12

1475 Words
Capítulo 41 RK narrando Eu entro na boca e puxo um baseado, coloco os pés sobre a mesa e fico pensando nas coisas que Madalena disse. Flash black onn — Anos atrás, Carioca, tirou uma garota de um prostibulo, essa garota a traiu, roubou dinheiro, drogas e logo depois o morro foi invadido , ele a caçou em todos os cantos e ele sempre teve certeza que foi ela que entregou tudo para a policia, porque a policia invadiu de supetão e sabia cada pedacinho do morro, ele só não foi morto por sorte. — Você está dizendo que essa garota é Heloise? – eu pergunto — Eu afirmo que é ela e que agora ela está com Carioca e ele vai matar ela – ela fala – se você sente algo por ela, é hora de salvar. — Salvar uma traidora que traiu e entregou para a policia? Quem me diz que ela não vai fazer igual aqui? – eu pergunto para ela que me encara. Flash black off Será que você realmente era uma traidora Heloise? Será que foi você que entregou a maré ou foi outra pessoa para colocar nas suas costas? Tanta coisa passa na minha cabeça, eu não queria proteger essa garota mas tinha que colocar tudo no papel, todas as minhas desconfianças desde o começo. Começo a fazer uma pirâmide ligando as pessoas todas, até que lembro de uma coisa que eu escutei quando estava no morro da maré. Flash black onn — A mãe dela a vendeu para um prostibulo antes de morrer e ela só ficou sabendo quando a mãe morreu – Carioca fala – eu fui até lá uma vez e a encontrei, eu já sabia que ela era filha do Antonio e a tirei de lá pagando todas as dividas que tinha e a mantinha lá, trouxe para cá e até que a – eu respiro fundo – minha ex mulher apareceu aqui e eu a matei e Heloise fugiu, roubando todo dinheiro que eu tinha. — Eu lembro disso – Jv fala olhando para ele e eu encaro os dois. — É claro que lembra, foi você que impediu que me matasse – Carioca fala – logo depois a policia entrou sabendo todos os cantos do morro e eu sempre tive certeza que foi ela. Flash black off Eu ligo Carioca , a data de três anos atrás, o assassinato da mulher e penso várias vezes em escrever, mas escrevo Jv ligando, como se fosse um triangulo. Jv era meu primo e Carioca era nosso parceiro a anos, eu não poderia desconfiar dos dois, mas as circunstancia me obriga. Meu celular toca e eu abro a mensagem que era de um número desconhecido e era uma mensagem com várias fotos do velho pai da Heloise e quando vejo a mensagem, eu vejo que era da Heloise. ‘’Sei que você quer me matar, mas confia no que estou falando. Eu não sou traira e nem x9 , vai atrás do meu pai, as respostas quem sabe de tudo está com ele. Eu sou apenas uma vitima’’. Eu pego a placa do carro, entro no site e consigo acessar, mas era claro que era placa clonada e não era esse carro que estava no registro. — Velho filho da p**a mais esperto do que eu esperava – eu falo Eu tento ligar para o número de Heloise mas o número cai na caixa postal, tento rastrear e vejo o posto que ela estava. — E ai – Ph fala — Como está Jessica? — Nervosa – ele fala – alguma coisa da Heloise? — Nada – eu falo – despaareceu mesmo. — Não tem como ela ter desaparecido de lá, tá escondida. — Procuramos em tudo e não a encontramos – eu falo para ele. — E ela não tentou contato? — Comigo, porque ela entraria? – eu pergunto — Para provar que é inocente. — Será que ela é ? – eu pergunto — Jessica discutiu com a mãe dela. — A gente sabe que elas esconde algo, a coroa da Jessica e a nossa – eu fao — A gente tem que fazer falar. — A única forma é na base da tortura porque se não as velha não abre a boca. — Não tortura não, é nossa mãe e minha sogra – ela fala — Então, vamos ter que descobrir de outra forma, fazendo a Heloise abrir a boca. — Mas para isso pegar ela, não é? – ele pergunta e eu encaro — É – eu falo — E ela precisa saber de algo que eu duvido que ela saiba. — Então, o mais certo é pegar o velho. – eu falo para ele e ele me encara sentando na minha frente. Eu puxo o baseado e Ph me encara e eu encaro ele. Capítulo 41 Carioca narrando Passou quase uma semana e nada da Heloise, nenhum sinal dela, nem sequer um fio de cabelo, ninguém sabia onde ela está. Eu já tinha voltado ao prostibulo onde encontrei ela achando que ela poderia ter voltaod para lá, mas nada, ela não estava aqui, fui em outros lugares que ela era conhecida e até mesmo o prostibulo no morro da fé. — Heloise não passou aqui não – Gui o chef do morro da fé fala. — Ela desapareceu. — Aquela gostosa desapareceu? – ele pergunta – o que ela aprontou agora? — Muita coisa – eu falo e ele me oferece um baseado. — Aquela é que nem o pai, carne de pescoço – ele fala — Não sei – eu respondo — Tá protegendo ela depois de três anos querendo matar ela? — Eu sinto verdade nas coisas que ela me diz – eu falo — Verdade? – Gui fala — Aquela lá so sabe sugar os homens que se envolve – ela fala – pediu minha proteção para se livrar de um homem a uns meses atrás. — E você deu? — Não – ele fala – descobri que era policial e expulsei ela daqui. — Ela sabia que ele era policial? — Não comentei com ela isso e ela não falou nada – ele fala — Se souber de alguma coisa me diz – eu falo para ele — Pode deixar – ele fala — Valeu – eu respondo. Eu subo na moto , coloco meu capacete e volto para o morro da maré, no caminho vou pensando em tudo que a Heloise me disse. Flash black onn — Você não cansa de mentir? — Por favor acredita em mim – eu fecho os meus olhos. — Eu te ajudei, eu te estendi a mão – eu olho para ela – eu te coloquei dentro da minha casa, da minha vida, do meu morro e você me traiu. — Eu sei que eu errei, eu sou grata por você ter me tirado daquele lugar onde eu fui vendida pela minha mãe antes dela morrer – eu olho para ela – eu sofri muito lá dentro, muito mesmo e você foi a minha luz no fim do tunel, ninguem soube o porque eu vim para o Rio de Janeiro, e os meses que passei aqui com você forma os únicos bons – ela suspira e tenta limpar as lagrimas – quando você matou aquela mulher na minha frente, era como se eu tivesse revivendo tudo que eu — passei dentro daquele lugar, tudo mesmo – ela chega a soluçar – eu achei que você poderia me fazer m*l, me machucar que nem eles faziam, eu só pensei em fugir, foi tão automático. — E pedir ajuda a Kaique? – eu falo rindo — Eu sai daqui do morro sem rumo e sem nada, eu pensei em ir ao morro da Rocinha mas eu não sabia como meu pai iria me receber, então – ela me olha – eu o procurei, pedindo ajuda para sair do Brasil, já que ele dizia ser dono de uma agencia de viagem, mas as coisas desandaram quando eu me envolvi com ele, no começo era tudo perfeito. Flash black off Eu paro a moto em um posto de gasolina e desço para comprar uma água, poucas pessoas me conheciam e sabiam a minha identidade, sempre fui muito reservado e a maioria das pessoas me conheciam como Hugo, e Hugo era apenas um morador da maré comum, Carioca para todos era outra pessoa. Eu estava subindo na moto quando estreito os meus olhos para um carro e vejo que era o velho filho da p**a do pai da Heloise, eu penso em ligar para Rk ou Jv, mas fico quieto, subo em cima da moto e fico esperando ele sair com o carro, ele entrega umas caixas para um caminhoneiro e depois entra no carro e eu ligo a moto e saiu disfarçadamente seguindo ele.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD