Rael A luz da lua entrava pela vidraça da varanda, mas a única coisa que eu enxergava era o brilho nos olhos dela. A segurança da minha casa, o isolamento do topo do morro e o silêncio lá fora eram o cenário perfeito para o que eu estava acumulando o dia inteiro. Puxei Maitê para o centro da sala, minhas mãos descendo com urgência pelas curvas dela. — Não via a hora do dia acabar — assumo. — Eu também — sussurra. Seus lábios encontram os meus em um beijo faminto. Maitê tem se soltado e estou amando corrompê-la. Saber que sou eu quem a esta ensinando casa passo só me deixa com ainda mais t***o. O beijo seguia firmes e quando o ar nos faltou, meus lábios começaram a percorrer seu pescoço. Eu não queria delicadeza agora; eu queria sentir que ela era real, que era minha. Meus dedo

