3. Verdades

3238 Words
Natalia "O quê?" Eu exclamo, segurando minha sanidade por um fio. "Você está escolhendo ela como sua Luna?" Christian dá de ombros sem se desculpar. "O que eu faço agora não é mais da sua conta", ele sorri debochado, acenando para a porta. "Se retire. Agora." Vanessa enlaça o braço de Christian e discretamente pede desculpas com a boca para mim. Minha mente se enche de pensamentos vis, mas eu simplesmente me curvo para esconder minhas lágrimas. "Desejo a vocês uma longa e feliz união", sussurro friamente, ainda segurando os estúpidos anéis do nosso casamento e parceria nas mãos. Uma pequena parte de mim espera que tudo isso seja apenas uma piada doentia que ele estava fazendo e que ele não estava realmente me trocando pela minha irmã, mas esse pensamento desvanece rapidamente quando ele beija Vanessa. Para piorar as coisas, Vanessa responde ao beijo com um gemido, pulando nos braços de Christian e envolvendo as pernas em torno de sua cintura. Lágrimas escorrem involuntariamente dos meus olhos enquanto saio correndo do quarto, incapaz de suportá-las por mais tempo. Eu seguro o choro até encontrar o quarto de hóspedes e rapidamente pego a bolsa que escondi no armário, minha garganta queimando com os gemidos que eu queria soltar. Levo a bolsa para o quarto principal apenas para encontrar a bolsa que Christian havia preparado para mim ainda sobre a nossa cama. Eu não queria ter nada a ver com as coisas que ele me havia dado. Juntando todas as roupas e sapatos de grife na bolsa, jogo tudo pela janela e nos arbustos. Eu não me importava mais. Eu estava pronta para ser livre. Começo a procurar o resto das minhas coisas quando o som da porta aberta me assusta e eu me viro e encontro Vanessa parada atrás de mim. Meu corpo se endurece de raiva e são necessárias várias respirações profundas para me manter calma o suficiente para continuar parada. "Você deve estar chateada", ela diz em voz baixa, um pequeno sorriso persistindo nos lábios enquanto brinca com os dedos em cima de uma cômoda. Ao crescer, nunca fomos próximas. Na verdade, éramos opostas e praticamente não tínhamos nada em comum... Mas ela ainda era minha irmã e eu nunca a trairia assim. Como ela poderia fazer isso comigo? "Mas eu só queria desabafar antes de você ir", ela acrescenta, ficando um pouco mais animada. Eu não respondo, voltando para minha bolsa e colocando meu passaporte, carteira de motorista e certidão de nascimento dentro dela. "Eu amo o Christian", ela continua apesar da minha falta de resposta. "Eu sempre amei... e você o roubou de mim no dia em que os apresentei", ela acrescenta, amargura tingindo suas palavras. "Ele deveria estar comigo e você simplesmente pegou ele para você!" Ela exclama. "Então não me desculpo", ela balança a cabeça. "Já era hora de você saber que nos amamos." Quero explodir de risada em seu último comentário. Quão i****a eu fui? "Nós vamos nos casar em uma semana e, só pra deixar claro, você não está convidada", ela dá de ombros. "Agora é minha vez de ser amada. Voc-Você sempre foi o centro das atenções, o orgulho e a alegria da nossa família. A única que todos queriam amar e eu sempre fui a segunda melhor!" Lágrimas enchem seus olhos enquanto ela sorri cruelmente para mim. "Bem, não mais! Eu ganhei! Eu fico com o príncipe e você não tem nada!" Eu a encaro, completamente chocada pela sua confissão, porque não poderia estar mais longe da verdade. Vanessa era a animadora de festas, a irmã mais bonita, aquela por quem todos estavam apaixonados. Quer dizer, ela foi a rainha do baile, pelo amor de Deus! Eu era a nerd, aquela que ninguém notava na escola enquanto ela era adorada por todos. Como ela poderia pensar que eu poderia superá-la? "Então é isso. É tudo que tenho a dizer para você", ela suspira com um sorriso, aparentemente aliviada por desabafar. Uma raiva incrível corre em minhas veias quando chego à conclusão de que minha irmã não era mais do que uma c****a egoísta que estupidamente deixei entrar na minha vida. Rangendo os dentes, concordo com a cabeça e volto a arrumar minha bolsa. "Ok", sussurro, apertando os anéis que ainda segurava na mão. "Bem, então, eu melhor ir. Não quero mais ficar no seu caminho." Minha reação a surpreende. "Sério?" Ela pergunta, um pouco desconfiada. "Você simplesmente vai embora sem lutar?" "Por que eu lutaria por ele?" Eu dou de ombros, fechando minha bolsa e jogando-a por cima do ombro. Diminuo a distância entre nós, uma parte distorcida de mim ansiosa para machucá-la. "Mas apenas lembre-se disso da próxima vez que ele chupar seus malditos s***s enquanto você cavalga nele", eu sorrio maliciosamente, saboreando a expressão chocada em seu rosto. "Ele me deixou porque eu não podia lhe dar seu filhote", eu canto, pegando a garrafa de aspirina na minha mesa de cabeceira. "Não porque ele te amava mais." Posso ver a raiva incendiando dentro dela e é bom estar debaixo de sua pele, mesmo que seja apenas uma vez. "E se ele pôde me deixar, sua companheira destinada, tão facilmente... Quanto tempo você acha que ele vai demorar para te abandonar quando se cansar de você também?" Seus olhos se estreitam para mim, mas eu a ignoro e olho para a garrafa em minhas mãos. Assim que ela abre a boca para falar, eu bato a garrafa de aspirina no peito dela. "E você vai precisar disso em breve..." Eu sorrio, piscando para ela. "Acho que você tem que agradecer por não termos outra irmã, não é?" Bato a porta enquanto ela grita palavras vis para mim. Segurando o riso, acidentalmente esbarro em Christian no corredor, o olhar frio dele envia um arrepio pela minha espinha. "O que você disse para a minha futura esposa?" Ele rosna, segurando meu braço em suas grandes mãos. Um pequeno gemido escapa dos meus lábios quando percebo que as incríveis faíscas que senti antes com seu toque estão desaparecendo. Realmente acabou para nós. Os anéis na minha mão parecem carvão quente, me lembrando o quanto eu fui sortuda em me livrar dele agora. Ele nunca mais me machucaria. Reunindo o mínimo de força que me resta, endureço meu rosto e puxo meu braço para fora de seu aperto. "Toma", resmungo, batendo os anéis em seu peito. "Você pode vendê-los, tanto faz pra mim." "Guarde-os", Vanessa ri enquanto entra no corredor. "Você vai precisar mais do dinheiro do que nós", ela ri, piscando para Christian. "Quem sabe compre um vibrador. Você parece um pouco tensa." Tenho que morder minha língua para não avançar sobre ela. Eu não sou mais a companheira de Christian e não há como prever o que ele faria comigo se machucasse sua nova Luna. Christian sorri para ela, esquecendo completamente a minha existência e me empurrando para o lado. Lágrimas surgem nos meus olhos ao perceber o quão facilmente ele me esqueceu, mas eu as afasto, aproveitando sua distração e correndo escada abaixo. Infelizmente para mim, encontro Jordan me esperando na porta, um olhar de culpa persistindo em seus olhos escuros. Merda... Eu não posso simplesmente sair em paz? "Nat... eu, eu...", ele esfrega a parte de trás da cabeça nervosamente, seus olhos percorrendo os corredores sem rumo. Eu limpo as lágrimas dos meus olhos e endireito minhas costas. "Não preciso de consolo, Jo", dou de ombros. "Não há necessidade de fingir que ainda somos amigos. Você finalmente está livre de mim", digo forçando um sorriso. "Até mais." "Nunca fingi, Luna, quer dizer, Nat..." ele argumenta. "Eu só... Silver Crest é minha casa. Minha única casa", ele acrescenta, quieto. "Eu não poderia simplesmente deixar tudo para trás." Eu me viro de costas para ele e coloco a bolsa sobre o ombro. "Não se preocupe com isso. Vou ficar bem sozinha. Não sou mais o seu problema." Tento passar por ele, mas ele agarra meu pulso e me impede. Por instinto, eu balanço meu braço e o esbofeteio no rosto, pegando-o completamente de surpresa. "Oh, desculpe. Doeu?" Pergunto, cobrindo minha boca em falso choque antes de dar de ombros. "Provavelmente é tudo coisa da sua cabeça." "Nat... e-eu", ele gagueja, procurando desesperadamente por uma explicação. "Guarde para você", eu rosno, erguendo a mão para impedi-lo e passando ao redor dele em direção à porta. "Obrigada por ser tão amigo todos esses meses", eu acrescento. "Estou tão feliz que esse vínculo gama significou tanto para você." Giro a maçaneta quando escuto sua voz novamente. "Nat, eu, eu sinto muito... Olha, pelo menos me deixe te acompanhar até onde quer que você esteja indo", ele chama. "Eu só gostaria de ter certeza de que você estará segura." Quase acho suas palavras reconfortantes, mas minha mente está gritando para eu parar de cair nas mentiras de um lobo. Onde estava toda essa preocupação quando meu marido estava me traindo com a minha maldita irmã? "Não, obrigada", respondo secamente. "Como eu disse, eu não sou mais o seu problema. Posso me virar sozinha." E com isso, eu saio da Casa da Matilha Silver Crest, determinada a nunca mais voltar. Meu táxi espera lá fora e eu carrego minha bolsa para o carro. "Para o aeroporto, por favor", instruo, entregando ao motorista uma quantidade de dinheiro. "E não diga uma palavra a ninguém sobre para onde está me levando." "Sim, senhora", ele responde, guardando o dinheiro no bolso. Olho pela janela, observando a casa da matilha se tornar um pequeno ponto no horizonte. Eu posso sentir o gelo envolvendo meu coração, amortecendo qualquer emoção que eu possa sentir. Eu ainda tenho os anéis estúpidos na minha mão e abro a janela para jogá-los fora. Parecia apropriado apenas jogá-los fora. Eles jamais significaram algo, afinal. Retiro o chip do meu celular e o esmago. De jeito nenhum eu arriscaria Christian me rastrear quando descobrisse a minha mentira. No aeroporto, compro uma passagem para o Meio-Oeste, selecionando Wyoming como meu destino. Eu não conhecia ninguém no estado, mas também sabia que Silver Crest não tinha aliados lá. Ficaria lá por um tempo, recuperaria meu dinheiro, mudaria meu nome e encontraria alguém para me ajudar com o nascimento do meu filhote antes de seguir em frente novamente. Era o melhor que eu poderia fazer enquanto resolvia as coisas. Enquanto subimos para 10 mil pés, olho pela janela, acariciando minha barriga plana em busca de conforto. "Vamos ficar bem, frijolito", murmuro para mim mesma. "Vamos ficar bem." Dois meses depois... Christian Passo minha língua sobre a b****a de Vanessa, mergulhando em sua b****a apertada até ela gritar, seus gemidos ecoando pelas paredes. Seus sucos deliciosos fluem em minha boca enquanto eu coloco dois dedos e estimulo seu c******s, fazendo movimentos circulares até suas pernas tremerem. "Oh Deusa, Christian!" ela grita, rebolando os quadris contra mim. Continuo lambendo minha língua sobre seus lábios molhados até sua garganta ficar seca de tanto gritar. Sua respiração fica irregular, me levando ao êxtase, então a levanto e a posiciono sob mim. Eu enfio meu p*u dentro dela, observando a cabeça desaparecer no paraíso molhado de sua b****a. Enrolo um de seus m*****s entre os dedos e observo o êxtase de seu orgasmo crescente iluminar seus olhos enquanto a fodo. Sua boca fica aberta de deleite enquanto eu a fodo. "Quer provar?" Ronrono, banhando meus dedos em seu néctar doce. Ela geme um sim e eu enfio meus dedos melados em sua boca, observando com prazer enquanto ela lambe e chupa seus próprios sucos. Eu bombeio meus dedos em sua boca, meu p*u ficando mais duro enquanto a penetro com os dedos. Seus lábios formam um "O" quando ela explode por cima do meu p*u, as paredes de sua b****a me apertando mais forte até eu gozar. Minha Deusa, isso era o paraíso. Faz dois meses desde que Natalia foi embora e como foram dois meses gloriosos! Vanessa foi um presente, uma deusa que vivia para me agradar. Nós temos fodido sem parar desde sua Cerimônia de Luna e nossa noite de núpcias. Claro, nem tudo foi tão tranquilo. Meu lobo sentiu falta da sua companheira e a matilha sentiu falta da sua antiga Luna. Eu nunca dei uma explicação para a partida de Natalia, não que eu precisasse explicar meus casos para ninguém, mas eu podia sentir que a matilha sentia falta da sua antiga Luna. E não vou mentir; uma parte de mim também sente falta de Natalia. Ela era uma Luna perfeita, forte, calculista e gentil com os membros da matilha. Apesar de ser humana, ela podia comandar uma sala com tanta facilidade e tinha uma graça que Vanessa não podia imitar. Pena que ela tinha uma falha fatal. Vanessa era boa na cama, mas era um desastre quando se tratava de liderança. Ela passava a maior parte do tempo planejando festas ou jantares luxuosos com os mais velhos, mas ser Luna era mais do que apenas ser uma organizadora de festas. Eu precisava que ela assumisse o comando quando os guerreiros e eu saíssemos em excursões ou viajássemos para assuntos do grupo. No entanto, eu não estava muito preocupado. Vanessa teria que treinar sob os cuidados da minha mãe, assim como Natalia havia feito. Em breve, ela seria uma Luna ainda melhor do que sua irmã e alguém que poderia me dar um herdeiro. Eu precisava de um herdeiro em breve. Eu já tinha 26 anos, bastante velho para um Alpha ainda não ter um filho a quem pudesse passar meu título. Meu pai me teve antes mesmo de assumir seu título! As pessoas podem pensar que fui c***l ao expulsar Natalia como fiz, mas o que eu deveria fazer? Eu amava minha esposa, a amava mais do que eu poderia explicar. E mesmo que ela fosse apenas uma humana desprezível, fui paciente com ela, deixando-a até mesmo permanecer humana. Foram necessárias muitas persuasões para convencer meu pai a deixá-la ser minha companheira e Luna, mas tudo isso era sob a condição de que ela me desse meu herdeiro. Isso era tudo o que ela tinha que fazer. Mas, à medida que o tempo passava e ela não produzia nada, fiquei furioso com ela. Comecei a ressentir sua falha, pois tinha investido tanto tempo e energia em estar com ela. Por que ela não poderia fazer o mesmo e me dar um herdeiro? Foi então que comecei a ver Vanessa. Ela me consolava, dizendo que Natalia só precisava de mais tempo. Mas, à medida que o tempo passava sem sinais de um herdeiro, Vanessa passou a ser algo mais do que apenas alguém com quem eu poderia conversar. Parecia um pecado nas primeiras vezes e meu lobo protestou fortemente, mas em breve a emoção tomou conta e eu ansiava pelas minhas tardes com Vanessa. Natalia reclamava das dores, mas parte de mim gostava de infligir isso a ela. Ela merecia por me decepcionar. Enquanto termino de lamber Vanessa, recebo um contato mental de Derek. "Alpha, a Dra. Lila está aqui para falar com você. Ela diz que é urgente." Reviro os olhos com a interrupção, mas sei que é melhor não fazer a Dra. Lila esperar. Ela raramente aparecia na casa do grupo, então se dizia que era urgente, era um assunto urgente. Desço de cima da minha nova esposa, beijando seus lábios e prometendo voltar para mais uma rodada. Depois de me vestir completamente, saio para o meu escritório, onde a médica está sentada com uma pequena caixa no colo. "Dra. Lila..." Suspiro, me acomodando na minha cadeira. "O que posso fazer por você?" "Olá, Alpha. Peço desculpas por interromper o seu dia. Eu simplesmente não sabia o que mais fazer", ela responde, batucando os dedos na caixa. Eu recosto na minha cadeira e espero que ela continue. "Eu não sei as circunstâncias do seu divórcio ou se é da minha conta", ela começa, sorrindo nervosamente. "Mas sei que, na situação dela, a saúde da Natalia ainda é importante para você." Arqueio uma sobrancelha para ela. A situação dela? "Pode explicar melhor, Dra.? Não tenho certeza do que você quer dizer", pergunto, tentando lembrar se Natalia já havia mencionado estar doente. "Quero dizer a gravidez, Alpha", ela responde, como se fosse a resposta mais óbvia. "Eu sei que vocês estão divorciados, mas tenho certeza de que você ainda se preocupa com a saúde do seu primogênito." Ela balança a caixa nas mãos. "Essas são algumas vitaminas pré-natais e medicamentos que ela vai precisar para levar essa criança até o final da gestação. Ela é humana carregando um Alpha dentro dela, precisa preparar o corpo para o parto se quiser sobreviver. Fiz minha pesquisa e encontrei várias fórmulas que acredito que a farão ficar forte o suficiente para o parto. Eu queria enviar para ela, mas percebi que não tenho as informações de contato dela, nem um endereço para onde ela poderia recebê-los." "Gravidez?" Eu quase rio, vendo seu rosto se iluminar de confusão. "Dra., parece que você se confundiu com seus pacientes aqui. Natalia não pode ter filhos. Ela é infértil." Agora é a vez dela ficar confusa. "O que quer dizer com infértil, Alpha?" pergunta a Dra. Lila. Estou começando a ficar irritado. Gravidez não é piada e eu faria questão de que a Dra. soubesse disso. "Ela me mostrou os exames de fertilidade, onde está escrito claramente que ela é infértil e nunca será capaz de conceber", respondo, batendo com força na mesa. "Não é da sua conta, mas foi por isso mesmo que nos divorciamos." Ela balança a cabeça de maneira insistente, como se esses fatos pudessem ser negados. "Eu mesma administrei o exame de gravidez, Alpha", ela insiste. "Posso garantir que Natalia está longe de ser infértil. Ela está com cerca de 3 meses de gestação agora." Ela tira uma cópia do teste de gravidez e da ultrassonografia da caixa e me entrega. "Este é o resultado do teste que eu fiz para ela há dois meses." Eu leio o documento três vezes apenas para ter certeza de que estava entendendo corretamente, mas era simplesmente inconfundível. Natalia estava grávida... e ela estava carregando nosso filho. Ela mentiu para mim! Ela mentiu sobre sua fertilidade! Uma raiva inacreditável queima dentro de mim. Como ela pôde fazer isso comigo!? Ela sabia o quanto um bebê era importante para mim! Seu i****a! Jack rosna. Eu te disse para ser paciente, mas você precisava ir e enfiar sua p**a naquela irmã estúpida! Agora olha o que você fez. Enviou minha Pequena para dar à luz nosso filhote sozinha! Eu nem conseguia argumentar com ele. Tinha humilhado Natalia quando tudo que ela fez foi obedecer exatamente ao que lhe disseram. Ela ia me dar um herdeiro. Merda... Suspiro, sabendo que eu tinha estragado tudo. Minha companheira... Meu filhote... Encontre-a! Jack rosna. Encontre-a e traga-a para casa, ou juro pela Deusa Lua, destruirei tudo que você construiu. Matarei cada m****o do grupo se for preciso, começando com essa esposa que você tem. Eu sabia que Jack não estava brincando. Ele destruiria Silver Crest por causa do meu erro, e eu não podia deixar isso acontecer. Dispensei a médica antes que Jack pudesse assumir o controle do meu corpo e chamei Derek e Jordan. Eles me encaram com medo enquanto me sento à mesa com punhos cerrados e dentes rangendo. "Encontrem Natalia", ordeno, tremendo enquanto forço Jack de volta para o fundo da minha mente. "Nosso próximo Alpha está a caminho."
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