Capítulo 17

1214 Words
Ficamos em um silêncio confortável dentro da banheira. Theo realmente me deu banho com muito carinho. Enquanto ele me ensaboava o meu corpo se acendeu, mas Theo estava tão concentrado em algo que estava pensando que não percebeu. Quando faltava apenas minha i********e para ser ensaboada ele me esticou a esponja para que eu pudesse fazer. - Não – disse empurrando a esponja de volta para ele – você começou, você termina! Theo arregalou os olhos e o vi engolindo em seco. Me coloquei de pé virada para ele. Minha i********e na altura do seu rosto, eu o vi corar. Ainda embasbacado, ele colocou um pouco mais de sabão líquido na esponja e a colocou na altura do meu joelho. Foi subindo lentamente até chegar na altura da minha i********e. Eu abri levemente as pernas para facilitar o seu acesso e Theo alcançou onde devia. Ele esfregou suavemente a esponja ali e eu arfei e gemi. Nisso ele se atrapalhou todo com a esponja e a derrubou, agora sua mão tocava livremente em mim. A cena foi até chiste, o coitado se engasgou, não sei se foi na saliva ou com o ar e teve uma crise de tosse. - Calma Theo, respira. Está bem? - Merda, estou me sentindo a p***a de um adolescente virgem. Desculpe Nany, é que eu não esperava... na realidade eu esperava, mas não vindo de você e não neste momento. - Cala a boca Theo, vamos sair daqui a água já está esfriando. Vamos para a cama lá você continua a cuidar de mim. Ele se levantou e eu reparei em sua ereção sob a cueca. Nos secamos e a curiosidade se fez maior. - Theo? Porque manteve a cueca? E porque esteve tão calado e concentrado durante o banho? - Nany ainda pergunta? Tenho lhe assediado a dias e ver você nua, p**a que pariu, é melhor do que eu imaginava. Mantive a mente ocupada para não sair do eixo, mantive a cueca porque não haveria força de pensamento que evitasse uma ereção, se eu sentisse você encostada diretamente em mim. - Que cavalheiro fico feliz que tenha se preocupado com o meu bem-estar a este ponto. - Você não imagina o quanto me importo com você, o quanto quero você. - Agora eu quero que faça uma coisa por mim, algo que necessito. - Qualquer coisa por você... - Transa comigo, me fode com força, me torne sua, faça amor comigo. Use a frase que quiser com tanto que o faça. Theo deu um sorriso ladino, tirou a cueca e começou a andar em minha direção. Logo me desfiz da toalha que rodeava o meu corpo. Theo suspirou. Assim que me alcançou se sentou na cama e me puxou ainda em pé para ficar na sua frente, separou um pouco minhas pernas e se colocou a chupar a minha i********e. Gemi alto. Theo começou a passar a língua em meu c******s com ferocidade e introduziu um dedo em mim, aí não consegui me conter mais, eu estava gritando. Minha respiração estava descompensada e minhas pernas estavam moles, fazia muito tempo que não me sentia assim. Agarrei com força os cabelos de Theo empurrando cada vez mais sua boca contra o meu c******s e aproveitando para me segurar ali. O orgasmo veio forte, meu corpo todo se convulsionou e eu literalmente despenquei no colo de Theo, mas ele não estava satisfeito. Me colocou deitada na cama e logo estava em cima de mim, e sem prévio aviso me penetrou lentamente acendendo todo o meu corpo novamente. Suas estocadas eram lentas e profundas, sua boca, hora nenhuma deixava a minha. Ficamos nesse vai e vem delicioso por pouco tempo. Ambos não aguentamos muito e gozamos. Eu estava muito cansada, foram dois orgasmos. Theo se deitou sobre meu corpo e ficou até sua respiração voltar ao normal. Não parecia o suficiente para a gente, ainda não estávamos totalmente saciados um do outro. Tão logo quando parou voltou a se mover dentro de mim novamente já duro e pulsante. Ficamos pouco nesta posição, desta vez ambos precisávamos de mais. Theo, me pegando de surpresa e em um movimento muito rápido me virou e me colocou de quatro para ele. Agora suas estocadas eram rápidas e violentas. Sentia o suor escorrendo pelo nosso corpo. Theo, sentido que eu estava à beira de mais um orgasmo, com uma mão me tampou a boca e o nariz, me impedindo temporariamente de respirar. Aquelas estocadas e a privação de ar me fizeram ter o orgasmo mais alucinante da minha vida. Meu corpo convulsionava forte e Theo continuava com os movimentos prolongando a sensação até que mais algumas estocadas ele gozou forte. Eu não tinha força para mais nada. Me ajeitei na cama e apaguei no minuto seguinte. Acordei, não sei quanto tempo depois e me vi sozinha e nua na cama de Theo, apenas um fino lençol me cobria. Estava sozinha na cama e ainda estava escuro. Esfreguei o rosto com a mão não acreditando no que havia acontecido. Eu não posso me envolver com ele, não é certo. Mas de algum jeito já sou dele, e não estou falando somente do meu corpo. A porta foi aberta me tirando de meus devaneios e por ela entrou um Theo vestindo somente uma calça de pijama e com uma bandeja na mão. - Não comemos nada, pensei que estaria com fome. – disse se aproximando da cama e se sentando ao meu lado. - Faminta! Por quanto tempo eu dormi? - Por duas horas, se passa um pouco das dez da noite. Comi com gosto, Theo até tirava sarro de mim por isso: - Que isso, veio a pé da Etiópia querida? - Longe disso, um maníaco me pegou e deu cabo de mim. - Nany, Nany, falando assim me ofendo... e meu p*u fica duro novamente. - Olha Theo me perdoe mas não podemos continuar com isso. Você é o meu chefe e eu não posso frequentar a sua cama. Eu gostei muito, sério. Você me fez sentir um prazer inédito para mim. Mas isso tem que acabar por aqui. - Você está dizendo que a gente não pode repetir isso porque eu sou o seu chefe? - Sim, eu não posso me distrair da minha função, não é para isso que me paga. Além de que eu me sentiria uma vagabunda que recebe para dormir com o patrão. - Tudo bem eu entendo, se esse é o problema, está demitida. - Está mesmo me demitindo? – fiquei embasbacada com a notícia. Merda eu precisava ficar ao lado dele. - Sim, a partir de agora será a minha namorada. Vai continuar a morar comigo e dividiremos o mesmo quarto. Se quiser pode continuar fazendo parte das investigações, mas saiba que não é mais sua obrigação. A partir de agora sua obrigação é me mimar, me dar amor e carinho e me satisfazer na cama, como fez a pouco. - O senhor não está me dando opções. Nem ao menos perguntou se eu desejo ser sua. - Está bem. Deseja ser minha? - Já sou sua. Theo tirou a bandeja do meu colo e colocou no criado mudo ao lado da cama. E passamos o resto daquela noite e início da manhã confirmando nossa decisão
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