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3597 Words
Capítulo 104 3 meses depois... Giovana narrando — Vamos gravar isso, ok? – o homem com a câmera na mão fala e eu assinto com a cabeça. Em três meses a minha vida deu uma virada tão grande, eu tinha sido reconhecida pela Broadway como a melhor dançarina que interpretou o Cisnei n***o depois de anos representando essa peça, agora meu rosto e minha dança estava estampado por Nova York e várias outras cidades dos Estados Unidos, assim como o vídeo dos meus passos de dança, em revistas, televisão, rede social e no mundo todo. Eu tinha sido convidada para um jantar importante entre os nomes famosos do País, eu estava tão nervosa. — Você está linda – Pietra fala – você tem certeza que devemos ir todos? — É claro que sim – eu respondo – quero os meus filhos comigo e você também. — Então, vamos? – Pietra fala sorrindo — Vamos. — Você parece nervosa. — Acho que estou. Quando saímos do carro e começamos a passar pelo tapete vermelho, vários fotógrafos começam a tirar foto de nós quatro, o pequeno Salva em meu colo e Laura ao colo de Pietra, a gente posa para fotos. Eu não tinha medo da máfia e dos membros ver essas fotos, até porque Kevin tinha me dito que ninguém iria fazer nada contra nós e que eu poderia viver a minha vida tranquila. Tranquila a minha vida não era, porque eu não tinha Salvatore nela, mas eu vivia ela porque eu tinha duas pessoinhas que dependia muito de mim, os nossos filhos e eu tinha que ser forte por eles. — Podemos tirar uma foto sua com os seus filhos? – o fotografo pergunta – é para estampar a capa da revista. — É claro – Pietra — É capa de revista – eu falo para ela — Você merece – ela fala – vai tranquila – eu assinto. — Pode ficar na frente da sua mãe princesa e você pega o bebê, deixando ele de frente com uma mão e consegue colocar a outra sobre o ombro de Laura? — Consigo sim – eu respondo Ele começa a nos fotografar de todas as formas, eu fui reconhecida pelo meu trabalho como dançarina e como professora já que tinha ganhado um prêmio quando dava aula na escola, tinha sido convidada por diversas escolas para trabalhar, mas preferi continuar com a minha escola. — Nós temos um convite muito especial a fazer para uma pessoa muito importante para nosso teatro – um dos organizadores do evento fala – Bailarina Giovana Sampaio, por favor – todos me encaram. — Vai lá – Pietra fala — Segura – eu falo entregando Morrendo de vergonha, eu vou até o palco. — Você foi a melhor bailarina que já passou pelo nosso teatro, então – o organizador fala me encarando – nós do grupo de administradores e organizadores do teatro Broadway queremos convidar você para ser a nova diretora do próximo espetáculo que será desenvolvido. — Meu Deus – eu falo com a mão na boca — Espero que isso seja um sim. — É claro que é – eu falo — Após o seu lindo trabalho na escola da Balé Cortez no México, você foi cotada por todos os organizadores para ser a realizadora e diretora do próximo espetáculo que tenho certeza que vai brilhar os olhos de todos. — Muito obrigada – eu falo e recebo os aplausos de todos e também o aperto de mão de todos os organizadores. Eu abro um sorriso olhando para os meus filhos e as lagrimas desce sobre o meu rosto. Salvatore narrando — Olha tudo que você está fazendo novamente Salvatore – meu pai fala me olhando – você ficou amargo novamente, parece que colocaram um gelo em seu coração. — Não era disso que você reclamava quando eu mudei? – eu pergunto — Realmente eu perguntava – ele fala – eu perguntava muito - ele respira fundo - mas eu vejo que eu não quero isso mais. — Agora você não quer mais? — Não, porque você não está bem, você está sofrendo e mais uma vez não quer admitir. — Admitir o que pai? — Que você está sofrendo por está longe deles, de sua família, — Giovana e meus filhos estão bem – eu falo – eles nunca serão felizes ao meu lado? — Será mesmo? – ele pergunta me encarando – você realmente acha que Giovana não te espera todos os dias? Que Laura não chama o pai dele e que Salva o seu filho, não vai querer ter conhecido o pai? — Vai embora pai. — Escuta a verdade meu filho – ele fala me encarando – escuta a verdade do que estou te falando, você está errando com você mesmo. — Vai embora – eu falo apontando para fora – agora. — Eu vou, mas pensa no que estou te falando, não faça sua vida um inferno novamente. Eu abro o meu notbook e a primeira coisa que eu vejo são as reportagens sobre a Giovana e a foto dela com os nossos filhos. Eu vejo as reportagens da televisão onde ela falava, o seu sorriso, o sorriso de Laura, eu encaro todas aquelas imagens. — Senhor – Carlos fala entrando – o que vamos fazer com a família que pegamos roubando aqui perto da máfia? Você realmente quer matar eles? – eu o encaro — Não – eu falo — Não? – ele pergunta — Eu prometi a Jamily que não mataria mais nenhum inocente – eu olho para ele — A Jamily? — Sim e que não erraria mais com ninguém da forma que eu errei com ela – eu respiro fundo – dê dinheiro a eles, casa, passagem para longe e arrume um serviço para eles, comida, casa, dinheiro, roupas para as crianças. — O senhor está escutando o que está falando? — Faça isso agora mesmo – eu respondo — Sim, senhor – ele fala – vou fazer isso agora mesmo. Ele sai do escritório e eu olho pela janela, vendo aquela família ser libertada depois de algumas horas, o pai abraça os filhos fortes e a mulher também e parece agradecer Carlos por não denunciar eles , estão roubando apenas para dar de comida para os filhos. Eu volto a olhar a imagem dos três na capa da revista e abro um sorriso vendo eles. — Você conseguiu – eu falo olhando a foto da Giovana e depois vendo a reportagem que passou na televisão mostrando ela recebendo o convite e o aplauso de todos. – você conseguiu brilhar como sempre mereceu. Epilogo Giovana narrando A vida era como uma melodia de uma música, como a leveza dos passos de uma bailarina dançando levemente em um palco formado para si mesmo. Salva está no carrinho dormindo e Laura acompanhava os meus passos de dança, a gente sorria e brincava ao mesmo tempo e eu ensinava ela a dançar comigo, ela fazia os passos bem certinho. — Um dia serei eu né mamãe? – ela pergunta — Um dia você irá brilhar que nem as suas duas mamães. — Uma no céu e a outra no palco – Laura fala — Isso mesmo – eu sorrio Eu pego em suas mãos e a gente começa a fazer os passos de mão dadas, quando eu pulava e rodava, ela batia os pés igualzinho que nem eu batia, girava e parava na mesma posição. Enquanto a gente dançava, a musica parecia ser a melodia perfeita para Salva dormir, ele sempre se acalmou com as musicas da dança e também quando eu dançava com ele. — Isso mesmo – eu falo batendo palma para ela — Obrigada , obrigada – Laura fala se abaixando e agradecendo – é assim que eu vou fazer quando eu estiver na Broadway me apresentando que nem você. — Nossa, faz de novo que eu amei – eu falo sorrindo para ela. — Assim – ela fala — E eu vou está lá para te aplaudir de pé – eu olho para ela e ela sorri. — Eu amo você. — Eu também te amo – eu falo abraçando ela. — Eu quero dançar essa – ela fala colocando a música Halo. — Essa? – eu pergunto me lembrando de Salvatore. — Essa que você ensaiou para sua apresentação várias vezes. — Essa não Laura – eu falo sentindo um aperto no meu coração porque automaticamente ela me lembrava o Salvatore. — Por favor mamãe, me ensina – ela fala me encarando – eu acho tão lindo você dançando – eu a encaro e ela sorri pegando em minha mão. — Tudo bem – eu falo para ela Eu respiro fundo e meu corpo parece tremer, eu nunca mais tinha dançado essa musica, até tinha mudado os passos da minha apresentação porque essa música me lembrava o Salvatore e aquela noite. Quando a gente ia começar, Salva começa a resmungar e eu balanço ele lentamente e logo ele pega no sono. A música começa e eu começo a ensinar os passos lentamente para Laura e ao mesmo tempo meu corpo tremia e tremia muito, — Assim mamãe? – Laura pergunta — Isso – eu respondo e agora gira. Eu abro um sorriso vendo Laura fechar os olhos para dançar cada passo que eu a ensinava, e logo a gente repassou a musica uma três vezes. — Agora vamos dançar ela inteira? – Laura pergunta — Dança você. — Nos duas – Laura fala e eu olho para ela sorrindo e assentindo com a cabeça. Automaticamente quando eu começo a dançar , eu começo a me lembrar da noite que eu dancei essa musica para Salvatore e a cada passo que eu dava era uma lembrança e de olhos fechados. Flash black onn Eu olho para garrafa de vinho, a taça vazia e a outra em suas mãos, ele sente a minha respiração. — Achei que você não iria vir – ele fala se virando. — Não deveria ter vindo – eu respondo e ele sorri de canto. — Mas você veio – ele pega a garrafa de vinho e enche a outra taça de vinho e me entrega – não vamos desperdiçar o pouco tempo que a gente tem junto. Flash black off Eu giro e abro os meus olhos a sensação que eu tinha era que ele estava ali me vendo dançar para ele e como eu queria poder dançar para ele mais uma vez. Flash black onn Eu fecho os olhos e quando a musica começa a tocar novamente, eu começo a fazer coreografia de olhos fechados. Eu começava girando, depois me ajoelhava no chão e girava com os joelhos no chão, colocava minha cabeça sobre os pés e jogava o meu corpo para trás com as duas mãos fechadas para frente , me levantava e girava novamente, e na parte do refrão, eu dava um salto como uma bailarina. Eu finalizava o salto cruzando as pernas e dando uma pirueta no alto e continuava a dança, até que no ultimo giro, eu abro os meus olhos e perco o equilíbrio vendo ele na minha frente. Flash black off Eu continuo deslizando sobre o studio de dança com os olhos fechados e lembrando de nossos momentos, as lagrimas descia sobre o meu rosto, era como se eu sentisse o seu perfume dentro da sala , eu continuo dançando , eu faço a parte da dança em que eu giro e me ajoelho no chão, colocando minha cabeça sobre os meus pés e jogando o meu corpo pasra trás com as duas mão fechadas para frente, eu estava dançando e imaginando ele na minha frente nesse momento, eu me levanto conforme a música vai tocando e vou seguindo o ritimo dela , eu me preparo para o ultimo salto e girar no alto, quando eu giro eu abro os meus olhos e girando eu vou vendo o relance de sua imagem na minha frente, a cada giro que eu dava eu conseguia ver ele na minha frente, com sua camisa branca desabotoada os primeiros botões da sua camiseta, quando meu corpo para de girar eu fecho os meus olhos desperçando, o meu corpo começa a parar de girar mas ainda girando lentamente eu abro os meus olhos e como naquela noite, eu vejo ele na minha frente da mesma forma, do mesmo jeito, eu paraliso encarando ele que eu não sabia que era real ou apenas minha imaginação, eu não tinha reação, eu apenas fico paralisada. — Papai? – Laura pergunta e quando escuto sua voz, eu realmente vejo que era ele na minha frente. — Salvatore? – eu pergunto lentamente e quando Laura corre para abraçar ele, eu vejo que era realmente ele na minha frente. Eu abro um sorriso se misturando com as lagrimas que desce sobre o meu rosto. Salvatore narrando Eu entro dentro da escola da Giovana e sigo a musica que tocava, da mesma forma do dia que eu a conheci só que agora quando eu paro através do vidro da sala, eu vejo ela e Laura dançando juntas. Eu abro um sorriso vendo Laura acompanhando os passos de Giovana, o meu coração acelera vendo aquela cena toda, no carrinho consigo ter a visão de Salva dormindo, eu abro um sorriso e fico que nem um bobo acompanhando as duas. Eu abro os botões da minha camiseta porque estava sentindo um calor horrível, eu entro pela porta sem que elas perceba e Giovana dançava a mesma musica que eu a vi dançando aquela noite e que depois ela dançou para mim e que tinha se tornado a nossa dança. Eu posso ter errado tanto na minha vida, mas eu amava de mais essa mulher, eu amava de mais os meus filhos e o lugar deles era ao meu lado, da mesma forma que o meu lugar era ao lado deles sempre e não tinha como ser diferente, a gente tinha sido feito um para o outro. E ela dançava igual aquela noite, ela deslizava com os seus pés sobre o piso do studio de dança, com os olhos fechados, Laura e Giovana brilhavam, Giovana dar o seu ultimo salto e quando abre os seus olhos ela me ve, ela parece não acreditar no que estava acontecendo, eu fico ali paralisado a encarando e quando ela para de saltar e ela para na minha frente, ela pisca diversas vezes, asté que Laura me ver e abre um sorriso. — Papai? – Laura fala correndo até mim. — Salvatore? – Giovana pergunta ainda em transe , Laura me abraça e ai acho que a ficha da Giovana cai e ela começa a chorar. — Meus amores – eu falo com Laura no colo me aproximando de Giovana – me perdoa, me perdoa por tudo – eu falo para ela. — Você está vivo, eu sempre soube que você estaria vivo – ela fala me encarando – eu sempre soube. — Eu amo você – eu olho para ela. — Eu também – ela fala e eu sorrio para ela. Salva começa a resmungar, Giovana se aproxima do carrinho pegando Salva em seu colo e trazendo para perto de mim, eu pego pela primeira vez Salva em meu colo, eu me sento no chão e Laura fica agarrada em mim e com Salva em meus braços, Giovana se ajoelha na minha frente e eu passo a minha mão pelo seu rosto. — Eu jamais vou abandonar vocês – eu falo olhando para ela – vocês são as únicas coisas que eu preciso na minha vida. — Eu sempre soube que você iria voltar – ela fala me encarando — Eu sempre soube que estaria me esperando – eu falo e ela abre um sorriso. — A mamãe cuidou muito bem de nós – Laura fala sorrindo e eu encaro Laura e depois encaro Giovana. — Eu sei que sim – eu respondo – a mamãe é maravilhosa — É sim – Laura fala – eu senti sua falta. Giovana chorava muito e confesso que eu derramei as minhas lagrimas todas nesse momento e queria morar nele para sempre, como fui i****a em achar que conseguiria viver sem eles ao meu lado. — Me perdoa por tudo – eu olho para ela – me perdoa por achar que eu iria saber viver sem vocês. — A gente está juntos e vamos está juntos para sempre – ela fala me encarando – para sempre. — Para sempre – eu falo e a gente se beija lentamente. Laura começa a rir e quando a gente olha para ela, ela estava com as mãos sobre o seu rosto e a gente começa a rir. Bonus 10 anos depois.... Laura narrando Eu estava tão nervosa, era a minha primeira apresentação na Broadway fazendo o mesmo espetaculo que a minha mãe se apresentou aqui e estava sendo dirigido por ela. — Você está linda – minha mãe fala se aproximando de mim. — Obrigada mãe. — Boa sorte – ela fala me entregando a sapatilha. — As suas sapatilhas da sorte. — Agora são suas – ela fala e eu a encaro sorrindo. — Obrigada mãe – eu falo abraçando ela. — Vou está na plateia com seu pai, seus tios e seus primos – ela fala e beija a minha testa. Hoje eu estou completando 15 anos de idade, antes de subir ao palco , eu olho para o céu vendo uma estrela brilhar e eu sinto que era a minha mãe Jamily que estava brilhando para mim, ela sempre esteve ao meu lado e eu sempre senti que ela sempre esteve aqui. Eu iria me apresentar como Cisnei n***o, e estava muito nervosa, eu olho para as cadeiras e vejo nas cadeiras principais, meus pais , meu irmão Salva, meu tio Kevin e a minha tia Pietra e os seus dois filhos pequenos que queriam apenas bagunçar e tio Kevin ficava chamando atenção delas, meu avô e sua esposa Safira, estão todos aqui. Eu estava tão nervosa, porque agora não representaria apenas a minha mãe como também a minha bisavó. Giovana narrando Eu estava mais nervosa que a Laura, era a sua primeira apresentação na Broadway e ela tinha se preparado tanto, eu tentei deixar ela mais calma , mas eu sei como era está no seu lugar. Eu olho para as cadeiras e vou em direção a Salvatore e a Salva, a Kevin e a Pietra e as crianças, ao meu sogro e a Safira, todos estão aqui para prestigiar, além deles, estão Marcio e Sara os pais de Kevin também, Carlos, Junior,Marise, Beatriz todos que sempre estiveram presente na vida de Laura e mesmo com todos os compromissos da máfia, estão todos aqui. Salvatore continua chef da máfia e sei que daqui longos anos, ele passaria tudo para Salva que acompanhava sempre o pai, eu não poderia mudar o destino de ninguém, mas Salvatore sempre disse que não obrigaria ele assumir e nem mesmo obrigaria Laura a casar que eles seriam livres para as suas próprias escolhas e eu sei que ele iria cumprir a sua promessa. — Ela está nervosa? – ele pergunta — Um pouco. Mas vai ficar tranquila quando ver todos nós aqui – eu falo e ele me dar um beijo rápido. — Vocês dois consegue comportar? – Salva pergunta e as gente começa a rir, ele tinha apenas 10 anos de idade. — Ela está linda – Salvatore fala quando ela começa a entrar. — Está – eu falo chorando — Ah não – Salvatore fala — Ela tá linda de mais Salvatore – eu falo chorando Eu sempre soube que esse dia chegaria, mas eu jamais achei que chegaria tão rápido, eu começo a chorar só de ver ela entrando no palco, as luzes se apagam e a minha princesa começa a dançar. Salvatore narrando Eu abraço Giovana que já estava toda emocionada vendo Laura dançar e sei que onde Jamily está, ela também estava vendo ela. Laura começa a dançar com os olhos fechados e sem errar um passo, ela já começa levando todos os aplausos da plateia e os nossos também, eu abro um sorriso vendo ela dançar, tão linda, tão leve e tão livre como ela tem que ser. Ela dava as piruetas mais altas e as mais bonitas que eu já tinha visto, eu não conseguia parar de sorrir e as lagrimas descia sobre o meu rosto, eu jamais imaginei que estaria aqui prestigiando a minha filha, como eu era infeliz, como eu tinha pensamentos tão fechados para o mundo e como eu não sabia ser feliz. Laura finaliza o seu último passo de dança e olha para todos e a gente levanta para aplaudir ela. — Como eu disse a minha mãe Giovana a dez anos atrás que eu iria está aqui nesse palco agradecendo a todos, disse e também mostrei para ela. — Ela vai fazer – Giovana lembra – ela lembra – a gente a encara. — Obrigada mãe Giovana e a minha mãe Jamily, ao meu pai Salvatore e a todos – ela fala se curvando e novamente os aplausos vão a ela. Ela levanta seu rosto, Laura com seus 15 anos de idade tinha alcançando o mundo, as lagrimas descia em seu rosto e eu vou até o palco quebrando todos os protocolos a abraçando forte. — Eu te amo filha – eu falo chorando — Eu também pai – ela fala chorando — Amo muito. — Eu também – ela fala me abraçando forte.
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