Capítulo 16

478 Words
Beatriz Os braços fortes dele me pegou no colo e me colocou deitada na cama. -Calma morena vai passar. Eu tô aqui. Agora descansa vai. -Não consigo. Digo nervosa. Já estava cansada de vomitar. Meu estômago doía e nada parava em meu estômago. -Consegue sim. Diz ele onde logo deposito minha cabeça em seu ombro. -Posso te fazer uma pergunta? Digo. -Já fez. -Affs. Grosso. Digo revirando os olhos. - Manda o papo morena. -Por que você muda de humor tão rápido? Uma hora tá bravo e com raiva outra está carinhoso comigo. Por que isso? -Boa noite morena. Diz ele saindo do quarto me deixando com cara de tacho. Por que será que ele é assim? Por que muda de humor tão rápido? Será que ele tá gostando de mim mas não quer se apaixonar pois já sofreu no passado? Eu vou descobrir... nem que eu tenha que mover céus e montanhas para isso. Algo o assombrava, e eu iria descobrir o que era. Nada passava aos olhos de Beatriz. Hoje faz dois meses que estou aqui, não saio ainda, só no jardim mesmo. Estou com quatro meses de gestação, minha barriguinha já está crescendo e não sabem como sou uma mãe coruja, as vezes fico parada e quando vou ver já estou a conversar com ela.... não sei mas algo me diz que é menina. PH desde aquele episódio do quarto que eu vomitei não fica próximo de mim, só pergunta se tô bem e se preciso de algo e sai. Poxa sei que não sou ninguém para reclamar mas ele é o pai dessa criança, não fiz ela com o dedo não, ela precisa ouvir a voz do pai para acostumar e reconhecer que é o pai dela. Felizmente as tonturas e enjôos já passaram, desde aquele dia tomo um remédio para isso mas há uma semana não tomo e me sinto tão bem. Estava deitada no sofá até que me dá uma vontade louca de tomar açai e corro logo pro portão mas sou impedida por um vapor. -Onde a patroa pensa que vai? - Primeiro eu não sou tua patroa, segundo tô com desejo e vou sair para realizar já que tô sozinha e terceiro abre logo essa p***a. Digo nervosa. Já estava nervosa de ficar presa nesse inferno. - Olha patroa eu abro mas cê vai ter que ir na boca comigo primeiro para avisar o patrão porque se não depois quem se ferrar sou eu. Moro? -Tá vamos logo. Digo revirando os olhos. Fomos andando mesmo pois ficava apenas alguns minutos da casa onde eu morava, a todo instante eu era atraída por olhares de várias pessoas mas não ligava até que chego lá e já vou entrando deixando pra trás os vapores me gritando e aí que me deparo com uma cena que fico abismada. Ele não fez isso comigo!
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