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Inocência roubada: O ponto final

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Blurb

Durante uma invasão na comunidade liderada por Asher, Kimberly é sequestrada por Liam(seu ex-namorado maluco) e some misteriosamente. A comunidade de Ash está arruinada e praticamente destruída, por falta de segurança não podem invadir a comunidade do pai de Liam em busca de Kim. A partir de agora, Kiria precisa trabalhar em equipe e unir forças para resgatar Kimberly, que no momento está desaparecida.

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Pela Kimberly
Este livro é uma continuação da história Inocência roubada: Segredos do passado — A gente tem que ir! — Ash gritava dentro do carro. — Pegaram ela! — Dylan corria em nossa direção parecendo desesperado. Pegaram... pegaram a Kimberly? A Kimberly Angel Davies? Minha melhor amiga? — O que? — Eu perguntei novamente sem reação. O mundo parece ter parado. — O Liam... — Dylan entra dentro do carro e bate a porta. — Maldito Liam... Ele a pegou. Não tem o que fazer, vamos! A gente recupera ela depois. — Você só pode estar louco! — Gritei. — Aquele maluco quase me matou quando me sequestrou no lugar dela por engano, e você quer que a gente vá embora sem ela como se estivesse tudo bem? Qual o seu maldito problema? — Eu também a amo, está bem? Eu mataria e morreria por ela, mas eu fiz o que pude e ela já está inalcançável. — Dylan gritou de volta com a voz meio embargada. Então eu notei que Ash está em absoluto silêncio e sem esboçar nenhuma reação. Me aproximo um pouco dele e ponho a mão em seu rosto o virando para mim. — Ash... — Nem eu mesma consigo falar algo que possa animá-lo, tudo o que consigo é chorar. — Vai ficar tudo bem... — A gente precisa ir, irmão. Eles estavam me seguindo, daqui a pouco vai chegar a tropa inteira aqui. — Dylan fala mantendo um tipo de calma como se isso não o corroesse por dentro, ou como se nada mais o abalasse. Nem mesmo o fato de estar vindo um exército atrás de nós. Eu preferia... Eu preferia que o Liam tivesse levado, nem que seja por engano, mas deveria ser eu. Ele tentou a primeira vez, não conseguiu. Agora da segunda... Ash tem o olhar perdido como se ainda tivesse processando sobre tudo. — Ash! — Dylan pronuncía seu nome como forma de aviso. — Eu vou matar aquele filho da p**a! — Ash pragueja e acelera o carro tão rápido que meu corpo impulsiona para frente e volta para trás novamente colidindo com o banco do passageiro. — A Ava e o Noah estão bem? — Conseguiram fugir. Mas a Kim não consegui, não é? — Tentaram roubar nosso território, mas não conseguiram. Porém, estamos quebrados. Está tudo destruído, Ash! — Conseguíamos notar o desespero na voz do Dylan. — Merda! — Ash praguejou. O caminho inteiro controlei meu choro embargado, fungando algumas vezes. Eu estaria mentindo se não dissesse que também ouvi os dois fungarem, mas eu vou fingir que não ouvi. Kimberly, você não tem idéia do quanto todos nós queremos você de volta. Ash estacionou o carro. Olho bem para onde paramos, e lembro desse lugar. É o apartamento que o Ash me trouxe quando eu fui sequestrada, e que inclusive está no nome da Kim. — Vamos ficar aqui por um tempo, esse apartamento é quase secreto. Quase ninguém sabe dele e não vão nos encontrar aqui. — Ash assegurou enquanto se jogava no sofá com a mão pousada na testa. — Da última vez que você disse algo parecido deu tudo errado e aconteceu totalmente o contrário. — Resmunguei. — Escuta aqui. — Ash me encarou sério. — Sabe o que teria acontecido se tivessem invadido o seu apartamento ao invés do morro? Não sabe, mas eu te conto, estaríamos mortos! i****a. — Ash deu um soco no encosto do sofá. — A gente só escapou porque o morro tem segurança. — Imagine se não tivesse, Ash. — Retruquei. — Qual a merda do teu problema? — Ash levantou do sofá rapidamente e em um piscar de olhos ele já estava em minha frente me prendendo contra a parede. — Você acha que é culpa minha? Eu fiz o que eu pude, mas o foco do Liam desde o começo era pegar a Kim. Eu ia responder novamente, mas repentinamente eu senti medo. Lembrei das vezes em que o Robby ficava alterado como Ash está agora. — Desculpa. — Abaixei a cabeça um pouco chorosa. Ash ainda estava em minha frente, até que senti seus braços me envolverem em um abraço urgente e apertado. — Desculpa também, você também não tem culpa. — Ash sussurou e depositou um beijo em minha cabeça. Deixei que uma lágrima escapasse dos meus olhos. A gente levou tudo isso praticamente na brincadeira até agora, não tivemos os cuidados necessários e agora só Deus sabe as coisas que a Kim está passando. Silêncio. Só escuto a minha própria respiração e o coração de Ash. — Onde o Dylan está? — Questionei meio que para mim mesma. Procurei Dylan pela sala com o olhar e o encontrei no cantinho da parede abaixado com o rosto entre as pernas. Ash e eu nos encaramos, caminhamos até onde ele estava e então nos abaixamos ao seu lado. Demos um abraçado coletivo super apertado e ouvi Dylan fungar, ele não estava chorando mas seus olhos ameaçavam lacrimejar. — A gente vai encontrar ela, eu prometo. — Ash prometeu enquanto apoiava a cabeça no ombro de Dylan. — Você tem algum plano? — Questionei. Ash ficou em silêncio por um tempo e isso fez com que eu soubesse a resposta. — Maioria dos nossos vapores morreram ou levaram junto com eles. O Brando tem um exército de idiotas bem treinados... — Ash murmurou. — Agora somos só nós, Ava e Noah. — O treinamento. — Dylan falou. — Como? — O olhei confusa. É estranho, pois pela primeira vez estamos tendo uma conversa sem brigas, olhares tortos ou desentendimentos. — O Elijah criou um treinamento. É um treinamento bem eficaz, todos que passam pelo treinamento saem prontos para a luta. — Dylan explicou e não pude evitar em reparar nos seus olhos, nariz, e bochechas vermelhos, fora os cílios molhados. — Elijah... É o meu pai. — Ash complementou. — Foi o meu pai. — Corrigiu. — Ele morreu... Não foi? — Questionei um pouco receosa. — Tem as lutas clandestinas, todos nós participamos das lutas clandestinas mas nenhum de nós participou do treinamento. — Ash mudou de assunto. — Quanto tempo dura o treinamento? — Questionei. — Depende do seu desenvolvimento. — Dylan respondeu. — Mulheres podem participar. — Ash afirmou. — Vamos participar, o Noah é ótimo e a Ava também. Vamos todos participar. — Para entrar no treinamento não é tão fácil assim, Ash. — Dylan afirmou apoiando a cabeça na parede. — Como assim? O treinamento não é lá mesmo na comunidade? — Encarei os dois confusa. — Não exatamente, como posso explicar... Estilo treinamento do exército, óbvio que não é igual, é só uma referência. Você fica isolada com os outros participantes do treinamento, sem nenhum telemóvel e sem nenhum tipo de contato com o mundo externo. — Ash explicou. — Então as pessoas são treinadas em um lugar afastado? — Exatamente! Maioria dos vapores do Brando foram treinados lá, esse treinamento é para quem quiser e tiver porte para isso. Comunidades vizinhas também treinam lá. — Dylan explicou. — É por isso que os vapores do Brando são tão fortes. — Pensei alto. — Você está junto conosco nessa luta, Kira? — Ash questionou enquanto me encarava. — Adianto que não faço a menor idéia de como é o treinamento e como é o teste para conseguir entrar. — Por favor, Kira. — Dylan também me encarou. Eu vou desistir da faculdade? Desistir de tudo o que minha mãe quis que eu fizesse? Sim! A Kim faria o mesmo por mim. É meio irônico como a minha vida mudou completamente desde que eu saí da casa dos meus pais, tudo virou de cabeça para baixo. Se há dois anos atrás, alguém chegasse para mim e falasse que eu ia treinar para lutar em praticamente uma guerra estilo aquelas de filmes junto do irmão e o namorado da Kim, da família dela praticamente, eu riria até ficar sem ar. Desculpa mamãe, mas eu vou decepcionar a senhora. Tem coisas na vida que não temos como controlar, e eu acabei de perder o controle. — Vamos acabar com eles de uma vez por todas e botar um ponto final nessa história. — Falei alto fazendo com que eu própria consiga assimilar a informação. — Pela Kimberly. — Dylan sorriu minimamente de canto. — Pela Kimberly. — Ash envolveu seu braço em volta do pescoço de Dylan tentando animá-lo. — Pela Kimberly. — Sussurrei.

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