Rael Mantive o olhar fixo nela enquanto suas pernas tremiam e o corpo amolecia nos meus braços após o orgasmo. O corredor da casa, em silêncio absoluto, só era preenchido pelo som da respiração dela — curta, rápida e necessitada. Eu sentia o calor emanando da pele dela, o cheiro do g**o misturado ao perfume doce que me deixava doente de vontade. A ter assim, completa nua enquanto eu ainda estava vestido, mostrava que ela confiava em mim. E me fazia sentir poderoso para c****e. — Isso foi só o começo — sussurrei, sentindo meu p*u latejar dentro da calça, implorando para ser libertado. Tirei meus dedos de dentro dela e passei meu braço por baixo dos seus joelhos e a ergui do chão como se não pesasse nada. Maitê escondeu o rosto no meu pescoço, ofegante, as unhas cravando de leve nos meu

