Isabella Narrando Fui puxada igual um saco de batata por aquele desgraçado do Gustavo. Meu coração tava batendo forte, não sabia se era de raiva ou nervoso. — Você só pode tá maluco, né? — soltei, tentando me soltar, mas ele apertou mais meu pulso. — Cala a boca e anda, Isabella. Bufei alto, mas continuei andando. Ele me levou direto pra casa, entrou e bateu a porta com força. — Qual é a sua, hein? — falei, cruzando os braços. — Eu não sou sua propriedade, não, Gustavo! Ele riu, aquele riso debochado que me dava ódio. — Ah, não? Então por que tava querendo me provocar com aquele o****o? Revirei os olhos. — Eu não tava provocando ninguém! Eu só tava conversando, coisa que você não sabe fazer sem querer mandar nos outros. Gustavo chegou perto, muito perto. Tão perto que senti o ch

