Desejo.

526 Words
Gabriel. O estalo do meu tapa na pele dela ecoou nas paredes nuas da kitnet, deixando um rastro vermelho e quente que contrastava com a brancura daquelas b***a. Maya soltou um grito rouco, o corpo arqueando tanto que os pulsos amarrados pela gravata esticaram o tecido com força. Eu não parei. Minha mão direita continuava o trabalho sujo, dois dedos mergulhados nela, ditando um ritmo frenético que a fazia perder o chão. Meus dedos a estocavam sem dó, sem reservas. Eu queria ela se desmanchando. A chuva e os trovões não poderiam ter vindo em melhor hora. — Grita, Maya... — rosnei, a voz vibrando de uma possessividade doentia, e sabendo que o barulho de fora nos deixariam protegidos. — Deixa o morro saber que você é minha hoje. Isso pareceu dar vida a ela. Não sabia do quanto Maya era conciente do que acontecida, mas ela parecia criar ainda mais vida. Afastei as nádegas dela com a mão livre, revelando a parte mais oculta e proibida de sua i********e. Eu estava faminto por ela. E queria tudo dessa garota. fod@-se o resto. Inclinei a cabeça e depositei um beijo estalado bem ali, antes de deixar minha língua encontrar aquele ponto que eu ainda não tinha explorado. Quando a ponta da minha língua tocou seu orifício apertado e sensível, senti o corpo de Maya entrar em choque. Comecei a lambê-la por inteiro, subindo do centro da sua feminilidade até o seu cuzinho, traçando círculos lentos e úmidos que a faziam soluçar. Ela tentava se afastar, as pernas tremendo, mas eu a mantinha presa contra a madeira, meus dedos trabalhando dentro dela com uma velocidade que beirava a crueldade. — Porr@ de cu gostoso. — digo entre as lambias. Deixo que minha mão deslize e com apenas um dedo eu a pentro ali também. — Imagina quando for o meu p@u entrando aqui. — Gabriel... por favor... eu vou... — as palavras dela morreram em um engasgo. O primeiro g**o dela veio como uma explosão. Maya desmoronou. Seus músculos se contraíram com tanta violência em volta dos meus dedos que eu senti o aperto até na alma. Ela quase caiu, os joelhos fraquejando, e só não foi ao chão porque eu a segurei pela cintura, mantendo-a firme enquanto o prazer a dilacerava por dentro. Fiquei de pé novamente, sentindo o calor do corpo dela irradiar para o meu. O cheiro de sexo e entrega preenchia o ar, e a visão dela — desarmada, g****a e amarrada — era o troféu mais valioso que eu já tive nas mãos. — Isso foi só o aquecimento, garota — sibilei no ouvido dela, sentindo meu próprio m****o latejar, implorando para ser o próximo a invadi-la. — A gente ainda tem a noite toda, e eu não pretendo te soltar dessa gravata tão cedo. Virei o rosto dela para o lado, capturando seus lábios em um beijo que tinha gosto de suor e da própria essência dela. O Capitão tinha ido embora; ali, naquela sala escura, só existia o homem que estava prestes a mostrar para a irmã do dono do morro o que acontece quando um monstro decide, finalmente, atacar.
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