POV Aurora Se alguém tivesse me dito meses atrás que eu estaria no meio de uma sala cheia de mafiosos perigosos — e rindo — eu ia chamar a pessoa de louca. Mas ali estava eu. Marcus sentou no braço do sofá como se fosse dono do ambiente; Lissa se jogou no tapete como se fosse um quarto de hotel; Ravenna abriu uma garrafa de vinho; e Luca… Luca parecia uma criança com sete expressos no sangue. A sala que antes parecia enorme… agora estava cheia de vozes, risadas e energia. E, pela primeira vez em muito tempo, eu não me senti observada — me senti incluída. Não era interrogatório. Não era julgamento. Era… convivência. Ravenna jogou o corpo no sofá de qualquer jeito: — Pronto, gente, agora que todo mundo já fez drama suficiente… alguém, por favor, me atualiza sobre o caos da viagem de

