Suze ainda tava emburrada, a cara fechada enquanto mexia no celular sem nem me olhar. Eu encarei ela, soltei um suspiro e coloquei a mão de leve na sua coxa. No mesmo instante, senti o corpo dela enrijecer.
— Vai ficar com esse bico até quando? — minha voz saiu baixa quase, um sussurro.
Ela virou o rosto, bufando.
— Me deixa, Alex. — A voz dela saiu baixa, meio embargada.
Apertei de leve a coxa dela.
— Para com drama, Suze.
Ela pegou minha mão com força e olhou séria pra mim.
— Uma hora eu canso… — murmurou.
Soltei uma risada curta.
— Cansa de quê, hein? Olha tua idade pra ficar de birra, mano.
Ela se levantou de repente, os olhos marejados, e foi direto pro banheiro. Fiquei olhando ela sair, sem dizer nada, mas já sabendo que ia atrás.
Levantei, fui até a porta do banheiro feminino e olhei em volta. Ninguém prestando atenção. Peguei uma plaquinha de "manutenção" e botei na entrada antes de entrar. Me encostei na pia, de braços cruzados, esperando.
Depois de um tempo, a porta da cabine abriu, e Suze saiu. O rosto molhado, maquiagem borrada. Quando me viu, parou no meio do caminho e voltou correndo pra dentro da cabine.
Fui até lá, encostei a testa na porta de madeira e falei baixo:
— Sai, Suze.
— Não. Sai você, Alex.
— p***a, para com isso…
— Me deixa em paz!
Suspirei, batendo de leve na porta.
— Minha delícia…
— Não me chama assim! Sai!
Me afastei devagar.
— Tá bom, vou te esperar lá fora.
Saí, mas fiquei só alguns minutos antes de voltar. Quando entrei de novo, vi ela na pia lavando o rosto. Cheguei por trás dela e, sem avisar, passei os braços ao redor da sua cintura, puxando ela contra mim.
Ela se assustou.
— Alex, me solta!
Ri baixinho, encostando o rosto no pescoço dela.
— Não vou soltar.
Ela fechou os olhos quando minha boca roçou seu pescoço.Meus lábios percorreram sua nuca, a ponta da língua provocando de leve. A respiração dela ficou pesada, o peito subindo e descendo rápido, abriu os olhos devagar, encarando o reflexo no espelho. Nossos corpos juntos, minha mão firme na sua cintura, a outra subindo devagar pelo seu abdômen.
— Não sei por que eu aturo um moleque como você. — murmurou.
Segurei o rosto dela, puxando de leve.
— Tu quer mesmo que eu te lembre?
Com um movimento rápido, a virei de frente pra mim e capturei seus lábios num beijo intenso, cheio de desejo. Suze gemeu contra minha boca, as unhas se cravando nos meus ombros enquanto me puxava pra mais perto.
Minha boca desceu devagar pelo seu pescoço, vendo seu corpo se arrepiar por inteiro.
— Eu vou te lembrar porque você me atura.
Minha mão já tava dentro da roupa dela, descendo devagar, sentindo sua pele quente.
— Alex... para.
Ela fechou os olhos, mordendo o lábio.
— Primeiro motivo: porque tu é louca por mim.
Ela soltou um suspiro pesado, as mãos agarrando a pia. Já tava entregue. Minhas mãos desceram rápido, puxando a roupa dela pra baixo, sentindo o corpo dela se arrepiar inteiro.
Suze se inclinou sobre a pia, e eu não perdi tempo. Abri a calça rápido, o desejo tomando conta.
Empurrei sua calcinha de lado e encaixei meu p*u na b****a quente, molhada dela.
— Ahhh Alex…
Segurei firme a cintura dela e sussurrei no ouvido:
— Segundo motivo: tu ama meu p*u.
Ela mordeu o lábio, tentando não gemer alto, mas eu queria ouvir ela gritar. Minhas estocadas aumentaram, fortes, ritmadas.
— E sabe o que mais? — murmurei, tampando a boca dela com a mão.
Ela negou com a cabeça, os olhos fechados de prazer.
— Tu se amarra quando eu te fodo assim… quando eu te faço gemer e gozar gostoso na minha p**a.
Ela gemeu contra minha mão, e eu fui mais fundo, sentindo o corpo dela se entregar completamente.
O espelho embaçou com a nossa respiração, os gemidos abafados preenchendo o espaço. Eu puxei o cabelo dela de leve, trazendo a cabeça dela pra trás pra sussurrar no ouvido:
— Não é isso mesmo, Suze?
— Aham… Sim. — Ela mordeu o lábio, as unhas cravando na pia.
Sorri satisfeito e continuei, indo cada vez mais fundo.
Suze tava ali, largada na pia, a respiração falhando, o corpo todo entregue pra mim. Minhas mãos seguravam firme sua cintura, sentindo a pele quente contra a minha. Cheguei perto do ouvido dela e sussurrei, a voz carregada de desejo:
— Fala pra mim, Suze… tu gosta quando eu te pego assim, né?
Ela mordeu o lábio, os olhos meio fechados, rebolando devagar contra mim.
— Para de falar e me fode, c*****o…
Ri baixo, segurando ela com mais força.
— s****a.
Minha boca desceu pelo pescoço dela, mordendo de leve, enquanto minhas mãos apertavam sua cintura, puxando ela ainda mais pra mim.
— c*****o, Alex… Me fode mais forte?
Suze gemeu, empinando mais a b***a, se oferecendo ainda mais pra mim.
Ela pediu, eu atendi. Segurei firme os quadris dela e comecei a meter mais forte, cada estocada fazendo a pia balançar. Suze agarrou o espelho, a boca entreaberta, o rosto estampando puro prazer.
— p**a m***a, Alex… mais forte…
Me inclinei sobre ela, uma mão subindo pro peito dela, apertando por cima da blusa. A outra desceu entre suas pernas, massageando seu g***o.
— Assim, Suze? É assim que tu gosta?
— Isso… isso, c*****o! — Ela quase gritou, rebolando contra mim.
O espelho mostrava tudo. O jeito que ela se entregava, o modo como o meu corpo colava no dela a cada investida, o brilho de t***o nos olhos dela.
— Olha pra gente, Suze… — falei no ouvido dela, a voz rouca. — Olha como cê é toda minha.
Ela abriu os olhos, me encarando pelo reflexo. O jeito que ela se tocava, os dedos deslizando rápido, fez meu p*u pulsar dentro dela.
— Eu vou… go-gozar. — ela arfou, os gemidos ficando mais altos.
Eu já sentia o corpo dela apertando o meu, tremendo, prestes a explodir. Meti mais rápido, mais fundo, até ela jogar a cabeça pra trás e gozar forte, o corpo todo se contraindo. A sensação foi tão fodida que eu não aguentei, soltei um grunhido rouco e gozei junto, segurando ela bem firme enquanto sentia meu ápice tomar conta de mim.
Ficamos ali, respirando pesado, ainda colados. Suze apoiou a testa no espelho, o corpo mole de cansaço.
— Tu é um filho da p**a, Alex… — murmurou, a voz ainda trêmula.
Sorri, mordendo de leve a orelha dela antes de dar um t**a na b***a.
— E cê ama isso, minha s****a…