O dia se desenrolava devagar na mansão, banhado pela luz suave da manhã entrando pelas janelas enormes da suíte. Beatriz e Bruno permaneciam na cama, sem pressa, os corpos próximos, mãos entrelaçadas e olhares que diziam tudo o que palavras não conseguiam. Ela descansava a cabeça no peito dele, sentindo o ritmo firme do coração dele, e ele acariciava os fios loiros dela devagar, cada gesto carregado de ternura e reverência. — Sabe, Bia — começou ele, a voz baixa, quase um sussurro —, cada dia que passa eu percebo que não é só proteção que eu sinto por você. É amor. Amor puro, profundo… você é tudo pra mim. Ela sorriu, virando o rosto pra encará-lo. — Eu sei… eu vejo nos seus olhos. E cada gesto seu, cada toque… me faz sentir segura e… amada de um jeito que nunca imaginei que poderia ex

