Gabriel
O impacto de Maya contra a porta fez um som abafado, mas o tremor que percorreu o corpo dela foi o que realmente me atingiu. Eu conseguia ver o rastro da dúvida nos olhos castanhos dela, aquela aflição silenciosa de quem achou que o "nós" tinha sido um erro de percurso.
Senti um gosto amargo de culpa, mas ele foi rapidamente engolido por um instinto muito mais primitivo. Sorri, e não foi o sorriso do professor. Foi o sorriso de quem está prestes a invadir um território e não pretende deixar prisioneiros.
Eu precisava manter o disfarce lá fora. Mas aqui dentro? Aqui dentro eu podia ser o mostro de quem ela gostava.
— Achou mesmo que eu estava arrependido?
— Achei — admitiu
— A Maya! — Minha voz saiu como um rosnado baixo, minha mão se fechando com mais força na nuca dela, puxando sua cabeça levemente para trás. — Eu vou te mostrar agora o tamanho do meu arrependimento.
Avancei. O beijo não teve preliminares; foi uma colisão violenta. Minha língua invadiu a boca dela reivindicando cada centímetro, enquanto o corpo dela se arqueava contra o meu, buscando o calor que a sala de aula tinha negado por uma hora inteira.
— Gabriel... as pessoas... — ela arquejou entre um beijo e outro, as mãos apertando meus ombros. — Alguém pode chegar...
— A diretora já sabe do projeto — sibilei contra o pescoço dela, onde o cheiro do perfume dela estava misturado ao calor da pele. — Esta sala está reservada para o "planejamento". Ninguém entra aqui sem bater. E ninguém vai bater.
Eu não dei tempo para argumentos. Maya não tinha nenhum, de qualquer forma. Seus gemidos baixos eram a única música que eu precisava ouvir. Meus dedos desceram frenéticos, puxando a barra da blusa dela, querendo sentir a pele que eu tinha marcado no sábado.
No fundo da minha mente, o Capitão tentava assumir o controle. Não deixe marcas visíveis. Controle a força. O DG vai matar você se vir um arranhão novo.
— Prometo me controlar. — murmurei, a voz carregada, lutando contra a urgência de mordê-la ali mesmo.
— O que? Não quero controle — ela geme sobre meus dedos enquanto tenta forçar as palavras.
— Não posso te deixar marcada. Vão ver...
— Não precisa se preocupar com as partes que só você vê, Gabriel — ela rebateu, a voz rouca, desafiadora, as unhas dela cravando nas minhas costas por cima da camisa. — Onde só você vê, pode deixar a marca que quiser.
Aquilo foi o fim. Olhei para ela, para aquele rosto que o morro inteiro respeitava, a "patroa" que ninguém ousava encarar.
— Você tem toda essa pose de boa moça, de patroa brava... — Minha mão desceu, apertando a coxa dela e levantando sua perna para que ela se enroscasse na minha cintura. — Mas no fundo, você é só a garota louca para ver o monstro. Louca para ser a minha vadi@ entre essas paredes.
— Eu já sou sua. — diz jogando a cabeça para tras e fechando os olhos.
— Você é, Maya.
Maya soltou um som que foi metade protesto e metade súplica quando eu a ergui contra a porta. O peso dela era perfeito. Abri o zíper da minha calça com uma mão só, a urgência me deixando cego. Eu não queria cama, não queria preliminares lentas. Eu precisava possuí-la ali, naquele cubículo cercado de mapas e livros, onde o risco de sermos pegos tornava o prazer algo quase insuportável.
Precisei solta-la, mas apenas por tempo suficinete para tirar a calça que ela vestia. Acalcinha deixei exatamente onde estava, porque é assim que vou fodel@. Voltei para para meu colo sem paciencia. Precisava estar dentro dessa bucet@ quente. Puxei a peça íntima dela para o lado, encontrando-a encharcada, pronta, pulsando para mim. No momento em que me enturrei nela, um estalo de prazer percorreu minha espinha. Maya soltou um grito abafado contra o meu ombro, as pernas apertando meu quadril com uma força surpreendente.
— Porr@, Maya... — rosnei, começando o movimento rítmico e bruto contra a madeira da porta.
A cada estocada, a porta rangia levemente, um metrônomo perigoso que nos lembrava de onde estávamos. Eu a possuía com uma fome que beirava o desespero. Minhas mãos apertavam a carne das suas nádegas, elevando-a para que cada impacto fosse mais profundo, mais definitivo. Não havia o carinho do banho de sábado. Havia apenas a posse crua do Capitão tomando o que era seu por direito de conquista.
Maya escondia o rosto no meu pescoço, seus dentes raspando na minha pele enquanto ela se perdia no ritmo insano que eu impunha. O suor começou a brotar nas nossas testas, o ar da salinha ficando denso e escasso.
Enquanto a fodia com forç@, uma de minhas mãos levantou a blusa que ela vestia e meus lábios encontraram as curvas de seus s***s. "Não o se preocupe com as partes que só você vê"
Eu ia garantir essa parte de seu corpo, só eu visse. Ninguém mais. Nada de decotes para essa garota. Maya parecia estar perdida nas sensações. Não ouve protesto quando depositei uma morrida mais forte em sua pele e muito menos, quando chupoe a lateral do seu seio conciente de que ficaria um roxo em breve.
Meu pa@ estava sendo engolido por aquela bucet@ e quando sabia que o momento estava preto levantei meu rosto.
Eu a olhei uma última vez antes do ápice, vendo o prazer transformar suas feições, e soube que, depois disso, o projeto social era o menor dos meus problemas. Eu estava viciado no perigo que ela representava, e a queda seria livre.
Sai de dentro dela, a tempo suficiente de me desmanchar sobre a pele de sua barriga.