Passou-se um mês inteiro. Bruno estava à beira da loucura. Cada dia sem notícias de Beatriz era um tormento, um martírio que o consumia por dentro. Ele havia destruído toda a fortuna dos pais de Caio, jogado no chão toda a segurança, levado-os à miséria, apenas para garantir que nenhum recurso ajudasse Caio a se manter escondido. Mas Caio continuava invisível, com Beatriz trancada em algum lugar isolado, como se fosse uma propriedade dele, um troféu que ninguém poderia tocar. Cada dia, ele reafirmava seu domínio c***l: Beatriz era dele, e ele se certificava de lembrá-la disso. Quando ela mostrava qualquer resistência, quando tentava se impor ou falar, Caio a agredia, fisicamente, apenas para que entendesse quem mandava. Ele se aproveitava do medo dela, do silêncio que ele mesmo cultivava,

