— Tudo bem. Ela murmurou. Sem querer, saí de lá. Olhei várias vezes para a casa de Alice, onde ela estava me observando da porta. Soprei um beijo para ela, sem me importar se alguém me via. Droga, preciso pensar em alguma coisa para ficar de olho nela. Eu disse enquanto entrava em casa. Eu tinha que bolar um plano elaborado para cuidar dela à distância e fazer Alice acreditar que eu estava dando espaço para ela. O que eu mais queria era protegê-la, até mesmo do ar que ela respirava, mas me aproximar só a deixaria mais chateada e colocaria a nossa filha em risco. — Não, papai sempre vai te proteger. Não tem como eu te perder. Eu não estava preocupado apenas com a minha garotinha porque ela era a única coisa que me ligava a Alice, mas porque eu realmente a amava. A notícia da gravidez m

