Jaqueline Narrando Assim que a gente entrou na casa de novo na casa e o Fábio foi vendo tudo, os olhos dele brilhavam como criança em loja de brinquedo. Ele andava pela sala, passava a mão no sofá, olhava pros detalhes, sorria igual bobo. Eu só observando de canto, com o coração cheio de coisa boa. — É linda demais essa casa, Jaqueline — ele falou, girando no meio da sala. — Mas você não me falou ainda, quanto que é o aluguel? Eu revirei os olhos e ri. — Ih, Fábio, tu tá mesmo querendo pagar aluguel? — Claro, ué! Quero fazer tudo certo. Quanto é? Aí eu parei em frente a ele, cruzei os braços e falei com aquele jeitinho meio debochado: — A casa é minha, Fábio. Comprei tem um tempo já. Era pra ser minha mesmo, mas agora é sua também. Tu pode morar aqui o tempo que quiser, beleza? El

