celular: — Vou colocar pra despertar, vamos sair, tenho planos pra hoje. Tá animada? Ela falou que não, que aniversário não significava nada. Foram dormir por volta das 7h30, 8h00. Ela acordou na hora do almoço. Ele já estava acordado, mexendo no celular. Deu-lhe um selinho, disse que ia se arrumar e pediu para ela pôr uma roupa bonita, porque iam tirar muitas fotos. Ela ficou curiosa, levantou atrás dele e o abraçou, perguntando onde iam. Ofereceu um beijo em troca. Ele deu o beijo e, em seguida, a jogou na cama e saiu rindo. Ela colocou calça jeans, uma regata um pouco decotada, passou lápis nos olhos e batom vermelho. Colocou o coturno e uma jaqueta de couro preta. Estava frio. Antes de ir até lá, ouviu buzina no portão. Ele já estava pronto e com pressa...
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