Assim que entrei no escritório do meu pai, vi Peter sentado em uma das poltronas que tinha nele e meu pai sentado na sua poltrona atrás da mesa. -Pai... Peter. – olhei para os dois em um cumprimento silencioso e eles assentiram na minha direção – Acho que temos coisas a conversar. Sinto a mão do Bruno, segurar a minha e o vejo me olhar me encorajando a falar. Eu ainda não tinha contado o que havia se passado entre eu e o Nicolas no quarto do hotel, de como ele tinha me tocado e o que ele tinha falado, mas sabia que ele suspeitava o que tinha acontecido. Respirando profundamente, ainda próxima a porta, abri minha boca e contei tudo. Contei o mais rápido que pude, não querendo me lembrar do toque ou do calor doentio que me rodeou... Tentei esquecer o cheiro dele, seu toque que me enjoava

