Cindebela
Era uma vez num reino muito pobre, existia uma menina com o nome de Cindebela, a mais linda de todas as crianças daquele reino, filha de ferreiro que trabalhava dia e noite para dar comida para a sua esposa e a sua filha, a menina com os cabelos loiros longos e encaracolados, os olhos azuis da cor do céu, a pele alva como a neve, era mantida dentro de casa, não podia sair, pois sua beleza encantava a todos e os seus pais tinham medo de alguém roubar-la, crianças eram roubadas por gente r**m e vendidas como escravas na feira barulhenta e imunda, pois matavam animais ali mesmo e vendiam sua carne, pessoas andavam de um lado pro outro comprando de tudo um pouco e escravos.
Cindebela crescia linda de cabelos cor do ouro, os s***s fartos chamavam atenção de qualquer homem. Certa vez foi á feira com a sua mãe que vendia ali muitas verduras tiradas do quintal, a mulher plantava as verduras e as vendiam na feira. A moça de dezoito anos ficou encantada com tudo ali, ficava com pena dos animais que estavam sendo sacrificados. De repente todos ouviram gritos, dizendo que o príncipe tinha acabado de chegar à feira, todos tentando arrumar as coisas vendidas ali, para o príncipe se interessar e comprar, pois quando o príncipe ia até a feira comprava muitas coisas na feira.
Cindebela olhava o jovem príncipe montado num belo cavalo branco, ele olhando o que tinha de bom na feira para comprar, muitos soldados atrás dele o protegendo, vestia roupas largas e coloridas, uma capa nas costas e uma brilhante coroa na cabeça, os cabelos negros brilhando ao sol, era alto e forte, de pele morena.
Cindebela não deu muita atenção para o jovem que aproximou e ficou a observando, ela vendia alface para uma senhora e lhe dava atenção esquecendo-se do príncipe montado no cavalo e ele era a atenção de todos. O jovem se encantou com tanta beleza, falou em voa alta para Cindebela:
___Moça, quanto custa à alface?
O príncipe não comprava verduras, mas aproximou dali percebendo a beleza da donzela. Ela o ignorou não o ouvindo, vendia alface para outra senhora, a mãe disser o preço, ele gritou zangado:
___Quem vai falar o preço é a sua ingrata filha!
Cindebela ouvindo o insulto e levantou a cabeça e o encarou ninguém o olhava daquele jeito, mas de cabeça baixa, ela perguntou:
___O que deseja senhor?
O jovem não disse nada, se sentiu ofendido pelo descaso da linda donzela, virou o cavalo e saiu dali, a mãe de Cindebela olhou para a filha, era uma moça humilde e não se interessava por gente rica!
O príncipe se apaixonando com a linda jovem, foi até a casa humilde do ferreiro pedi a mão da linda donzela em casamento, ela sentada num banco de madeira tomava o café da manhã, assustou ao ouvi trotes de cavalos aproximarem do rancho, levantou e foi até a porta, vestia um longo vestido de tecido barato florido, caçando chinelos feitos pelo pai. O príncipe em cima do cavalo se encantou com a beleza e virtude da moça, isso tudo era muito valorizado numa mulher naquela época. Ela entrou se sentando novamente no banco, enquanto o príncipe conversava com o seu pai que aceitou de imediato o casamento, afinal de contas era o príncipe que queria se casar com a sua filha e não um homem qualquer, era o que mais desejava para a filha, um homem rico como aquele, morava no castelo com o pai e a sua mãe, por ser filho único era o futuro rei daquele pobre reino, o rei tinha muitas riquezas e não ajudava o seu povo que ficavam na miséria e sofrendo vendo a sua família sem ter o que comer.
Cindebela se casou a força com o príncipe, ela não queria se casar, mas o casamento aconteceu e o rei deu uma festa para festejar o casamento do seu filho e de Cindebela.
A moça se deitou na grande cama luxuosa forrada com pesadas colchas de tecido caro, estava linda naquele vestido branco de casamento, calçando sapatinhos brancos, os cabelos tinha uma tiara de ouro com diamantes, sentindo saudades da mãe começou a chorar, soluçava quando o príncipe entrou no quarto, ficou a observando deitada de barriga pra baixo e chorando, ele observava surpresas, todas as donzelas daquele reino queriam se casar com aquele jovem e lindo príncipe, ela teve a sorte e o privilégio de ser uma princesa e dele tirá-la da miséria e ainda se sentia triste e chorava? Pensou ele e aproximou. Ela soltou um grito ao ser tocada nas costas, virou o corpo e viu o homem deitando do seu lado, gritou para ele:
___Saía daqui!
Ele se deitou soltando uma gargalhada ficou observando ela e de repente a segurou pelos braços e a beijou na boca, ela tentou empurrá-lo, mas ele usou a força e a imobilizou, deitou no eu corpo, beijando seu pescoço e lábios, ela virava a cabeça de um lado para o outro, tentando se livrar da boca do homem que teimava em tocar a sua pele macia. Ele arrancou a sua roupa, a deixando nua, segurou nos seus cabelos e a beijou nos lábios, abrindo suas pernas com as delas, encostou o m****o grosso e grande próximo a sua v****a e forçou entrada rompendo virgindade e tirando gemidos de dor da garganta da mulher.
Ele deitou do lado e dormiu com o corpo nu, ela sem conseguir dormi e tremendo de medo dele, não tinha costume com homens e ficou assustada com tudo que aconteceu, levantou devagar, vestiu suas roupas e abiu a porta do quarto devagar.
Ela andou pelo castelo tentando encontrar a saída, se escondendo dos guardas até que encontrou e conseguiu fugir. Ela andava pela floresta, não sabia em que direção ficava a casa dos pais, os espinhos rasgando o seu vestido e o pior era que anoitecia e se encontrava perdida naquela floresta, onde muitos diziam ter fadas, duendes e bruxas malvadas.
Ela corria e corria mesmo a noite caindo, as arvores pareciam terem vidas e se moviam de um lado para o outro, uma forte chuva começou a cair, a pele machucada pelos cortes dos espinhos, viu uma casa um pouco distante na floresta, estranhou aquela casa ser construída numa floresta onde só existiam animais e bruxas perigosas, mas aproximou e entrou na casa para se esconder da chuva.
Viu sete camas pequenas, um fogão a lenha, varias panelas numa prateleira e um caldeirão com comida fervente em cima do fogão a lenha, estava com tanta fome que encheu um prato com o que cozinhava no caldeirão e comeu tudo, começando a se sentir sonolenta deitou nas quatro camas e dormiu.
Acordou ao ouvir a porta se abrir bruscamente e vozes, ela sentou nas camas, arregalou os olhos ao ver quatro duendes em pé a encarando com olhares furiosos, ia se desculpar, mas os pequenos seres avançaram sobre ela deitada nas suas camas limpas e soltando grunhidos começaram a rasgar-lhe as suas vestes e todos lhes fizeram coisas com seu corpo e ela desmaiou sem aguentar!