06

1173 Words
Elena estava na frente do espelho, olhando para seus próprios olhos verdes com tédio e desconforto. Ela deu um tapinha no rosto com um guardanapo, sentindo-se física e mentalmente exausta. Damon sempre foi uma pessoa calculista - sempre a levava junto sempre que precisava participar de eventos tão importantes. Honestamente, se a família RoseFord não precisasse de Damon e de seu apoio financeiro, ela não daria a mínima para aqueles homens que sempre olharam feio para ela. Mas, por enquanto, ela deve suportar tudo. Depois de um momento para se refrescar, Elena saiu do banheiro, sentindo uma renovada sensação de compostura. Ao entrar no corredor, seus olhos caíram sobre um homem parado com as costas apoiadas na parede. Ela congelou no lugar. Ele não era como os outros homens no salão (abutres e repulsivos, olhando para ela descaradamente). Ele era naturalmente sexy e atraente. Sua postura, embora relaxada, tinha uma certa qualidade desarmante que intrigou Elena. Sua mera presença exalava uma aura cativante, atraindo sua atenção como um ímã. Por um breve momento, o tempo pareceu parar enquanto ela observava as feições dele, com a curiosidade despertada. Com passos cautelosos, ela se aproximou dele, os olhos fixos em sua forma. O corredor parecia estreitar-se, o resto do mundo desvanecia-se na insignificância à medida que os seus caminhos convergiam. Houve uma centelha de reconhecimento nos olhos de Elena, um brilho de familiaridade que ela não conseguia identificar. À medida que ela se aproximava, uma mistura de antecipação e apreensão dançou em seu coração. Os pensamentos de Elena correram, sua mente procurando respostas para as perguntas que giravam dentro dela. Quem era esse homem? Por que ele parecia mais familiar do que deveria? Passo a passo, ela diminuiu a distância entre eles, sua curiosidade ofuscando qualquer hesitação. O coração de Elena bateu forte em seu peito. Quando ela passou pelo homem, ele agarrou o braço dela. "Você não me reconhece?" a voz do homem exalava uma pitada de intriga, suas palavras misturadas com um fascínio magnético que causou um arrepio na espinha de Elena. Seus olhos se fixaram em seu olhar cativante, atraídos mais profundamente em sua presença. Quando Elena permitiu que seu olhar percorresse a figura do homem, uma onda de desejo correu por suas veias. Cada traço de seu rosto exalava um magnetismo sensual, desde o queixo esculpido até os olhos penetrantes. Se ela o tivesse encontrado antes, ela sabia sem dúvida que seu rosto deslumbrante teria ficado gravado em sua memória. "Sinto muito, senhor", ela finalmente respondeu, "receio que você tenha me confundido com outra pessoa." O sorriso do homem se aprofundou, seus olhos brilhando com uma mistura de intriga e diversão. Seu charme parecia irradiar por todos os poros. "Oh, é assim?" ele murmurou, sua voz era uma carícia aveludada que causou um arrepio na espinha dela. Com um aperto firme, ele puxou Elena para mais perto e a pressionou contra a parede, seus corpos acendendo com uma intensidade magnética. "E quanto a isso? Você se lembra de mim agora?" O homem estava emitindo uma aura perigosa, causando arrepios pelo corpo de Elena RoseFord. Sua presença chamava a atenção, exalando uma mistura irresistível de mistério e fascínio. Cada fibra do ser de Elena reconhecia o perigo que emanava deste estranho enigmático. Sua mera presença enviou tremores de medo e excitação em suas veias. Era como se a sua própria essência carregasse um aviso, um lembrete silencioso do caminho imprevisível que estava por vir. A intensidade de seu olhar, penetrante e cheio de desejo indomável, despertou uma mistura potente de apreensão e desejo dentro de Elena. Ela podia sentir o calor irradiando de seu corpo, atraindo-a como uma mariposa para a chama. Quando os olhos dele se fixaram nos dela, Elena ficou paralisada, incapaz de desviar o olhar. O peso de sua aura perigosa causou arrepios em sua espinha, despertando uma fome adormecida dentro dela. "Solte-me!" “Você está me pedindo para deixar você ir? Não foi você quem tomou a iniciativa naquela noite? As palavras de Aaron Granger a atingiram como um raio. Aquela noite? Ela deu outra boa olhada. O homem parado na frente dela parecia um modelo - traços incrivelmente bonitos e fortes. constituição muscular e um temperamento nobre inato. Ele parecia completamente diferente do homem que estava coberto de sangue naquela noite. "Do que você está falando? Não sei do que você está falando." “Mulher...” Aaron gentilmente beliscou o queixo de Elena. "Não há mulher neste mundo que se atreva a me desafiar." Quando as palavras saíram dos lábios de Aaron, um silêncio carregado pairou no ar, pesado de expectativa. O tempo pareceu desacelerar quando ele abaixou delicadamente a cabeça, seus olhos presos nos de Elena, e suas respirações se misturaram no espaço entre eles. Com um toque leve, os lábios de Aaron encontraram os de Elena em um beijo possessivo. Foi uma colisão de desejo e saudade, uma dança de fogo e seda que incendiou seus sentidos. Naquele momento selvagem, o mundo ao seu redor se tornou insignificante enquanto sucumbiam à intensidade crua de sua conexão. O corpo de Elena respondeu instintivamente ao toque sensual dos lábios de Aaron, o calor de seu beijo despertando uma cascata de sensações dentro dela. Cada terminação nervosa vibrava com uma mistura de prazer e vulnerabilidade. Seus lábios dançaram juntos, explorando e rendendo-se ao ritmo inebriante de sua paixão compartilhada. O beijo carregava uma mistura de fervor e ternura, uma ligação íntima que transcendia as palavras. Aaron assumiu o controle, seu beijo carregando uma corrente de domínio. Foi uma prova da forte atração entre eles, uma fusão de poder e rendição. Assim como naquela noite, ele estava no controle e seu beijo carregava um certo tom de vingança. O coração de Elena tremeu. 'Este homem é realmente ele?' 'Mas eu pensei que ele era apenas um delinquente vagando por aquela parte da cidade? Como ele poderia ser esse homem parado na minha frente agora? Seus lábios se chocaram, um lutando contra o outro pelo domínio. O hálito doce da mulher fez Aaron se lembrar da noite que passaram juntos. Ele sentiu um aperto na parte inferior do corpo e inconscientemente se inclinou para mais perto dela. Aaron, consumido por uma força magnética, conduziu Elena com um senso de urgência, seus lábios permanecendo presos em um abraço ardente. Quando entraram no banheiro, a porta se fechou atrás deles, isolando-os do mundo exterior. O clique da trava ecoou a intensidade de sua conexão, amplificando a tensão eletrizante que carregava o ar. Aaron, incapaz de resistir à tentação que os envolveu, continuou a explorar os lábios de Elena com um fervor desenfreado. A troca apaixonada de seus beijos dizia muito, transmitindo uma profundidade de saudade e uma fome que não podia mais ser contida. Elena ficou chocada com o gesto dele e tentou afastá-lo, “O que você está tentando fazer?” A atmosfera quente e cheia de vapor aguçou seus sentidos, intensificando as sensações que percorriam seus corpos. "Você se aproveitou de mim naquela noite... E agora é a minha vez."
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD