Gustavo Narrando Fiquei ali parado, vendo a coroa da Isabella sumir no beco, e mano… que mulher braba. A véia meteu o dedo na minha cara sem um pingo de medo, falou como se tivesse certeza que um dia ia arrancar a filha dela de mim. Cês acreditam nisso? Ri pelo nariz, mas no fundo… a mulher mexeu comigo. Não pelo que disse, mas pela coragem. Todo mundo aqui no morro sabe que comigo não tem conversa fiada, mas ela? Veio cheia de marra, me desafiando como se eu fosse qualquer um. Passei a língua nos dentes, os mano do lado nem ousaram abrir a boca. Olhei pro beco onde ela sumiu e soltei: — Quero ver até onde essa coroa vai chegar… Depois, subi pro barraco, a mente a milhão. Se antes eu já não ia soltar a Isabella, agora então… Esquece. Se a coroa quer briga, vai ter que ser na minha re

