— Meu amor, não, não, não. Solucei enquanto subia as escadas. — Não, droga, por quê? Aonde você foi? Tremendo da cabeça aos pés, fui até o banheiro. A minha imagem era nojenta. O meu terno estava amassado, o meu rosto estava vermelho e o meu cabelo estava desgrenhado. Alice não gostaria de me ver assim quando eu fosse buscá-la na casa do pai dela. — Sim, é lá que você precisa estar, meu amor. Você não tem mais para onde ir. Sem tirar a roupa, entrei no chuveiro. Eu não era mais o mestre do que fazia. Eu estava mergulhado numa letargia da qual o meu cérebro se recusava a emergir. Isso realmente aconteceu? Alice não estava mais aqui? — Não, não, não. Eu choraminguei, levando as mãos ao rosto e deslizando pela parede do chuveiro. — Não, Alice, não. Eu não conseguia parar de chorar. Eu me

