Isabella Narrando Meu coração ainda tava acelerado, minha respiração toda desregulada. Eu tentei me convencer de que nada daquilo fazia sentido, que eu não devia sentir nada, mas era impossível. Gustavo tinha esse jeito dele, essa confiança irritante, esse sorriso sacana que me deixava sem reação. Peguei a toalha do chão com pressa, tentando fingir que nada tinha acontecido, mas meu corpo inteiro me entregava. Meu rosto queimava, minhas mãos tremiam. Eu odiava o efeito que ele tinha sobre mim. O pior de tudo? Ele sabia. — Cuidado, Isabella, não vai se perder muito no jogo, senão eu vou ter que te resgatar. Aquela frase ainda ecoava na minha cabeça. i****a. Arrogante. Mas... por que eu sentia esse frio na barriga?Suspirei fundo e me joguei na cama, encarando o teto. Eu precisava me reco

