-Sua casa? – perguntei insegura – Quer dizer... Tipo... Você não mora na mansão? -Não. – ele falou sem deixar de olhar a estrada e agora percebi que estávamos fora da cidade – Eu gosto de morar isolado. Tentei falar, mas sentia um caroço na minha garganta e minha voz simplesmente não sai. No fim não consegui nem ficar atenta ao caminho, apenas consegui olhar para ele. Eu sabia que ele nunca ia me machucar, mas o nervosismo em parecia me consumir. -Você disse que ele está na sua casa... Dormindo lá? -Sim. – engoli em seco e voltei a olhar para ele e vi seu maxilar ficar tenso, a lateral do seu lábio levantou quando um rosnado escapou por entre eles e eu vi seus dentes crescerem afiados. Infernos! Isso foi quente! Arregalei os olhos, incrédula comigo mesma. Como eu consigo achar excita

