Chama.

1308 Words
Dominic Dei partida no carro após ter deixado a Victória em casa. Segui o trajeto direto para a sede da máfia, mais cedo ou mais tarde eu teria que lidar com Leonardo. O filho da p**a viajou do Brasil até a Italia só pra tirar a minha paz aqui. Se ele acha que vai tirar a Victória de mim, que levará a minha bonequinha ele estava muito enganado porque teria que me matar primeiro. Estacionei o carro em frente, um dos homens o levou para o estacionamento. Alicia já estava prontamente de pé na recepção, uma fachada, todo esse prédio é uma fachada do primeiro ao terceiro andar uma empresa comum, mas acima, acima eu comando todo o submundo da Itália. – Senhor Morelli! Um dos nossos homens foi morto enquanto transportava o carregamento de drogas para Singapura. – Alicia disse, a encarei observando todas as suas expressões. Deduzi que estava com medo da minha reação. Aqui é tudo feito na base da cobrança, se você mata um dos meus, pode esperar que eu vou matar um dos seus. – Marque uma reunião com os melhores soldados que temos, não preciso que investiguem nada! – Ela concordou. Entrei no elevador sozinho, arrumei um dos botões do meu terno e retirei o celular do bolso. Havia uma mensagem da Victória, uma foto, senti o meu p*u endurecer no mesmo segundo em que eu abri a conversa. Uma foto sua no espelho deixando a mostra os seus s***s fartos cobertos pelo sutiã e logo abaixo a frase “Eu quero jogar o seu jogo Dominic e espero que nessa partida eu possa ficar por cima. Com muito ódio e t***o, Victória.” Eu fiz a escolha certo, não tive dúvidas assim que bati o olho nela. A odeio por me fazer perder o foco, por saber que essa mulher será minha ruína e principalmente por querer a matar, mas não conseguir viver com a culpa depois disso. A porta do elevador abriu, passei por ela seguindo o trajeto até o meu escritório. Eu nunca passo muito tempo aqui, apenas compareço a algumas reuniões ou entrevistas lá em baixo. Me sentei na cadeira giratória atrás da minha mesa, afrouxei o nó da gaveta e abri novamente a conversa com a Diaba. “Seu pedido é uma ordem bonequinha, mas não reclame por não conseguir andar no final disso.” Ela visualizou a mensagem na hora, mas não respondeu nada. Abri a pasta com fotos dos dois quando eram crianças, pelo que eu sei o Leonardo foi criado pela avó no Brasil enquanto a Victória criada com os pais na California. Leonardo não quer apenas conhecer a irmã, ele acha que eu a machuco então também quer a minha cabeça em uma bandeja. A sala foi invadida por dois dos meu melhores soldados e amigos, Eric e Mike são praticamente da minha família. Nos conhecemos desde menores, crescemos com a amizade. – Hoje é dia de boate meus amigos. – Mike gritou sorridente. – A Lux vai pegar fogo com o mais gostoso lá dentro. – O bom é que você não é narcisista. – Eric rebateu. – Essa p***a não tem porta não? – Falei. – Precisamos conversar sério sobre o soldado morto, Leonardo não matou qualquer um, ele matou o Lorenzo. – Eric disse, sua voz estava baixa e calma, mas eu sabia o tanto de ódio que havia escondido nessa frase. Lorenzo era o soldado mais novo, mas ainda assim um dos melhores. Foi treinado por mim desde os dezessete anos e tinha tudo pra se tornar um dos meus braços direitos. – Como ele mesmo fala “vamos levar pra o desenrolo” não é assim que os favelados gostam de ser? Vamos mostrar pra eles como se cobra a dívida de alguém. … Victória Terminei de temperar o strogonoff e deixei cozinhar um pouco, essa é uma comida que a minha mãe sempre fazia quando eu era pequena. Ela sempre me dizia que o strogonoff até pode ter sido criado em outro país, mas quem realmente da o valor é o brasileiro. – O motorista já foi buscar a Cristal, vá tomar um banho eu termino menina. – Diana disse. Foi um sacrifício fazer com que ela me deixasse fazer o almoço, mas eu tenho os meus encantos. – Tudo bem, quando a Cristal chegar a mande tomar um banho para almoçar por favor. – Falei, deixei as coisas ainda no fogo e subi as escadas em direção ao meu quarto. Não respondi a mensagem de Dominic, eu simplesmente não sabia mais o que falar. O meu corpo ferve toda vez que lembro de nós dois nus, pegando fogo no banheiro, no quarto, na sala. Ele é o meu ponto fraco, a pegada e a marra. Entrei no banheiro, coloquei a banheira pra encher e fui tirando a minha roupa ficando apenas de lingerie. Como o celular estava em cima de uma mesinha ao lado da pia eu o peguei e tirei mais uma foto, encaminhei pra o Dominic e desliguei a tela do celular. Eu não sei onde esqueci a minha vergonha na cara. Desliguei a torneira, tirei o resto da roupa e entrei. Todos os meus músculos relaxaram assim que entraram em contato com a água, fechei os olhos e tentei aproveitar ao máximo. Fiz isso por tanto tempo que não escutei a porta ser aberta, quando abri os olhos já me dei de cara com um Dominic sem camisa e de calça social. – Posso participar? – Concordei. Na verdade ele poderia fazer bem mais que isso. Ele abaixou a calça e em seguida a cueca box, eu não conseguia deixar de encarar o volume. Dominic entrou na banheira de hidromassagem e se sentou me encarando e rindo, um sorriso que p**a que pariu. – Quero você por cima, agora! – Ele disse com a voz grave e rouca. Mordi os lábios e concordei. Fui até ele e passei as minhas pernas ao redor da cintura dele, senti o seu m****o na minha i********e. O peguei com a mão e encaixei em mim, fui deslizando lentamente e quando estava na metade desci com tudo arrancando um gemido rouco dele. Dominic segurou em minha b***a me ajudando com os movimentos, a cada sentada com força era mais uma chama acendida. Os tapas desferidos em mim eram como combustível para que eu continuasse, eu gostava da dor, ela me dava ainda mais t***o. – Eu vou goz… p***a! – Meu corpo todo amoleceu em um orgasmo múltiplo, Dominic deu mais algumas estocadas e chegou ao ápice também. Ele segurou em meu queixo com força me fazendo o encarar e me beijou, um beijo lento, sedento e cheio de luxúria. Terminamos de tomar um banho juntos e em saímos de lá, vesti um conjunto de short e cropped e desci para a sala de jantar. Todos já estavam sentados á mesa, inclusive dois homens que eu não sabia ao certo quem eram, mas deduzi serem homens da máfia. Me sentei na cadeira ao lado de Cristal. – Eu posso papai? – Dominic concordou. – Mamãe, esses aqui são o tio Eric e o Tio Mike, tios essa é a mamãe Victória. – Oi. – O que a Cristal apresentou como Eric disse. – E aí? – O outro falou. – Oi meninos. – Respondi. Coloquei um pouco do vinho que estava na mesa na minha taça, coloquei o copo na boca pra provar. – Agora eu entendi porque o Dominic demorou tanto no banho. – Mike disse. Acabei cuspindo o líquido que eu continha na boca fazendo os dois rirem de mim. – Meu Deus, me desculpem! – Falei atônita. Eu não precisei me olhar no espelho pra saber que eu estou pálida de tanta vergonha. – Eu tava zoando, relaxa. – Concordei. >>> @aut.izzamarques
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