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Descobri que amo um traficante

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Blurb

O que você faz quando vê sua vida mudada por causa de uma noite? Ela é na dela mas não aceita levar desaforo para casa e ele é um homem possessivo e controlador que gosta de ter todas aos seus pés. O que será que irá acontecer quando o caminho desses dois mundos diferentes se encontrarem? Entre nessa história comigo e não perca a história de "Descobri que amo um traficante".

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Capítulo 1
Beatriz "A rua estava escura e deserta e a noite se encontrava fria. Me encontrava subindo um morro até que de repente ouço uma voz atrás de mim. -Aonde a gatinha pensa que vai? Diz um homem com uma voz grossa aparecendo em minha frente. -Me deixa passar, por favor. Digo segurando as lágrimas. A rua estava deserta e tinha apenas eu e um estranho , sabe-se lá o que ele poderia fazer comigo. -Calma gatinha não precisa chorar. Só vamos nos divertir um pouco. Diz ele vindo para cima de mim." -NÃO! Acordo gritando e suando. Era sempre assim. Nunca conseguia passar desta parte do sonho. Eu queria ver a cara dele, porém, nunca conseguia. Esse sonho me atormentava fazia anos... Mas vamos mudar de assunto. Vamos falar de mim. Meu nome é Beatriz tenho dezessete anos e moro no Rio de Janeiro. Sou uma menina tranquila mas quando mexem com o que é meu, fico revoltada. Moro com minha mãe que se chama Fernanda e bom meu pai? Ele morreu em uma briga que teve em um morro, ele conseguiu matar o dono do morro mas depois foi morto , sim ele era policial, perder ele foi horrível pois ainda era muito nova, mas fazer o que , a vida nunca é um mar de rosas, com ninguém! Sinto a falta dele todos os dias, ele sempre foi muito carinhoso e presente na minha vida, apesar de trabalhar demais , sempre arrumava tempo para mim. Quando perdi ele, vivi tempos de trevas, entrei em depressão e não tinha mais ânimo em nada. Simplesmente não tinha mais vontade de viver, mas graças a minha mãe que ficou ao meu lado mesmo estando em pedaços também, consegui sair da escuridão. Eu sentia falta dele, sempre sentia, mas estava conformada. Minha mãe trabalha o dia todo pois é corretora de imóveis e só chega a noite, então resumindo, fico sozinha o dia todo e o que me contenta é sair com minhas amigas quando quero. Sou uma aluna dedicada mas que ama sair para todos os lugares sem discriminar ninguém. Não posso negar que o Rio está muito violento, toda vez que olho no jornal tem uma briga ou um tiroteio em uma favela que não sei o nome porque não sou de ficar guardando nomes e nem datas muito bem, mas só sei que é um tal de PH e que ele é muito violento e possessivo. Do jeito que todos falam parece que ele é novo e aí que fico me perguntando, o que um menino desse está fazendo num mundo desse tão perigoso? Será que ele não teve oportunidade? Será que cresceu em um mundo desses? Bom infelizmente nunca teria respostas para essas perguntas mas só espero nunca me trombar com ele aí por nenhum caminho no qual chamamos de vida. Não saberia como reagir e nem o que falar. O simples fato dele ser perigoso já me apavorava. Gostava do perigo às vezes, era bom para dar um pouco de adrenalina para a vida, sair da rotina. A vida era curta e eu gostava de vivê-la intensamente, aproveitando cada segundo.

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