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1092 Words
Heloise narrando Eu abro os meus olhos e ele não está mais no quarto, eu me levanto indo até a porta e ela se mantinha trancada, porém a bandeja do café da manhã estava sobre uma mesa no quarto,eu me sento na mesa e começo a comer porque estava com fome. Eu fico pensando nas coisas que ele me disse, minha cabeça ainda estava tentando neutralizar todas as informações e entender elas. Flash black onn — Sua mãe foi vendida para o Antonio aqui, a minha mãe casou com meu pai em troca de muita grana também, nenhum dos quatro tinha relação, a sua mãe casou e meses depois engravidou de você, quando meu pai e ela transaram por algum motivo, minha mãe cansada de todas as traições do meu pai se aliou Antonio , um policial infiltrado todos esses anos aqui no morro, mas não era um policial bom e sim da milicia – eu estreito os olhos para ele – Minha mãe engravidou de mim, um pouco antes da sua engravidar de você, porém seu pai sempre soube que você não era filha dele e por isso sempre te odiou com todas as suas forças. — Isso é verdade? — Pior que é – ele fala me encarando – quando a gente cresceu, eu sempre vi o meu paoi ou o seu pai, sei lá, o dono do morro, batendo em minha mãe, fazendo ela sofrer, até que ele descobriu sobre tudo e minha mãe me contou, pedindo ajuda e eu ajudei ela a matar ele, porém eu nunca soube quem era o policial infiltrado que era o meu pai, e se ele ainda estava no morro, o segredo morreu junto com meu pai e um pacto já tinha nascido, entre Antonio, sua mãe, Marta e Alice, que ninguém revelaria a verdade para proteger as crianças e na verdade Antonio, não queria proteger ninguém, até porque sua tia também era amante do Antonio. Flash black off A única coisa que eu me sinto aliviada nessa história é em saber que a minha mãe não me vendeu, que ela sempre me protegeu e no fundo eu sempre soube isso, minha mãe sempre foi uma pessoa maravilhosa comigo, sempre me amou e deu todo carinho possível. O grande mostro de tudo isso, foi Antonio e o meu pai biológico, porque ambos trataram m*l as mulheres e fizeram que esse pacto acontecesse. Eu já não sei se ficava braba de está aqui ou se ficava feliz em está em um local onde só ele sabe e possivelmente eu estou protegida de tudo e de todos, eu respiro fundo e encaro todos os lados desse quarto. E eu olho para cama lembrando da minha noite com ele. Se envolver com bandido nunca mais, Heloise. Nunca mais Heloise!! Jessica narrando Eu sinto quando Ph sai do quarto, eu me arrumo e vou atrás dele mas perco ele no meio do morro e fico sem saber para onde ir. — Está perdida? – Larissa pergunta e eu me viro olhando para ela. — O que foi seu urubu? – eu pergunto para ela – fica de olho o tempo todo nas pessoas. — Calam – ela fala – vai me bater que nem sua amiga fez? — Eu não preto encostar meus dedos em você, eu mando os vapores fazer isso. — Isso é covardia – ela fala — Não com v***a que nem você – eu falo me virando e saio andando. Eu não consigo acreditar que tinha perdido Ph de vista, tudo que eu queria era saber onde ele levou a minha mãe. Capítulo 53 Antonio narrando Eu vejo o carregamento das armas chegando, a pessoa que eu tinha de olho no morro da rocinha não me trouxe mais informações relevantes, estava na hora de entrar. — Vamos começar a operação? – Kaique pergunta me encara. — Vamos – eu respondo – já passou da hora de acabar. — Qual morro? – ele pergunta — Você vai entrar em um e eu vou entrar em outro. — Dois ao mesmo tempo? – ele pergunta — Sim. — Alemão e rocinha? — Alemão não – eu afirmo – Rocinha e Maré, vamos pegar aqueles dois filhos da p**a, levar para cadeia e lá dentor a gente mata eles. — Acho que deveríamos começar com o alemão. — Não – eu falo – Rocinha e Maré, Rk e Carioca são os nossos principais alvos. Kaique assente com a cabeça, e eu coloco todo o plano em cima de um balcão, toda a planta de todos os tuneis que eu tinha feito durante toods esses anos, o meu objetivo era apenas um, destruir os morros e tornarem refém de uma única milicia comandada por mim, pode ter demorado anos para conseguir, mas agora eu vou. Eu entrei no morro da Rocinha como um infiltrado, um vapor e fui crescendo lá dentro e ai criei desejos de algo maior, de não ser apenas um policial que se infiltra em ser muito mais, não é atoa que eu sou o que eu sou hoje. — Heloise – Kaique fala me olhando — O que tme ela? — Você sabe que eu quero ela viva. — Porque? – eu pergunto – essa garota é só problemas. — Mas eu quero ela viva, ela vem comigo e eu faço o que eu quero com ela – eu o encaro. — Essa garota – eu falo coçando a barba – não quero que ela me traga problemas. — Ela não vai te trazer problemas – ele fala — Então faz o que você quiser com ela – eu falo Eu não me importava com Heloise e nem queria saber dela, essa garota só me trouxe problemas, aquela mãe dela quando resolveu fugir do morro fazendo todo mundo ficar desconfiado que eu a maltratava e até mesmo Juca a querer saber do meu passado, bem que eu fiz em matar ela, essa garota nunca era para ter nascido, na verdade eu deveria ter a matado quando matei a mãe dela, mas não, Marta me convenceu que poderíamos ganhar dinheiro com ela e na verdade ela não queria carregar a morte da sobrinha nas costas. Eu tento ligar para Marta , só que o telefone só cai na caixa postal e começo a estranhar, eu abro as câmeras de segurança da casa dela e não tinha ninguém nela, nem sinal de Marta e tinha já dois dias que ela tinha saído pelo histórico. Onde você foi? Será que você fugiu sua filha da p**a?
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