— O quê? — Pessoas desapareciam. — Por causa dele? — Algumas. — E outras? — Eram compradas. Meu maxilar travou. — Políticos? — Sim. — Empresários? — Sim. — Policiais? Augusto demorou. — Alguns. — Então ele controlava tudo. — Não tudo. — O suficiente. — Sim. Caminhei até a mesa. — Minha mãe descobriu a identidade dele. — Descobriu. — E o que fez? — Tentou reunir provas. — Onde estão? Augusto me encarou. — Algumas foram destruídas. — Algumas? — Outras foram escondidas. Meu coração acelerou. — Onde? — Sua mãe deixou uma última pista. — Que pista? Augusto não respondeu. — Onde? — Em um lugar que você conhece. — Seja mais claro. Ele abriu uma pequena gaveta da mesa. Retirou uma chave. Era antiga. Metálica. No centro havia uma pequena coroa. Meu coração d

