Contos Eróticos meus-parte-2- A barragem

3578 Words
Num dia em que lavava roupa no rio, Gabriel falava seus planos para nosso casamento sendo que nunca tinha nem me beijado. Eu nem ouvia, pois estava afogada nos meus pensamentos. Naquele mesmo dia, tirei Gabriel dos seus sonhos e me sentei do seu lado na pedra com a barra do vestido longo molhado. Olhei para o céu azul e contei tudo para o jovem horroroso! Ele ficou boquiaberto com o que ouviu! Mas sabia que eu não sentia nenhum tipo de sentimento por ele e me olhou falando: __ Tudo bem, Mariana. Vou procurar Diogo e lhe conto tudo. Ele tem que se casar com você. Espera um filho dele. Olhei para o jovem rapaz que nenhuma garota queria namorá-lo por ser muito feio e pensei que ele fosse um bom homem: __ Vai fazer isso por mim? Jura? Ele levantou da pedra e respondeu: __ Sim. Vou. Hoje mesmo, me espera a noite no banco em frente a sua casa que direi a você o que ele falou. Ele saiu. Terminei de lavar a roupa colocando tudo numa bacia e fui para casa. À noite, sentei-me no banco que ficava na calçada de casa, do lado a mercearia da minha mãe e a nossa casa. Olhei para o lugar e vi uma senhora fumando cachimbo e sentada no batente da sua velha casa com janelas de madeiras em frente a nossa casa. Dona Jandira ficava ali quase o tempo todo. Já estava velha demais para andar na rua e ali, ela via todos e conversava com todos. Era uma rua comprida com casas pobres. Logo atrás, a outra rua. A frente da nossa rua existia uma grande ponte de concreto e era por ali que entrava no nosso vilarejo. Todos conheciam todos e sabiam de tudo sobre todos. Era um lugar muito tranquilo e só aconteceu um crime. O esposo assassinou covardemente a sua esposa a facadas. Esse foi o único crime que tinha acontecido ali deixando todos chocados e eu era uma criança ainda. Sentia no peito, uma grande vontade de sair daquele lugarzinho pequenininho que nada acontecia. Ouvi a vizinha do lado torrando o café no fogão a lenha lá no quintal com uma cobertura de palha. Sonhava que quando Diogo descobrisse da minha gravidez, que ia se casar comigo e ia me levar embora dali, ou me levar para uma das fazendas do seu pai e íamos ser feliz para sempre com o nosso filho! Ele não ia me deixar com um filho para criar sem nome. Meu pai trabalhava para eles fazia anos e eles gostavam muito da nossa família. Ele ia assumir meu filho e a mim. Assim, eu pensava antes do Gabriel chegar. Esperei e esperei e quando vi Gabriel aparecer na curva da rua, meu coração disparou de felicidade com a resposta que eu esperava que ele ia me dar! O rapaz alto e magro e vestido calça larga social, camisa xadrez, usando um chapéu enorme, se sentou do meu lado. E fui logo apressando-o: __ E aí? Falou com ele? Ele tirou o chapéu e ficou segurando-o com as duas mãos de cabeça baixa respondeu: __ Sim falei. Meus olhos arregalaram com muita felicidade transparecendo neles: __ E o que ele falou? O rapaz continuou a brincar com o seu chapéu e me olhou falando: __ Não fique feliz assim. O recado é r**m e vai te fazer muito infeliz. Foi como levar uma facada no peito! Parei de rir e arregalei os olhos: __ O que foi que ele disse? Ele parou de me olhar e olhou para o chapéu. Toquei com uma mão no seu ombro e gritei: __ Fale homem de Deus! O que ele falou? Ele olhou para o outro lado da rua e me olhou: __ Fale baixo. Dona Jandira está ouvindo e pode ouvir a nossa conversa. Olhei para a senhora que não tirava os olhos da gente e baixei a voz: __ O que ele falou? Ele respondeu: __ Fui lá na represa e ele estava lá. Contei tudo para ele. Ele ouviu tudo e soltou gargalhadas dizendo que você não era virgem e que já tinha feito sexo com outros homens e que não era dele esse filho que espera e pediu para você não procurá-lo, pois ele está noivo de uma mulher rica da capital. Arregalei os olhos enquanto ouvi tudo! Meu coração disparado parecia querer sangrar ao ouvir aquilo! Olhei para dona Jandira e exclamei baixinho: __ Meu Deus! Ele e olhou timidamente: __ Sinto muito. Mas o recado tá dado. Olhei-o e perguntei: __ O que vou fazer quando meus pais descobrirem que estou grávida? Vão me matar ou colocar para fora de casa! Como ele pode fazer isso comigo? O homem tossiu. Acendeu um cigarro de palha e sem me olhar falou: __ Case comigo. Eu assumo o seu filho como meu filho. Não precisa falar com mais ninguém de que esse filho é do Diogo. Arregalei os olhos encarando o rapaz! Também, ele era tão feio que se casava comigo mesmo esperando um filho de outro homem! Levantei do banco e entrei colocando café quente em duas xícaras e pedaços de bolo num prato e levei numa bandeja para a gente comer. Ficamos ali conversando e fingi esquecer-me de tudo, mas meu coração doía de tanta revolta e decidi casar-me com o Gabriel. Pelo menos, meu filho teria um pai. E assim aconteceu. Casei-me com aquele homem que tinha comprado uma casa velha e antiga com piso de madeira três depois da casa dos meus pais do outro lado da rua. Eu fiz sexo poucas vezes com Gabriel que m*l subia no meu corpo e já gozava saindo de cima e deitando na cama virando o corpo. Na primeira noite em que dormimos juntos na nossa casa já casados e depois de sairmos da casa dos meus pais que fizeram uma festa até o dia amanhecer, confesso que senti muito nojo e ódio quando Gabriel tirou o meu vestido me deixando nua e tirou as suas roupas deitando por cima do meu corpo! O corpo muito magro com os ossos machucando meu corpo. ele deitou com todo o peso sobre meu corpo colocando a cabeça no meu pescoço e uma mão no meu seio, apertando a carne e mexendo rápido sem soltar nenhum gemido ou barulho, gozou e saiu de cima do meu corpo deitando ao meu lado dormiu! Chorei muito ouvindo aquele homem roncar e lembrei-me do Diogo e quando ele me possuiu. Como foi carinhoso e amoroso ao f********o comigo! O corpo cheirando a perfume caro e delicioso! O m****o limpinho e cheiroso me penetrando com carinho e por muito tempo! A boca me beijando enquanto me possuía e dali saiu altos gemidos de prazer! Não me arrependi nem um pouco de ter feito sexo com o homem lindo, delicioso e rico! Mas, estava com nojo e arrependida de ter me casado com o homem que tinha cheiro de suor, não me beijou quando me possuiu e transou comigo como um animal no cio! O corpo esquelético, sufocando meu corpo e nem fez menção de aliviar o peso. Chorei muito naquela noite olhando para o homem que eu nunca senti nada e dormia do meu lado! Gabriel não sabia o que era carinho ou beijar uma mulher e fazê-la feliz sexualmente e nem de outro jeito! Era bruto e ignorante! Seu corpo cheirava aos animais que ele cuidava em alguma fazenda que trabalhava de vaqueiro. Eu não quis ir morar nas fazendas em que ele trabalhava. Preferir ficar na casa cuidando do meu filho que parecia muito com Diogo e tinha quatro anos. Até os moradores comentavam que Lourenço parecia com Diogo. Muitos, diziam que eu chifrei o Gabriel e que o menino não era filho dele. Ele ouvia e nem se importava. Chorei por muitas noites com aquele corpo magro em cima do meu e sem aguentar sofrer tanto, pedi-o que parasse de f********o comigo, pois eu tinha nojo. Ele ouviu tudo e ainda tentava fazer sem saber o que era ter sentimentos. Estava perdida nos meus pensamentos sentada naquele banco quando ouvi uma voz me chamar: __ Mariana. Venha pegar o leite! Levantei do banco e andei entrando na casa velha de muitos cômodos e piso de madeira velha. Aproximei da enorme janela de madeira e vi Gabriel montado num cavalo segurando um vasilhame com leite. Sair de perto da janela e andei até a porta da sala que estava aberta. Desci os degraus feitos de terra e aproximei do homem pegando o leite. De repente, vi um carro entrando na nossa rua lá na frente! Ali quase não vinham carros, pois não tinha saída. E quando um carro entrava na nossa cidade, ficávamos curiosos para saber quem estava dentro dele. Olhei para Gabriel e perguntei: __ Quem é? Ele me olhou e respondeu friamente: __ É o carro do Diogo. Não vai até lá. Olhei com olhos arregalados e vi o lindo homem descendo do carro e andou elegantemente até a mercearia da minha mãe e entrou. Meu coração disparou, pois eu o amava demais! E odiava ao mesmo tempo! Ele comprou algo na mercearia da minha mãe e andou até seu carro segurando alguns pacotes na mão. Antes de entrar no carro, me viu ali em pé e viu Gabriel montado no cavalo olhando para trás. Ele ficou olhando na nossa direção de dentro do carro. de repente, vi meu filho sair da mercearia e brincar no banco de madeira com os seus carrinhos! Minha mãe saiu da mercearia e me olhou! Vi Diogo retirar os olhos da nossa direção e olhar para o garotinho brincando com seu carrinho no banco! Mas algo maior e mais forte chamou a nossa atenção! Um estrondo muito alto aconteceu estremecendo todo vilarejo! Virei corpo e olhei lá em cima! O barulho veio de lá! Gabriel olhou também e todos na cidade saíram na rua para ver o que acontecia! Meu coração acelerado e o corpo todo tremendo sem entender de onde veio àquele enorme estrondo! De repente! O carro parou a nossa frente! O homem desceu e segurou no meu braço me puxando: __ Venha! Rápido! Venha! Olhei para ele enquanto me arrastava até o carro e ouvia Gabriel gritando para ele me soltar e perguntei: __ O que está acontecendo Diogo? Ele me obrigou a entrar no carro e quando entrei, vi meu filho e a minha mãe dentro dele! Ele deu ré com o carro olhando para trás! E quando olhei para o rio, meus olhos arregalaram de pavor, pois a água começou a subir rapidamente! Diogo falou enquanto dava ré: __ A represa cedeu! Olhei-o com olhos de pavor e lembrei-me de algo: __ Volte! Meu pai está trabalhando lá nas horas vagas e está lá nesse momento! Minha mãe sentada no banco de trás, abraçou meu filho começando a chorar falou com voz tremula: __ Deus vai tomar conta dele! Ele deve está na parte mais alta. Olhei para trás com pavor nos olhos: __ Não mãe. Ele está bem na represa tentando fechar a rachadura com os outros homens! Olhando para trás, vi a minha mãe olhando para algo lá na frente com olhos arregalados e falou soltando um grito de pavor: __ Ah meu Deus! Virei meu corpo e olhei para frente e meus olhos arregalaram com o que vi lá no alto! A água subiu e ficou no topo como se fosse descer toda de uma vez a qualquer momento! Diogo falou virando o carro: __ Não cedeu completamente ainda! Temos que conseguir chegar no alto daquela montanha! Ele conseguindo virar o carro, dirigiu o mais rápido possível seguindo na estrada e entrou com o carro no mato para seguir para o alto da montanha, pois o rio enchia muito rápido do lado da estrada! O carro conseguiu subir um pouco o pé da montanha. Ele parou o carro e nos olhou dizendo: __ Vamos ter que descer e seguirmos a pé! Não olhe para trás e nem tente salvar nada que ver pela frente! Vamos tentar salvar nós mesmo! Ao descermos do carro, corremos em direção da montanha! Eu ouvia os trotes do cavalo de Gabriel que corria logo atrás! Diogo segurando a minha mão segurava o filho nos seus braços e corria o mais rápido e a minha mãe logo atrás! Ouvimos outro estrondo bem maior que o primeiro! Enquanto, Diogo corria me puxando, olhei para trás e vi todo terror acontecendo! As pessoas corriam pelas ruas sem saber em que direção seguir e a água descendo invadindo o rio e tudo ali! Vi gente sendo coberta rapidamente pela água que parecia uma onda gigantesca! Vi Gabriel correndo atrás da gente com seu cavalo e nele estava montada dona Jandira que ele pegou na rua e a montou ali mesmo correndo! De repente, vi a minha mãe tropeçando e caindo no chão de mato verde! Comecei a gritar pelo nome da minha mãe vendo a água aproximar dela! E para piorar tudo, a chuva começou a cair com fortes trovoadas e fortes relâmpagos como se fosse o fim do mundo! Gritei o nome da minha mãe e Diogo olhou para trás e viu o que aconteceu e parou de correr! Entregou-me o menino e falou: __ Corra para o alto e rápido! Não olhe para trás, isso vai te atrasar! Corri com o meu filho nos braços enquanto Diogo voltou para ajudar a minha mãe! Eu corria sem olhar para trás e vi do meu lado, Gabriel correndo e passar perto de nós e continuou a correr sem a dona Jandira montada cavalo! Ela era velha demais para segurar-se num cavalo em disparada! Olhei-o e gritei: __ Ajude-nos Gabriel! Eu estava cansada de tanto correr e ouvia barulho da água tomando conta de tudo e gritos de pessoas e de animais! Vi meu cachorrinho correndo seguindo-me! Gabriel subiu o morro sem olhar para trás de tão apavorado e foi o primeiro a conseguir chegar lá em cima a cavalo! Vi algumas pessoas correndo morro acima como eu corria! E de repente, senti água nos meus pés! Se eu sentia água nos meus pés, o terror estava logo atrás e já tinha invadido tudo subindo cada vez mais! Pensei que ia morrer com meu filho nos braços como muitos morreram! Mas, senti uma mão no meu braço me puxar e uma voz gritou: __ Corra! Nem olhei para quem estava me puxando, reconheci a voz de Diogo e quanto mais ele me puxava, mais a água se afastava dos meus pés! Ao chegar ao topo da montanha, cair no chão com o meu filho quase sem respiração! Diogo sentou-se no chão me abraçando e beijando o rosto do garoto falou com voz ofegante: __ Obrigada Deus! Obrigada! Abracei-o e ele me levantou do chão de mato verde molhado! A chuva caía muito forte nos molhando! Olhei do lado e vi a minha mãe me abraçando e chorando muito! Olhei para baixo e vi o terror que aconteceu ali! A água ainda estava alta e carregava tudo pela frente! Vi o gado descendo nela que cobriu todas as casas e o rio se igualou com a água que desceu da barragem! Esperamos e esperamos! Nós três nos abraçamos para nos aquecemos do frio! E vimos helicópteros voando ao redor de tudo! Fomos retirados dali por helicópteros, pois a água rodeou tudo! Eles foram levando dois ou três de cada vez. Fomos os primeiros a serem levados para a próxima cidade! Diego nos levou para a sua casa num taxi. Estávamos cobertos de lama e a pele cortada por galhos e espinhos! O pai do Diego nos levou para o hospital e voltamos para a sua casa. Depois de um banho quente e de jantar, dormi numa cama limpinha abraçada ao corpo do meu filho que dormiu também! Conseguir dormir, pois o cansaço e a dor de pensar em tudo adormeceram a minha alma naquele momento em que consegui dormir! Na manhã seguinte, acordei cedo e quando entrei na cozinha da casa do Diogo, vi a minha mãe sentada a mesa em prantos e a mãe do Diogo sentada do seu lado! Aproximei devagar e olhei para a minha mãe que falou sem fazer rodeio: __ Encontraram o corpo do seu pai! Arregalei os olhos e me sentei começando a chora desesperadamente! O corpo do meu pai foi velado ao lado dos caixões dos outros corpos encontrados! Foi uma dor que parecia não ter fim! Meu cachorro foi levado para a casa do Diogo também. Voltamos ao local onde perdemos familiares que amávamos tanto, e vi muita lama e todas as casas demolidas ou levadas pela água. A casa onde morei por um tempo com Gabriel, ficou com a frente somente levantada. As pessoas andando sobre a lama a procura dos seus familiares! Voltei para a casa do Diogo. E ele me esclareceu que Gabriel nunca procurou-o para dizer lhe que eu esperava um filho dele! No fundo, eu sentia que Gabriel tinha mentido para casar comigo. Minha mãe quem forçou Gabriel a contar toda verdade a ela e ela contou ao Diogo que foi na ver a criança no dia que tudo aconteceu. Mas Gabriel nem tentou salvar-nos no dia em que tudo aconteceu e eu olhei-o correndo com o seu cavalo e pedi-lhe por socorro! Ele nem olhou na minha direção correndo desesperada com uma criança nos braços! Foi Diogo quem me salvou, salvou meu filho e a minha mãe! Tempo depois, me divorciei do Gabriel e casei-me com o Diogo. Minha mãe ficou morando com a gente e tivemos mais três filhos! Ainda vi Gabriel andando a cavalo pela cidade enquanto Diogo dirigia o carro novo. Ele olhava na nossa direção tristemente e retirava os olhos rapidamente! Gabriel perdeu os pais e a sua família naquele local e até hoje, não conseguiu enterrar os corpos dos seus entes queridos! Diogo abriu um escritório e é um advogado famoso na região. Somos uma família feliz e se nãofosse pela tristeza de saber que meu pai morreu sem nem conseguir sair do locar, seriamos completos na felicidade! Até hoje, não apareceram os culpados pela tragédia! Aos poucos, as famílias vão construindo novamente naquele local e lá em cima só resta um enorme buraco vazio! FIM A autora: Pode até pensar ser fácil escrever e publicar livros eróticos sendo eu uma mulher, mas confesso que não é fácil, e por incrível que pareça, existe o preconceito por se tratar de uma autora do sexo feminino e não masculino, como se este, somente tivesse o direito de gozar ou pensar em sexo! Eu não me importo, tenho páginas e f*******: onde compartilho os meus livros com todo amor e orgulho. Amo o que faço e é maravilhoso escrever e saber que alguém leu a sua obra! Não é fácil ser uma autora de contos eróticos, pois existe aquela parte de pessoas “taradas” sem nenhum respeito ou escrúpulo, que se descobrir qualquer coisinha da autora, como um site, f*******: e outras redes sociais, vão lá e tentam saciar as suas fantasias fazendo perguntas tolas e isso irrita muito! Mas também, existe aquela parte dos que quer publicar algum livro, ou elogiar, ou somente conhecer o autor! Não é fácil ser autora de livros eróticos e por este motivo, muitas mulheres que escrevem erotismo, não mostram as suas verdadeiras identidades com receio de ser “cantada” e assediada. E posso afirmar de que isso acontece e muito! Existem homens que buscam pela net autoras de livros eróticos somente para assediá-las e isso é muito desconfortante e até triste! Acostumar ninguém acostuma, eu, por exemplo, bloqueio quem faz isso ou ignoro. Se existir reencarnação, quero ser novamente autora de erotismo, pois amo escrever livros eróticos! Por muitas vezes, sonho e ao acordar vou lá e escrevo tudo. Alguns leitores criticaram os meus livros por conter cenas longas “fortes”. Eu gosto disso... Amo escrever histórias “picantes”, depravadas etc. Tenho muito amor e orgulho do que faço e agradeço a Deus por essa chance de poder escrever para outras pessoas lerem e tirarem proveito disso... Agradeço muito a todos os leitores com um imenso carinho no coração por lerem os meus livros! Só peço que ajudemos nós mulheres que gostamos de satisfazer sexualmente outras pessoas através da leitura, para que possamos continuar sem nenhuma vergonha ou medo! Compre um livro de uma autora de erotismo, seja você do sexo masculino ou feminino e nos ajude a fortalecer mais ainda! Que cada um possa fazer aquilo que mais ama, sem ser esbarrado pelo preconceito e falta de conhecimento que todos têm o direito de está no lugar que interessar sem ser “perturbado” por ninguém! Deus abençoe a todos vocês e mais uma vez, peço que compre livros de autoras do sexo feminino para que o tabu ainda existente possa se extinguir! Um grande abraço! Irinélia Oliveira Escrevo romance, drama, suspense, terror e erótico. Escrevo também lindas e dramáticas histórias de reis e rainhas, mas dá pra perceber que é a mesma pessoa quem os escrevem quando se lê pelo menos dois livros em seguida. Deus da à sabedoria e talento para todos, mas tem que ser feito com amor e dedicação quando se descobre o que lhe foi dado por ele. Agradeço a todos! Deus abençoe vocês! Beijos; Irinélia Oliveira
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