05 DULCE

729 Words
Duas semanas depois… Depois daquele dia minha vida parecia ter piorado mais, todos os dias é a mesma rotina, trancada em casa, sendo estrupada todos os dias, tarde e noite, o Roberto sempre traz o cara que ele queria me vender há anos atrás. E para piorar minha menstruação está atrasada e eu tou com um aperto no peito, por isso não quero isso para a minha vida, não de novo, eu não quero um filho, isso não, ainda mais desse monstro. Eu havia acabado de sair do banho quando escuto a porta de baixo bater, sinto meu corpo tremer e um frio na barriga percorrer, coloquei uma roupa rápido e fiquei encolhida na cama. — Vai esquentar a p***a da comida, vagabunda. — falou me olhando cheio de ódio, respirei fundo e levantei, eu ia passar por ele, mais o mesmo puxou meus cabelos. — Ahhh… me solta Roberto. — pedi tentando me livrar de seus apertos, mas era impossível, ele puxava meus cabelos com mais força. — Tu tá muito delícia, vai esquentar minha comida que eu tou com fome. — falou batendo em minha b***a, em seguida me empurra para que eu pudesse andar. Desci as escadas com um nó na garganta, doida para chorar, mas sei que se eu chorasse seria pior, mas aí vocês falam; nossa você é muito chorona, só sabe chorar em vez de tentar fazer alguma coisa para se livrar dele. Mas não, eu já tentei, eu gritei pedindo ajuda, mas ele sempre tem alguma desculpa com isso, o mesmo já falou que eu tinha problema de cabeça e que às vezes eu dava surto. Só quem já passou por essa situação sabe do que eu estou falando, sabe do quanto é difícil para você conviver todos os dias com essa situação, por mais que você faça de tudo para poder mudar isso, nada mudará. Imagina você sentir todos os dias nojo do seu próprio corpo, você tomar banho esfregando seu corpo na intenção de toda a sujeira ir embora, mais ela não vai, não adiantará você se lavar ficar mais de meia hora no banho, isso não mudará, porque não posso lavar minha alma manchada. Você deita na cama mas não consegue dormir por conta dos pesadelos que parece mais uma realidade, não adianta eu fazer nada que sempre viverei isso, sempre presenciarei isso. Estou presa nesse inferno. O Sonho de toda mulher é se casar, ter filhos com alguém que ama, mais as coisas são completamente diferentes, eu posso estar grávida do meu pai, outro Filho, fruto de um estrupo não tem nada pior que isso, toda vez que eu olhar para a criança lembrarei de todos os detalhes de todos os acontecimentos, de cada noite que passei sendo estrupada. Sei que a criança não tem nada a ver com isso, mas e meus sentimentos? Sou eu que vou tá sofrendo isso tudo sozinha, eu não posso ter um filho não desse jeito. Eu queria, sim, ter um filho mais do jeito certo, com a pessoa que eu amar e não dessa forma. Não tem como eu negar, eu estou grávida, aconteceu igual quando engravidei da primeira vez. Entreguei a comida para ele e voltei para a cozinha lavar o que sujei, para depois ele não vim falar merda. Na mesma hora que terminei de arrumar a cozinha, ele apareceu com o prato e jogou no chão, me assustando. — Ajunta essa merda logo, vagabunda — falou me olhando com desejo, engoli o seco e comecei a juntar os cacos de vidro, minhas mãos estavam trêmulas pelo nervoso. Quando terminei de catar os cacos, que reparei que ele estava pelado se masturbando enquanto me olhava com desejo, comecei a andar para trás com medo. — Não, não faz isso por favor. — falei quase sem voz vendo ele se aproximar. — Sei que você quer Dulcizinha. — falou se aproximando, assim que ele ia rasgar minha roupa eu falei. — Por Favor não faz isso, eu estou grávida. — falei e ele paralisou, eu jurava que ele ia me bater ou algo do tipo, mas ele apenas se ajoelhou e começou a beijar minha barriga. Senti um nojo na mesma hora, cara nojento, tudo que eu queria era tirar tudo de r**m que tem no meu corpo, ele pagará muito caro por tudo que fez comigo. Nojo daquele verme.
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